terça-feira, abril 19, 2011

Vergonha alheia - Idiotice minha?

Ultimamente, meus dias têm sido vazios, meus pensamentos são esquecidos, o meu ânimo existe, mas só até certo ponto.
É engraçado como isso está me fazendo ficar mais sentimental, mas para um lado ruim.
Consigo captar tudo aquilo que me irrita, me causa repulsa, me envergonha.
Os adultos são seres de outro planeta. Por mais que eu tente acompanhar a lógica deles, simplesmente não consigo.
E como morro de raiva quando sinto olhos de porcos imundos em mim, no meu corpo. Dá vontade de arrancar os olhos dos infelizes, vide Kill Bill. É tão... urgh!!! Hoje vi uma moça tocando bateria imaginária na rua. Sorri, mas olhei para o lado, com medo de ofendê-la. Eis que um infeliz passa do meu lado e pensa que estou sorrindo para ele. O que ele faz? Manda um beijo. Ai, que vontade de fazê-lo engolir os próprios lábios, para não dizer coisa pior.

Sim, não estou mais reprimindo qualquer raiva que eu sinta. Por muito tempo, tentei não senti-la. "Que sentimento mais auto-destrutivo e inútil!"
Querem saber? Foda-se.
Eu sou humana, sentir raiva é humano, então vou sentir o máximo de raiva que eu puder sentir, como qualquer outro sentimento (bom). Não falo de ódio, falo de raiva. Ou falo de ódio sem saber? Prefiro chamar de raiva, apenas.

Mas acho que tem algo que gera mais revolta em mim:
Ver que todos os jovens estão ficando assim. Isso me dá um nojo tão, tão grande!
Sério mesmo que a gente precisa ser como eles? Sério mesmo que vocês caíram no papinho furado deles? Nas merdas que passam na TV?! Eu achei que vocês fossem mais inteligentes, de verdade. Qual o problema? É mais cômodo? Para quê chip quando a lavagem cerebral já foi feita?!
"É divertido.", "Finalmente somos livres para fazermos o que bem entendermos.", "Você fala isso porque nunca provou.", "Você precisa ampliar o seu mundo!". Sinceramente? Vai tomar no cu para quem pensa assim.
E falo isso com toda a dicção possível. E com gosto.
Pode dizer que tenho uma Síndrome de Peter Pan distorcida que eu nem ligo.

Às vezes penso em fazer o dobro de merda que vocês fazem, só para ver se alguém se toca. Mas acho que seria inútil.

E quem não faz nada, mas diz “Ah, deixa eles!”, vai tomar no cu também. É sério que você não vai fazer NADA? É por isso que o mundo é uma merda. A sujeira está aí, bem debaixo dos seus narizes. E alguém quer limpar? Não. Varrem para debaixo do tapete. E eu fico muito, mas muuuuuuito feliz de pegar o tapete e sacudí-lo. Como é bom ver a sujeira voando!

Na verdade, eu que devo ser a idiota da história por não concordar com nada disso. A única que não entra no sistema, que idiota. Eu que devo ser a idiota por pensar que alguém é capaz de me entender, entender minha raiva. Sou ainda mais idiota por desejar que alguém me entenda. E que abrace a minha revolta como se fosse algo precioso.

E é por causa disso que estou distante das pessoas. Estou presente, mas distante. Pelo menos quando esse assunto surge. Bem, isso quando consigo me controlar, porque sempre mordo a minha língua para permanecer calada e não ser a desagradável, a estraga "prazeres".

É isso aí, essa é uma das coisas que mais ocupam minha mente que eu não consigo esquecer.

Bjmordida.

E se você sentiu um soco no estômago quando leu este post, posso dizer que essa foi a intenção.

E se não sentiu, minha missão não foi cumprida.

PS: Obrigada por todos os comentários! Aliás, vocês querem que eu responda seus comentários abaixo deles?

segunda-feira, abril 11, 2011

Speechless

São poucas as vezes que fico sem palavras.
Na verdade, não é que eu não tenha nada a dizer, mas eu simplesmente sei que seria inútil dizer qualquer palavra. Nenhuma delas poderia explicar o que estou sentindo, seja o sentimento bom ou ruim.
É uma sensação engraçada para mim, especialmente porque tenho a tal "mania de explicação". Ao mesmo tempo que fico pensativa, não penso em absolutamente nada - apenas tento aproveitar a sensação.

Realmente admiro quem consegue me provocar essa sensação.

O que deixam vocês sem palavras?

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Sei que estou sumida. Estou pensando em tantas coisas ultimamente, mas não sinto vontade de compartilhar essas coisas. Não é que eu faça de propósito (para ver quem realmente se importa), é só que... Quero estar segura. Devo me arrepender por não registrar certos pensamentos aqui, porque vira e mexe leio posts antigos, mas... Queria que eu me entendesse. ^^

Bjmordida. x3

domingo, março 27, 2011

Mais uma mania patética

Faz muito tempo que eu tenho mania de querer me explicar, em todos os sentidos. Mas estou lutando contra ela. Para que eu vou procurar as pessoas para ME explicar?! Elas nem querem me entender mesmo. Não faz diferença.

Eu tenho muitas ideias para posts, mas não tenho vontade de postá-las.
São ideias inúteis, então... Nem vale a pena perder tempo.

Bjmordida.

quarta-feira, março 23, 2011

Um pouco de amor e revolta

Metrô (Grampeador) "parte 2"
(Se você não leu a "parte 1", clique aqui.)

Se o interior de uma pessoa for "podre", isso faz com que qualquer sentimento "bom" que ela sinta seja menos digno do que o de uma pessoa "boa"?
O amor, por exemplo, é menor? Menos significante? Menos bonito? Ou até mesmo feio?

Se uma pessoa "feia" tenta proteger alguém que ama - seja a pessoa protegida/amada "bonita" ou não - isso não muda o fato de ela ser "feia"?

O casal do metrô debochou da senhora "ignorante". O sentimento que une esse casal é bonito? Feio? Pode ser chamado de amor "verdadeiro"?

Como a Prof. Claudete disse uma vez, cada um de nós tem uma forma de amar. Você só "precisa" encontrar alguém que ame da mesma forma que você. Isso faz com que os "bons" só fiquem com os "bons" e os "maus" fiquem apenas com os "maus". Quando os dois se "misturam", é difícil dar certo. Mas, pensando na biologia e na mistura de "raças"... A "mistura" não seria boa?

No fim das contas, as diferenças afastam as pessoas, na maioria das vezes. Porque quase ninguém sabe lidar com elas. É inevitável e isso tudo é compreensível (até onde a compreensão pode chegar?). É humano. O ser humano é complexo, mas ele simplesmente não consegue lidar com relações complexas. E é isso que faz com que o ser humano seja tão simples e tão previsível, na maior parte do tempo.

Talvez, isso seja questão de sobrevivência. Se nos misturássemos (falo sobre personalidade, não sobre raça!), o caos poderia ser maior do que já é. Ou não. Talvez, é disso que precisamos! Nos misturar!

O amor é um sentimento tão forte e tão inexplicável... E isso é um problema. Se fosse simples, poderíamos senti-lo por qualquer pessoa.
Sei lá, todas as formas de amar têm um erro: achar que todas as outras estão erradas.

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Ahm, estou pensando em muitas coisas ultimamente, mas hoje com certeza está "rendendo".
Ao mesmo tempo que quero compartilhar tudo com vocês, também quero me isolar. Isso soa um tanto egoísta. E, sinceramente, é isso que eu quero. Parece que, quanto mais explicações eu dou, mais me entendem errado. Dá vontade de falar: "Te vira, tenta me entender, vai!", porque é isso que quase todo mundo faz. Então por que não fazer também?
Eu gosto de tentar mostrar o meu lado mais profundo. Um lado que nem eu conheço direito. E fazer isso me ajuda a conhecê-lo.
Não fazer isso me sufoca. Sinto-me sozinha. Só que me expor só faz com que eu tenha a falsa sensação de ter companhia. Alguém realmente se importa?!
É como se cada um estivesse apontando o dedo. E isso tem me irritado muito ultimamente. Eu não sou uma atração de circo!
Afinal, o que você espera de mim?

Desculpe se você realmente se importa. Isso foi rude, eu sei.

Bjmordida.

PS: Ah, sempre esqueço de agradecer os comentários no post ""! Minha cabeça está clareando em relação ao assunto. ^^

domingo, março 20, 2011

Caos e sede de mudanças.

Eu nunca entendi o porquê de as pessoas quererem tanto "o novo".
Mudanças para quê?!
Eu sempre gostei da minha vida, da minha rotina, apesar de todos os problemas.
O novo me assustava.
Cá estou eu simplesmente implorando por ele.
E, por mais que eu tente mudar a minha vida, tudo parece intacto.
As coisas mudaram sim: A minha rotina, os meus amigos, a minha visão, alguns pensamentos, algumas atitudes...
Mas parece que isso simplesmente não é suficiente!
Quero uma mudança profunda!
Talvez só porque todos estão mudando. Menos eu. Ou eu penso que não.
Tudo mudou, mas não mudou. E é isso que me irrita, que me deixa... "Argh"!
A verdade é que eu não aguento mais sentir certas coisas!
Eu odeio me preocupar com algo que não vai mudar.
Eu odeio querer o melhor para as pessoas, mas elas mesmas não quererem isso. [!]

E eu odeio não conseguir te esquecer.
Eu odeio não querer falar sobre o assunto. Porque eu desejo que ele não exista. E, quando eu falo sobre isso, fica claro que ele existe.
É como se manter isso abstrato fizesse com que isso não existisse, só pelo fato de não ser concreto. Mas isso existe. E como existe!

Na verdade, eu só quero alguém para dar as mãos. Alguém para abraçar. Alguém para mimar. Alguém para me mimar. Alguém para olhar nos olhos e ver que o sentimento é mútuo. Não importa que sentimento seja, mas que seja mútuo.

Eu sinto falta dos meus amigos, eu sinto falta do amor. Não do amor-amor, mas de qualquer tipo de amor! "Te amo" não é bom dia, mas parece que as pessoas levaram isso a sério demais.

Por mais que eu tente organizar a minha vida, não adianta...

Ah, chega de babaquice. Eu deveria parar de ser fracota e escrever tudo que me surge aqui. Mas eu sei que eu não vou deixar de fazer isso, porque é uma das únicas formas de conversar comigo mesma (e com "alguém") sem me perder completamente. Uma das únicas formas de encarar os fatos.

Enfim, chega.

Bjmordida

domingo, março 13, 2011

Metrô

Metrô indo para a Praça Saens Peña, Zona Norte do Rio de Janeiro.

Havia um casal pomposo - ambos tinham, pelo menos, 65 anos. Também tinham cabelos arrumados, roupas alinhadas e algumas jóias.

O metrô parou, as portas se abriram. Uma senhora entrou e se sentou ao lado do casal. Ela era simples, o oposto do casal. Seus cabelos estavam bagunçados e presos num rabo-de-cavalo. Suas roupas eram feitas de tecidos baratos, em tons escuros. Ela não usava nenhum acessório, nenhuma maquiagem. Parecia cansada. Diria que tinha 50 anos, mas talvez ela fosse mais nova do que aparentava. A simplicidade a envelhecia.

A sacola da senhora simples estava rasgada. Era provável que ela tivesse ganhado a sacola de outra pessoa – o logotipo era de uma loja cara. Ela pegou um mini grampeador da bolsa e colocou alguns grampos. Começou a tentar grampear a sacola rasgada, mas o papel era grosso demais para ser furado pelo fraco e pequeno grampeador. Parecia que ela estava fazendo algum progresso, mas, então, percebeu que a sacola ficaria com um furo. Não era muito grande, mas era um furo considerável aos olhos da senhora (procurava a perfeição?). Ela despregou todos os grampos pacientemente e começou a tentar consertar a sacola novamente. Ela sussurrava algumas palavras uma vez ou outra para o senhor bem-arrumado. Ou seria para ela mesma?

Desci assim que a senhora terminou de recarregar o grampeador.

O que mais me chamou atenção foi a maneira como o senhor olhou para ela. Com olhar de superioridade e impaciência. Ele até cutucou sua esposa para debochar da senhora. Os dois riram de sua falsa ignorância.

Desci antes de saber se o velho ficaria tão impaciente a ponto de tomar o grampeador das mãos da senhora e pedisse que parasse com aquela aparente loucura. Ou se ofereceria para consertar a sacola em seu lugar, já que ele era mais inteligente.

Também fiquei admirada com a determinação da senhora. Porque, apesar de sua ferramenta não ser das melhores, ela não desistiu de seu objetivo. Não perdeu a paciência, nem o ânimo.

Pode ser burrice. Pode ser loucura. Pode ser os dois. Ou pode ser o contrário. Escolhi o contrário para lembrar do fato e contar sua história.

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Fato observado ontem, dia 12/03/2011.
Fiquei realmente inspirada com o ocorrido. Pensando em escrever sobre uns devaneios que tive depois... Quem sabe no próximo post?
A verdade é que estou bem inspirada esses dias. Tenho pelo menos mais dois textos em mente... o/
Trust her or not que é bom... *tosse*
Melhor não reclamar, pelo menos estou inspirada! 8D
Espero que vocês gostem! ^^

Bjmordida!

PS: Observar pessoas é realmente inspirador. Tinha me esquecido disso.
Ah, a Jenny também me inspirou, por incrível que pareça. O.o'

quarta-feira, março 09, 2011

Point a finger to your ass.

Eu odeio quando alguém PENSA que me conhece.
Eu odeio quando alguém julga uma atitude minha sem nem saber o que está realmente acontecendo. Sem nem ao menos tentar entender o que se passa na minha cabeça.
Cara, mas o que eu mais odeio é quando duvidam de mim. Em todos os sentidos!
Duvidam da minha capacidade, duvidam do que eu falo, duvidam dos meus sentimentos (principalmente sentimentos que envolvem quem duvida).
Eu odeio ser subestimada (quem não odeia?!).
Eu odeio quando alguém vem com papo de que: "Ah, você não gosta de mim.", "Pensei que você gostasse de mim.", "Você gosta mais dele(a) do que de mim.". Isso é muito, muito, muito irritante.
Quando eu falo uma coisa, é porque é verdade! E, às vezes, eu me controlo/censuro por isso, porque eu me preocupo com as pessoas e com o bem-estar delas, mesmo quando elas me dão nos nervos.
A verdade é que eu sou muito, muito paciente. Não, eu não estou me superestimando, eu estou dizendo a verdade. Porque se eu cuspisse tudo aquilo que me irrita/consome para fora, ninguém iria gostar. Ninguém. Mas o que eu faço? Eu engulo essa acidez e "bebo" algo "básico", para neutralizar.
Eu não gosto de gritar com as pessoas. Eu não gosto de brigar com as pessoas. Eu não gosto de ser ácida, definitivamente. Então eu realmente gostaria que ninguém fosse ácido comigo.

Não me julgue. Muito menos sem se colocar no meu lugar.

E eu não faço pouco caso das coisas não, muito pelo contrário. Sabe qual é o meu problema? Querer agradar as pessoas.
E, mesmo que eu pense em começar a dizer "FODA-SE!", eu não consigo.
Acho que tenho que tomar uma dose de egocentrismo.

Melhor isso (post) do que me estressar discutindo com alguém que já tem opiniões formadas.
Eu teria que lutar contra a vontade de quebrar o(s) maldito(s) dedo(s) indicadore(s) em mil pedaços.

Bjmordida (um pouco ácidos).

"Next time you point a finger
I'll point you to the mirror"
(Playing God, Paramore)

Eu odeio sentir raiva. Não gosto mesmo.

sexta-feira, março 04, 2011

Novo blog

Fiz um novo blog. Por favor, digam os e-mails que vocês usam nos seus blogs para eu poder mandar o convite, ok?! ^^

Bjmordida

quarta-feira, fevereiro 23, 2011

Desde o final do ano passado, tenho tentado resgatar a minha fé em Deus.
Nunca fui muuuuito religiosa, para falar a verdade. O auge da minha fé foi no começo de 2004, quando entrei no CMRJ (queria MUITO entrar!).
Não posso dizer que não tenho bons exemplos na família, porque meus avós paternos são bem... "certinhos". E minha avó materna então... Ela era bem religiosa. Na única vez que ela foi nos visitar em Cuiabá, ela fez questão de ir nas missas de lá, aos domingos. Eu a acompanhava, curiosa (tinha só 7 anos). Fora as diversas promessas que ela fazia (não acredito que a promessa seja uma forma de provar a fé, mas tudo que a envolve sim).
Apesar de os meus pais não frequentarem nenhuma igreja (ou grupo, sei lá), eles têm muita fé. Teve uma época que fazíamos orações em casa todos os domingos e blá... Meu irmão que sempre foi meio revoltado em relação a isso, por isso paramos de rezar juntos.
Fui criada para ser católica, mas, com o tempo, isso foi mudando. Ainda mais quando meu pai começou a ficar com o "pézinho" no espiritismo. Acabei me tornando uma mistura dos dois.

A minha revolta começou em 2005, quando estava assistindo a uma missa com o mesmo padre que fez a minha primeira comunhão.
(Nunca fui muito com a cara dele, para falar a verdade.)
Lembro que prestei atenção naquelas leituras (leitura da carta de fulano...), antes da homilia, como nunca havia feito antes. Prestei atenção na homilia, o "auge" da missa (sem querer parecer irônica).
Cara, como aquilo era contraditório! A(s) carta(s) dizia(m) uma coisa e o padre 'tava falando outra?! Fiquei realmente revoltada.
Depois disso, não voltei mais.
Sabe quando você vê que uma pessoa está sendo falsa e começa a desconfiar de tudo aquilo que ela diz/disse? Acho que foi mais ou menos isso que aconteceu.

Não sei em que ponto comecei a desacreditar TOTALMENTE na religião, na fé, em Deus e etc, mas isso aconteceu. Virei atéia.
Acho que, em parte, foi porque a minha vida 'tava uma droga. Foi como se, sei lá, eu tivesse cansado de bancar a boazinha e só me ferrar com isso.
(E era assim mesmo. Eu BANCAVA a boazinha, mas isso é assunto para outro dia).
Quer dizer, isso foi no começo - o negócio da vida estar uma droga. Depois, foi por outra coisa, que não dá para explicar aqui. :S
Sem contar os "podres" que eu via dentro daquele "mundinho". Isso tudo fez com que eu ficasse realmente enojada. E quanto aos furos religiosos? Isso também ajudou...

Se vocês lerem os primeiros post deste humilde blog, perceberão a minha revolta (a Moni deve lembrar disso...).
Enfim... Com o tempo, descobri outra opção: ser agnóstica. Era mais flexível e eu não teria que decidir se acreditaria em Deus ou não. Acreditaria se alguém/ciência conseguisse provar a existência Dele. Mas não afirmaria que Ele não existe. Era melhor assim.

Se me perguntarem por que decidi tentar resgatar a minha fé, não saberei responder, sinceramente. Mas, de todas as perguntas, sei a resposta de uma:
Foi por medo de ser punida, caso Ele realmente exista? Não. Não acredito que seria punida por isso.
Mas aí é que 'tá a pedra no meu caminho: o que faria com que eu fosse punida?
O que é pecado?
Será mesmo que Deus, amando a todos como dizem que Ele faz, punirá todos aqueles que pecaram?
Será que os pecados que dizem que são pecados são realmente pecados para Deus?
Vejo muuuitas contradições nisso tudo.
Quando eu era religiosa, eu era mais "suja" do que agora, que não sou. Não sou perfeita, estou longe disso, mas será mesmo que eu seria punida por algo que nem tenho controle (ou algo do tipo)?

Ahm, estou pensando tanto sobre isso... Uma parte de mim quer acreditar, a outra (e a mais forte) quer que eu não me meta nisso. Auto-defesa, acredito eu. Porque, se eu for voltar a frequentar igrejas, é certo que vou ouvir muitas coisas que não vou gostar/concordar.
A não ser que eu acredite por conta própria e diga "foda-se" para a igreja (o que é mais provável).

Tem tantas coisas erradas no mundo, tantas pessoas hipócritas... É fácil fazer um monte de merda durante a semana e depois pedir perdão no domingo. Ok, vocês vão dizer: Deus vai saber se a pessoa está sendo sincera. Mas e quanto a auto-enganação (neologismo? oi?)? Sim, é possível fazer isso!

Bem, meus pensamentos estão confusos a lot, então não sei se vocês vão conseguir entender o que quis dizer...
(A tendência é ter posts assim cada vez mais... Verdadeiros furacões na cabeça! hahaha!)

Mudando um pouco de assunto... Alguém sabe se dá para fazer uma seção do blog privada? Tipo, que só pessoas selecionadas/com uma senha possam ler? Queria dividir um pedacinho maior da Nee com vocês, mas não quero fechar o blog... Alguma sugestão de como resolver isso? XD

Vou ficando por aqui...
Obrigada por lerem mais um post doido! (:
(noffa, que emotiva! HAUAHUAUA)

Nee e suas doooooorgas!

Bjmordida! :D

PS: Mandem energias inspiratórias (oi?!?!) para mim! hahaha

sábado, fevereiro 19, 2011

Prisão

Existem sentimentos que se tornam verdadeiras prisões, assim como desejos.
(Desejos são uma espécie de sentimento, não?)

Sinceramente, sou do tipo de pessoa que tenta reprimir a maioria de seus sentimentos e de seus desejos. O mais idiota disso tudo é que não adianta de nada, e eu nem sei por quê faço isso.
Racionalidade demais? Talvez.
A verdade é que tenho me controlado bastante, mas estou cansada! É inútil fingir que algo não existe, quando, na verdade, essa coisa não para de te "socar" internamente. Quando essa coisa se revela em seu olhar todas as vezes que você se olha em um espelho.

Eu quero que minhas aulas comecem logo, para que eu possa recomeçar, mas, ao mesmo tempo, quero me dedicar a projetos em andamento.
A faculdade será, acima de tudo, uma fuga. Uma fuga de mim mesma, provavelmente.
Mas será que vai funcionar? Alguns sentimentos simplesmente não param de crescer. Não adianta deixar de alimentá-los, porque também morrerei de fome.

Por mais que eu finja que está tudo bem, no fundo, isso tudo mexe muito comigo.
Não que eu esteja mal, mas me sinto um tanto sufocada. O pior de tudo é que eu gosto dessa sensação (em relação a um sentimento em especial).
Qual é o problema comigo?!
Talvez eu esteja me drogando demais, sério. >D
(Realmente, esse sentimento é uma verdadeira droga!)

Eu também gostaria de não me importar com tudo isso. Gostaria de não me afetar tanto com algumas coisas que escuto, com algumas coisas que observo.

Eu gostaria de falar tudo aquilo que sinto vontade, sem medo de ser julgada! Sem medo de nada!
É péssimo quando te dão um tapa na cara e você simplesmente não pode se defender! E as pessoas adoram dar tapas... Que tal um cafuné, para variar?!

Não sei se alguém vai entender o que quis dizer...
Talvez seja melhor cortar as asas da minha imaginação...

Bjmordida.

sexta-feira, fevereiro 18, 2011

Carpe diem

Segundo o Wikipédia, "Carpe Diem é uma frase em latim de um poema de Horácio, e é popularmente traduzida para colha o dia ou aproveite o momento. É também utilizado como uma expressão para solicitar que se evite gastar o tempo com coisas inúteis ou como uma justificativa para o prazer imediato, sem medo do futuro."

Bem, muitos de vocês já devem saber disso, não é?

A grande questão é que o Carpe diem é relativo! (Esse troço de relatividade de novo, Nee...?!)
O que é viver intensamente para mim pode não ser o mesmo para você...

Algumas pessoas pensam que viver intensamente é encher a cara, passar a noite na balada pegando qualquer coisa que se mexe, acordar tarde...
Outras, que viver intensamente é passar hooooras e hooooras na internet, zerar um jogo de video game...

Para mim, o Carpe diem está nas coisas mais simples: Pegar chuva com os amigos; ficar na cama com os pais, conversando com eles antes de dormir, até ser expulso(a); discutir sobre a vida; ouvir desabafos; correr; ir para a praia; olhar para o céu e imaginar figuras nas nuvens; cuidar de si, mas sem psicose; ler livros; ouvir música; adquirir conhecimento; dormir e sonhar; beijar alguém que você goste; ser espontâneo; amar; rir; abraçar; fazer/receber carinho...
Não precisamos beber, não precisamos nos drogar, não precisamos brigar, não precisamos trocar beijos (para não dizer outra coisa...) só por prazer...!

Sinceramente, não consigo entender o que há de errado com o mundo.
(E isso tem me revoltado bastante ultimamente)
Ou será que eu é que estou errada?

E então?
O que é o Carpe diem para você?! :D

Bjmordida! :D

"É a verdade que assombra, o descaso que condena."

sábado, fevereiro 12, 2011

'saparadaew! - Semana inesquecível!

Olá, meu povo!
Esta semana está sendo muito louca!

Logo no primeiro dia dela, no Domingo, foi aniversário da minha mãe.
Bem, ela não estava falando comigo, mas, mesmo assim, comprei um presente para ela na 6ª feira. Fomos viajar logo depois disso.
Quando todo mundo saiu de casa, coloquei o presente dela na cama, para que, quando chegasse o Domingo, ela visse assim que chegássemos em casa. (A mesma coisa que eles fizeram comigo e com o meu irmão em um dos natais (?) passados em Angra. Foi naquele natal, de 1999, que ganhei meu teclado. E acreditei como nunca que o Papai Noel existia! XD)

No Sábado, enquanto passeávamos, fiquei muito mal por ela não estar falando comigo. Quando a gente estava na praia, teve um momento que o meu pai e meu irmão foram mergulhar e eu e ela ficamos na areia. Ela estava na minha frente, me dando as costas, como se nem nos conhecessemos. É, nem preciso dizer como me senti. Mas, além da tristeza, senti um forte impulso de ir até ela e abraçá-la sem dizer nada. Não tive coragem, apesar de o "veneno" me corroer.

No Domingo, assim que acordei, não sabia realmente o que fazer. Dar parabéns ou não? Não queria estragar o aniversário dela, mas eu estava magoada com aquilo tudo. Mas, quando a vi, finalmente o tal "veneno" fez efeito - fui até ela, a abracei. E ela não me rejeitou, pelo contrário. - Ou não. Talvez fiz aquilo somente porque era a melhor oportunidade. Mas isso não importa mais.
No fim do dia, quando já estávamos no Rio, eu estava no computador e fui surpreendida: Ela veio até aqui e me deu um beijo de boa noite!!!!! Cara, ela não faz muito isso no dia-a-dia. Eu é que vou até o quarto dos meus pais dar boa noite. Ou seja, as coisas se ajeitaram, no fim das contas! xP O primeiro dia da semana não poderia ter sido melhor!

Na segunda, tive natação. A professora estava me ajudando a corrigir a pernada do (estilo) peito, que, aliás, nunca soube fazer direito... Quando eu era criança, por ser criança, a professora meio que desistia de me corrigir. XD"

Na terça, tive natação de novo, com outro professor. (2ª é uma professora, 3ª e 5ª é um professor xP)
Ele pegou beeeeem pesado comigo, me colocou para nadar muito!
Nessa turma de 3ª e 5ª, só tem 3 alunos (incluindo a minha pessoa ;D), sendo que 2 deles estão aprendendo a nadar (são adultos já). Como eu já sei, ele fica mandando eu nadar enquanto cuida dos outros. Mas eu gosto disso. Muitas pessoas se sentiriam incomodadas por ele não estar dando atenção, mas, sinceramente, eu estou lá para nadar o máximo que puder! Corrijo os erros na 2ª... xP
Depois, quando cheguei em casa, a Tamara me ligou, me chamando para ao colégio e na praça Saens Peña, tirar foto 3x4. Fui com ela. Foi ótimo rever o Prof. Jorge, o Vinícius, o Seu Ozias, o Sgt. Antunes, a Adrielle... Mas é estranho ver outras pessoas no meu (ex) lugar. XD
Tiramos a tal foto.
Fomos para casa almoçar. A Nati veio e, logo em seguida, chegaram a May, o Allan e a Tamara. Fiquei meio puta naquele dia, mas beleza, deixa pra lá. XD
No fundo, eu estava super hiper MEGA ansiosa para o resultado da reclassificação da UFF! Ia no pc toda hora para olhar... :S Bem, deu 20h, fui para casa, olhar mais uma vez se tinha saído o resultado. Quando cheguei, uma surpresa: A Rafaela (prima), minha tia e a Bárbara (prima) estavam aqui! Õ.o Como assim ninguém me avisou?! Pedi para o meu mano olhar o resultado no lap dele e ainda não tinha saído... -.- Resolvi deixar pra lá, sabe? Fui jantar com minha família, para me distrair e matar a saudade da minha prima Rafa (já que eu já tinha visto minha tia e a Babi no dia anterior). Terminei de jantar e fui conferir de novo, já sem esperança. Quer dizer, no fundo, no fundo, eu iria fechar os olhos bem apertado antes de abrir a página, desejando que o resultado já tivesse saído para depois abri-los, como em todas as minhas tentativas frustradas. Me encolhi na cadeira quando vi que já tinha saído. Hora de cruzar os dedos!!!!!! Digitei o meu número de inscrição, já previamente decorado, com a maior rapidez que consegui ter. E, PUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUTS! PASSEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEI! Fiquei rindo que nem uma idiota! >D Falei "Ahhhhhhhh, moleque!"... Segurei o choro (eu falo que sou chorona...!)... Comecei a tremer! Puts, a sensação de dever cumprido me inundou, como não fazia há tempos. Sinceramente, desde a 8ª série, se não engano. Depois, falei para a minha família, comecei a ligar para as pessoas... Mas eu 'tava muito agitada! Fui correndo (literalmente) para a praça, abracei alguns amigos, que ainda estavam lá... Como eu consegui dormir depois disso tudo?! Não faço ideia!

Na quarta, resolvi uma peeeeenca de coisas para fazer a matrícula da UFF, no dia seguinte. Renovei minha identidade! (Aleluia!) Fui ao piquenique do Pedro, amiguénho do Kumon. Foi divertido! :3 De noite, meu pai perguntou o que eu queria fazer para comemorar e tal... E o que eu escolhi? Pizza do Domino's! *______* É porque ninguém gosta muito dela aqui em casa, então... Tive que aproveitar! xP (Como quando eu era criança e meu pai não suportava me levar ao McDonald's...)

Na quinta, fui fazer a matrícula na UFF! *-* Meus avós que me levaram... Nunca atravessei a Ponte Rio-Niterói tão admirada! hauhua xP Adorei o campus, pertinho da barca! 8D
Bem, depois de fazer a matrícula, voltamos para o Rio e fomos almoçar com o meu mano... Aproveitei a oportunidade e pedi carona para o Kumon depois do almoço... (A) Pô, o termômetro 'tava marcando QUARENTA E DOIS GRAUS! Puuuts!

Na sexta, saí com a Jess e com o Guilherme. Foi muito legal, eles são super fofos juntos/um com o outro e não deixam aquela sensação de "tô segurando vela"... Eles são bons pais, pena que não pagaram meu sorvete! HAUHAUAHU

E hoje... Tive aula de bateria! \o/ Estou aprendendo uma música para tocar num recital... Quando for mais concreto, passo as informações para quem quiser ir me ver tocar e tal... XD
Comi trufa de maracujá na minha dermatologista! *_* Ahhh, tããão bom! x3 #criançafeliz Nunca vi uma médica mimar (e engordar XD) tanto os pacientes! hauhauhau!
Depois que cheguei em casa, convidei meus pais para irem ao cinema, ver Cisne Negro. Cara, que filme [in]tenso, como disse a Patee! D: Mas é muuuuito foda, me deixou refletindo sobre vááárias coisas... Até que ponto o mundo te influencia? Até que ponto você vive no mundo? Qual é o grau de importância da sua mente, em relação ao mundo? A Natalie Portman exerceu o papel de uma maneira que não tenho nem palavras para resumir. Ela interpretou uma louca melhor do que uma própria louca o faria. XD É um soco no estômago, mas, para quem gosta de psicologia + loucura... 'tá indicado! (Y)

É, no final, deu tudo certo! :3

E podem deixar, não vou mais deixar de desabafar aqui! :D
Mas, do jeito que as coisas estão, acho que não vou precisar fazer isso tão cedo! xP

Antes de ir... Alguns "clicks" da semana! 8D

Sim, o cachorro tem uma tatuagem! XD



'tá a fim de um hot dog?



A azeitona verde voltou ao seu lugar de origem!

Pessoalmente é melhor hahaha

:D

Papi e mami XD



Bjmordida!
(Terminei o post às 02:32h!)
(Editando: Agora coloquei a foto 3x4... Quase quebrei o scanner, mas blz huahau XD)

quarta-feira, fevereiro 02, 2011

Natação!

Antes de mais nada...:
Estava com um desabafo na ponta da língua, mas, como disse, decidi me envenenar, mesmo que seja temporariamente.
Cara, vocês que comentaram no post anterior não fazem ideia de como fiquei feliz com cada comentário! De verdade, obrigada!
Pensei em como era inútil parar de desabafar, em como me faz bem escrever aqui... Pensei até no meu desabafo do dia, mas... Na hora de postar, decidi não escrevê-lo. Peço encarecidamente que me entendam. x3

Bem, como comentei no facebook e com algumas pessoas, comecei a fazer natação (novamente) na 2ª feira. Fiz duas aulas até agora (a de 2ª e a de 3ª), e estou super empolgada!
Quando volto para casa, a sensação é de renovação. Sinto como se pudesse fazer qualquer coisa que eu queira. É ótimo sentir isso, me sinto feliz. A corrida também me traz essa sensação, mas, por causa do calor TEEENSO, dei uma parada. Mas, um dos motivos de eu ter voltado a nadar, além do calor tenso e o amor à natação (que tinha sido esquecido por causa do meu cabelo ¬¬), foi justamente para melhorar meu fôlego, que acaba fácil na corrida.
Eu tinha me esquecido de como era bom praticar algum esporte. Em como eles fazem nossos problemas desaparecerem, mesmo que temporariamente. Eu sei, parece absurdo já que não faz tanto tempo assim que corri pela última vez, mas eu já tinha esquecido.
Enfim, nadar tornou-se mais uma de minhas terapias. HUAHUAHAU XD

Bem, caso eu fique muito estranha/emo/perturbada, é só chuparem meu veneno. (Nossa, isso ficou péssimo, mas vocês entenderam =P)
Mas, em todo o caso, caso a situação fique muito preta, eu voltarei! XD (E, caso não fique tão preta, eu também voltarei)

É, eu sei, este post não fala sobre nenhuma teoria, mas achei que seria um bom incentivo para os preguiçosos de plantão! hauhaahuahuahu

Bjmordida!

domingo, janeiro 30, 2011

Blog

No meio do ano passado, comprei um caderno para desabafar, escrever pensamentos... Tudo para não encher as pessoas com os meus problemas e para evitar exposições desnecessárias.
Mas só consegui escrever nele umas... 3 vezes. Voltei a escrever no blog, até com mais frequência do que antes.
Hoje, penso que talvez seja melhor retomá-lo - ou comprar um novo (pobres árvores...).
Acho que estou falando mais do que deveria. Não sei ao certo porque temos um limite do que falar ou não, mas tenho, vagamente, ciência deste limite. Bem, acredito que já o ultrapassei há muito tempo.
Não sei até que ponto as pessoas se interessam por este blog (sobre as coisas que eu escrevo), e também não vejo motivo para saber.
Gosto muito de escrever aqui, porque é fácil e bem menos cansativo do que escrever em um caderno. Posso reler tudo com um simples "clique", não preciso responder perguntas do tipo: "Hey, o que você tanto escreve?". É difícil escrever aqui em casa, porque sempre prestam um pouco de atenção no que estou fazendo. E, se eu espero até mais tarde para escrever, muita coisa se perde. No computador, as pessoas entendem melhor o significado de respeitar a privacidade alheia.

Escrevo aqui sobre os meus problemas, o que com certeza me faz bem. Eu gosto de desabafar, mas tento me controlar quando converso com as pessoas - por não querer parecer tão dramática, reclamona, pentelha, sei lá. Mas isso não é questão de manter uma imagem ou algo do tipo, só não quero aborrecer ninguém com problemas tão...
De qualquer forma, achei o blog um bom meio para fazer isso, porque, ao mesmo tempo que é um ato solitário (o que faz com que eu reflita mais e não me sinta tão mal em "abusar" da boa vontade das pessoas), as pessoas podem ler. E lê quem quer.

Mas, voltando a questão de até que ponto o meu blog é interessante... Acho que não é.
O que as pessoas ganham lendo os meus desabafos? É muito provável que nada.
E, quando escrevo algo para as pessoas refletirem... O que acontece? Sinceramente, não faço ideia. Espero que faça alguma diferença, mesmo que não muita.
É idiota querer cobrar que as pessoas reflitam, mas...
Sempre me senti meio mal por mudar de opinião mais rápido do que o normal, mas até que eu gosto disso. Imagina só, ter a mesma opinião para o resto da vida... Isso me parece tão chato.

Enfim, não faço ideia do que estou falando.
O ponto que eu queria chegar é que devo parar de desabafar por aqui, por mais que isso não me faça muito bem. Talvez ficar quieta faça com que eu tome atitude, já que os sentimentos vão estar acumulados. E eu realmente quero tomar atitudes. Vai ser como me envenenar com meu próprio veneno, mas vamos ver no que vai dar.
Decidi que vou fazer posts com pensamentos/teorias, para não abandonar o meu único "projeto" que nunca parou (totalmente), desde que eu o criei.
Aliás, o blog está fazendo 3 anos hoje!
Fico realmente muito feliz por conseguir mantê-lo. E, depois desse tempo todo, depois de taaaaantos posts, acho que não teria coragem de largá-lo.

Vamos ver no que vai dar.

Bjmordida. :D

quinta-feira, janeiro 27, 2011

Eu, eu mesma e minha covardia.

Depois de MUITO tempo, sinto vontade de sair daqui novamente.
Pegar minhas coisas e simplesmente IR EMBORA.
Mas, desta vez, há algo diferente nessa minha vontade.
Minha vontade é de deixar TUDO para trás. Absolutamente tudo.
Não me prender ao desejo de estar perto das pessoas que eu gosto, das pessoas que eu amo, da vontade de amar alguém e ser correspondida, cuidar de uma criança, aprender coisas novas (e acessíveis)...
Queria sair daqui AGORA.
Fazer uma lista do que realmente tenho vontade de fazer e ir riscando.
Quem quiser que me acompanhe, não vou puxar ninguém, nem esperar por ninguém.

Mas será que isso me faria feliz?
Bem, talvez esteja na hora de eu ter coragem e ir buscar minhas verdades.
Talvez não traga felicidade, mas com certeza alívio.

E, quando a saudade doesse tanto a ponto de me deixar sem ações, eu voltaria.
As coisas com certeza não seriam as mesmas, mas talvez esse seja o preço a pagar.
Não sei se seria uma troca justa, mas isso não importa, pelo menos não agora.

O que me prende aqui é a minha covardia.
Eu continuo sendo fraca, devo ser muito idiota mesmo.
Às vezes, ser impulsivo(a) tem suas vantagens.
Gostaria de pensar menos, agir mais.
Devo ser realmente muito idiota.

Queria buscar o meu melhor.
Acharia o meu pior, mas tentaria mudá-lo, esquecê-lo, enfraquecê-lo, apagá-lo, sei lá.

Tudo dói: As saudades (do que tenho, mas já não tenho mais), a falta de coragem, o medo...

Gostaria de levantar daqui, sair decidida, bater a porta.
Sei que não vou fazer isso.

Se ficar, enlouqueço.
Se sair, ... Não faço ideia.
Se eu tivesse coragem, torceria para não morrer aos poucos, pelo contrário.

Afinal, quem é você?! Uma idiota covarde, no mínimo. Não consigo descobrir o resto. Só vejo um pedacinho. Talvez para me dar mais coragem. Ou o contrário.

Arriscar e morrer ou não arriscar para não morrer?

Eu nem sei mais o que estou dizendo.

quinta-feira, janeiro 20, 2011

Que merda.

Durante uma briga, você acaba descobrindo como as pessoas realmente te veem:
Sou manipuladora, fico me fazendo de vítima e sou incapaz de me colocar no lugar das outras pessoas. Psicóloga? Com certeza escolhi a profissão errada.

Só fico me perguntando por que diabos o meu esforço em fazer as coisas da melhor maneira possível não é considerado.
Passei os últimos meses tentando não me esconder, sendo carinhosa... Por mais que eu saiba que isso só vai ser pior depois, para as duas partes.
E realmente vai ser.
Porque se eu não tivesse me esforçado tanto, eu não estaria ferida depois de uma briga tão menor.
Imagino que ficarei mutilada no futuro.

Não fiz esforço nenhum para amá-los.
Eu já os amava, só tinha medo desse amor.
Medo de me ferir.
Meu esforço foi para enfrentar meu medo.
Hoje desejo que não tivesse feito isso.
Fiz e não me arrependo. (bem contraditório)

Não sei se vou aguentar ver aquela expressão de nojo mais uma vez.

Que merda.

terça-feira, janeiro 18, 2011

Relatividade

Lembro como se fosse ontem de quando disse:
"Eu, que tenho a terrível mania de tentar entender/classificar tudo, estou quebrando meus próprios "valores". (Essa mania é irritante. Eu ODEIO classificações!)
Bem, preciso dizer o que está acontecendo?
Eu estou tentando olhar todas as situações de todos os ângulos possíveis e imagináveis (Sabe uma volta? 360º? Pois é...)!"
- Junho de 2010

Seis meses depois, reparei que mudei.
Não fico mais tentando classificar tudo... Acho que fiquei mais espontânea. E acho que esta mudança foi muito boa! Porque as pessoas não são como bonecos, elas são apenas pessoas. (Nossa, me senti A manipuladora agora! HAUHAU)

Bem, quanto a olhar todas as situações de todos os ângulos possíveis... Continuo fazendo isso. Não é como se fosse uma volta, 360º, pois nunca paro de onde parti. Talvez pare no ângulo 359.
(Se tiver algum erro, matemáticos, peço que tentem entender... HAUAHUA)

A questão é que, para mim, tudo passou a ser (meio) relativo. (vide formspring.)

Quando me perguntam algo, penso em pelo menos duas respostas.
Isso é meio estranho, mas prefiro assim.
Afinal, ninguém é dono da verdade.
Todos nós temos nossas opiniões, mas por que agir como se elas fossem a única verdade?
Para mim, a vida tem várias respostas para uma mesma pergunta. E todas estão certas, de alguma forma estranha. Porque ninguém pensa do mesmo jeito. O ponto de partida que a pessoa toma para chegar até uma resposta não é o mesmo de outra pessoa.
Cada pessoa enxerga o mundo do seu jeito, que é ÚNICO.
Como querer que todos enxerguem a mesma coisa?
Isso é, com certeza, MUITO incoerente.

Eu também tenho minhas opiniões, mas nunca descarto o ponto de vista dos outros (ou pelo menos tento não fazer isso).
Algumas opiniões parecem bem imaturas para mim, mas quem sou eu para dizer que a pessoa está errada? Ela está apenas vendo do seu modo.
Todos os pensamentos seguem uma lógica...

Sinceramente, espero que as pessoas possam enxergar mais de uma "verdade" também.
É meio confuso (talvez até meio angustiante) não ter um ponto de vista definido, mas acho que vale a pena.

Bjmordida!

PS: Sei que as palavras ficaram repetidas, mas espero que vocês captem a minha ideia. (:

domingo, janeiro 16, 2011

Desânimo

Sabe quando você está viajando com a família no carro, cochila e acorda sem nem ter ideia de onde esteja? Neste caso, você se sente perdido, mas não se amedronta com isso, pois tem sua família por perto.

Sinto como se tivesse dormido, mas, ao acordar, me deparei com a solidão.

Antigamente, as férias faziam mais sentido. Mas e agora? Para onde é que eu volto? Não existe lugar para voltar, só um lugar para ir. Que, por sinal, ainda nem sei que lugar é esse.

O fato de estar sozinha realmente me sufoca. Eu sei, não há nada que acabe com as amizades assim, de repente. Mas pensar que não vou ver meus amigos todos os dias... Argh! Talvez ter passado tanto tempo em apenas um lugar tenha causado esse mal. Eu, sinceramente, não sei ficar sozinha.

Talvez uma despedida definitiva doesse menos. Porque eu poderia dizer: "Cara, que vontade de te abraçar!", "Que saudades!".
Não que eu não possa dizer isso, mas é estranho. Pareço uma criança chorona (talvez eu seja!).

Que vontade de abraçar! Não aquele abraço de "oi" ou "tchau", mas um abraço de verdade. Não consigo nem lembrar da última vez que abracei alguém decentemente.
E, quando penso em fazer isso, fico sem graça.

Tô ficando pirada.

Bjmordida!

domingo, janeiro 09, 2011

"A" corrida!

Bem, eu disse que falaria sobre algumas coisas nos próximos posts, mas tenho um assunto mais urgente: A corrida! #projetovelhinhassaudáveis!
Eu estava tão ansiosa, com tanta vontade de fazer diferente, que, sei lá, ficava com medo de acabar estragando tudo na hora. "Estragar tudo" seria eu mesma acabar me desistimulando. Eu sou era assim.
Tenho Tinha preguiça de correr, mas o problema maior sou era eu. A minha cabeça. Gosto muito de correr, mas, quando corro corria, já estou estava pensando em parar logo.
Mas ontem eu percebi que eu faço isso com absolutamente TUDO. Principalmente com as coisas que eu quero (isso é meio óbvio, não?).
Acho que foi por isso que tive aquela epifania doida.

Porque, cara, eu cansei disso. A vida já é difícil, pra que diabos vou ficar me colocando "pra baixo"?!

Ainda acho que existem muitas coisas impossíveis, mas pensar que tudo é impossível... Aí já é demais!!!

É muito fácil ser fraca. Ficar dizendo "Oh céus, oh vida, oh azar".

Mas a corrida me ensinou que isso não leva a nada, pelo contrário. Se você quer alcançar um objetivo, lute por ele (eu tô mesmo falando isso?!)!

Não, nem tudo é possível. Mas nem tudo é impossível!

Sei lá, foi essa vontade de ser forte para uma simples corrida que está me fazendo ter vontade ser forte para tudo. SEMPRE!

Posso dizer que descobri uma força que eu nem sabia que existia hoje.
Na outra corrida também, mas foi diferente, porque foi mais pelo incentivo da Ísis (nunca vou esquecer disso, viu?!) do que por mim. Ao mesmo tempo que eu queria ser forte, eu continuava com a cabeça fraca.
Mas essa tal força que descobri hoje foi porque permiti que ela existisse (não sei se consegui explicar direito).
A tal epifania maluca do post de ontem com certeza fez toda a diferença hoje! (Y)

Não corri tudo, é verdade. Nem me preparei para isso.
Porém, tenho a certeza de que fiz de TUDO (ou quase isso) para correr o máximo que pudesse!

O que quero dizer é que, se não fosse a corrida, eu não teria tido aquele "ataque" de ontem. Sem o "ataque", eu permaneceria a mesma fracota de antes. E, se isso acontecesse, a corrida, com certeza, não teria "rendido" tanto.
Uma coisa complementou a outra, entendem?

Não estou dizendo que agora sou fodona, fortona. Isso vai ser uma mudança gradual.
HOJE consegui. Sei que dei o meu máximo (ou quase isso).
E, a cada dia, espero conseguir me fortalecer!

E aí? Correr é ou não é MÁGICO?! *________*
Booooooora buscar mais uma epifania?!

Bjmordidona!

PS: Não esqueci dos outros assuntos para os próximos posts!

PS2: Tinha um galo na corrida! Sim, minha gente, um galo de VERDADE! Que cantava e tudo mais! HAUAHUAHAUHAUAHUHUAHAUHAUAHUAHUAAUHAUAHUHUAAHUAHUA! Dooooooooooooorgas!

sábado, janeiro 08, 2011

Viajando nos remedinhos

Mais uma vez, feliz ano novo, meu povo! :D

Bem, eu queria postar desde o dia 1º, mas não sabia sobre o que falaria.
Falar sobre meus desejos para 2011? Não, só de pensar sobre assunto, fico... Confusa. Sufocada. Dá um aperto no peito. O futuro nunca esteve, sei lá, tão... Em evidência.
Outras coisas me sufocam, é verdade. Mas, pela primeira vez em muito tempo, tenho a esperança de que tudo dê certo. Uma esperançazinha num verde beeeem clarinho, mas ela existe.
Bem, nos dois casos, só resta esperar. E reunir forças para lutar.
Não fazia isso há muito tempo, então a inércia de permanecer fraca me consome.
Mas eu VOU ser forte. Posso levar muita porrada, mas um dia eu vou ser.
Pensava que o pessimismo me afastava de qualquer tipo de sofrimento, mas hoje vejo que não. Decepções doem. Sim, doem. Podem doer MUITO. Mas pensar que tudo pode dar errado é angustiante demais. E, sinceramente, cansei de sentir essa angustia.
Não estou dizendo que já não a sinto mais, apenas digo que cansei de senti-la.
Acho que isso é o primeiro passo para mudar.
Sempre tive medo de mudar. Aos poucos, o medo está indo embora.

Eu realmente não sei de onde está vindo tudo isso! HAUAHUAHU
Eu ia postar sobre outro assunto! E, quando disse que não queria falar sobre os meus desejos, é porque eu queria mudar de assunto... =P
Caraca, eu tô é ficando doida de vez! HAUHAUAHU

2011, não prometo nada. Que venha as porradas, as alegrias, a força, a esperança... Ah, que venha o que vier!

(Na boa, tô viajando legal nos remedinhos. Preciso dizer que esse post foi totalmente Pai-de-santo?)

Bjmordida!

Seja forte, Ana Luiza, não importa o que aconteça!

PS: Para os próximos posts... (sem previsão LOL)

Relatividade;
Companheirismo, preocupações.

PS2: Super ansiosa para amanhã! Não quero desistir tão facilmente, como sempre faço.

PS3: No começo do post, disse que não queria falar sobre meus desejos para 2011, porque estava com medo de pensar sobre isso. Ah, eu sei lá, tive um insight meio maluco enquanto escrevia esse post, então estou começando a me contradizer. LOL
Engraçado, comecei a escrever o post chorando (:X), agora tô rindo loucamente. Tô começando a ficar com medo de mim mesma. HAUHUHAUAHUAHU

sexta-feira, dezembro 31, 2010

2011, here we go!

Dois mil e dez voou. Passou tão rápido que não tenho a sensação de estar no começo do último dia deste ano.
Mas, apesar de ter voado, ele não passou despercebido. Pelo contrário.
Eu mudei. As pessoas mudaram. Tudo mudou (pelo menos um pouco).
Nunca pensei que ficaria feliz com isso, mas estou. Fico feliz em dizer que aquela música que diz: "Nada mudou..." está bem longe de representar este ano.
Mudei tanto que, às vezes, não consigo compreender o meu eu do começo do ano. Isso é estranho!
Lembro, por exemplo, de algumas respostas que dei no meu formspring. Disse que queria sair daqui logo, reclamei da minha família... Queria ficar rica. Ir embora e nunca mais voltar.

É incrível como as coisas mudam.

Hoje, tenho a certeza de que amo meus pais, meu irmão (sim, eu já duvidei disso).
Lembro dos momentos felizes que já tivemos. Coisas que aconteceram quando eu ainda era uma criança. Coisas que aconteceram ontem. Não consigo deixar de sorrir.
Acho que tinha medo de me apegar a eles.
Posso dizer que o amor dói. Tenho medo de perder tudo o que conquistei este ano. Pensar que posso decepcioná-los algum dia dói. Mas isso não é assunto para hoje.

Este ano foi um ano de dúvidas.
No começo do ano, não tinha ideia do que queria ser. E não me lembro o que fez com que eu me decidisse. Por que psicologia?
Também pensei em muitas outras perguntas:
"Por que tenho que passar por isso?", "Por que penso assim?", "Por que me sinto assim?", "Por que eu me importo?", "Por que eu sou assim?", "Por que não posso fazer minhas próprias escolhas?".
Ainda não consegui responder todas as minhas perguntas. Até prefiro que seja assim.

Fiz muitos amigos também. Fortaleci amizades antigas.
E encho a boca para dizer: "Como é BOM ter amigos!". Com o sorriso mais bobo também.
Espero fazer muitos amigos ano que vem. Mas nunca me esquecerei dos amigos que já tenho. E nem vou deixar que eles me esqueçam! Vamos fortalecer nossa amizade! 8D

Foi um ano meio estressante também, principalmente por causa do vestibular. Bem, melhor deixar isso para depois. (yn)

Foi um ano EMOCIONANTE. Dia da INFA, Sete de Setembro, Dia do Pulo², aniversário de 18 anos, Formatura, Baile... Fora os filmes/seriados que sempre me fazem chorar.
Definitivamente, sou uma completa chorona. E, com o tempo, sinto que vou ficando pior. LOL Espero que isso seja sinal de que meu coração não é de pedra! =P

Dois mil e dez foi um ano muito comédia! Impossível esquecer das risadas que dei com meus amigos, com meus pais, com meu irmão, com meus parentes!

Enfim...
Posso dizer que
Dois mil e dez VALEU A PENA!

Dois mil e onze, me SURPREENDA!

Bjmordida para você que participou do meu 2010!

PAZ e AMOR pra geral! Sempre!

quarta-feira, dezembro 29, 2010

Pensamento

Estava aqui pensando...:
Será que, se você der o melhor de si - tentar ser a melhor pessoa possível - isso será levado em consideração diante de uma "falha"?
Eu realmente espero que sim.

É, galerinha, hoje vai passar "Crepúsculo" na Globo! Quem vai ver, quem vai ver? Com a tecla SAP ligada, por favor!
(É, isso foi para quebrar a estranheza do post HUAHAUHUHUAHUHAU)

Bjmordida!

terça-feira, dezembro 28, 2010

Devaneios

Lembra quando eu disse no penúltimo post que tudo estava dando tão certo que dava medo?
Posso dizer que eu estava certa. Não é a primeira vez que acerto um palpite.
É estranho, mas tenho pressentimentos sobre algumas coisas. Coisas que são "fortes" para mim. Mas acho que todo mundo tem, então...

Ahm, semana passada foi bem tensa. Não muito, mas o suficiente para atrapalhar o andamento dos meus projetos.
Fiquei enjoada praticamente todos os dias, o que me desanimou a correr. Ontem teve um episódio meio tenso, mas deixa pra lá. XD"
Também não gostei do baile. Todo mundo fica dizendo que foi ótimo e blá blá blá, mas eu, sinceramente, não gostei. Ver um bando de adolescentes (pseudo-adultos, vá!) bêbados me preocupa. Mais do que deveria, é verdade. Talvez seja besteira me deixar abater por causa disso, mas... Eu não consigo não ligar, entende? Bem, deixa isso pra lá também. u.u
Natal. Esse natal foi broxante.
Goteiras, vazamento de água. É, foi tenso. Hoje parou, mas o banheiro está um lixo. E o armário da cozinha também. -.- Entrou água até na porta dos fundos, cara! >D
Mas pelo menos parou. Por enquanto.

Sei lá, fiquei bem desanimada com tudo isso. Por isso, nem postei durante esse tempo e talz... Não queria fazer um post muito revolts (ou algo do tipo). =P

Aos poucos, vou recuperando meu fôlego.
Pelo menos escrevi um pouco de Trust her or not, arrumei algumas coisas no quarto, resolvi múltiplos desentendimentos. Até joguei The Sims, mas fiquei com medo de me viciar e parei por alguns instantes. u.u The Sims é um jogo interessante, mas medíocre.

Enfim, acho que por hoje 'tá bom. Estou tentando controlar certos pensamentos, e, bem, postar não ajuda em nada! LOL

Bjmordida! ;D

segunda-feira, dezembro 20, 2010

It's too late to apologize

(O título do post é uma hipérbole. E não serve apenas para o que que vou escrever abaixo. Serve para outra coisa também, mas cansei de falar sobre esse outro assunto.)

Cara, eu 'tava "aqui" esses dias todos e só HOJE resolvem fazer algo a respeito.
Isso realmente me irrita.
É como se, sei lá, meus sentimentos não tivessem a mínima importância!
Eu entendo, sei que te magoo o tempo todo, mas, cara...! Você acha que eu gosto disso?
Eu só não consigo entender qual é a dificuldade de sermos amigos.
Tá, isso é um pouco egoísta da minha parte - querer que você ignore o mal que eu te faço -, mas o fato de te magoar não significa que eu também não fique magoada.
E só porque sinto culpa não quer dizer que você possa fazer o que quiser.
Eu mereço respeito. Você não pode simplesmente agir como quer e depois querer que eu não me chateie com isso, que tenha uma conversa amigável na hora que VOCÊ quer e ficar tudo bem.
Você também está sendo egoísta. Porque eu também tenho sentimentos. E tenho a certeza de que, se pudesse controlá-los, eu não estaria fazendo esse post.
A culpa é minha até certo ponto. Até certo ponto!

Ok, quem leu esta merda isso aqui está de parabéns.
Só mais um desabafo para minha coleção.

Bjmordida.

sábado, dezembro 18, 2010

Férias, projetos, etc

Desculpem por ter abandonado o blog - caso alguém tenha se sentido ofendido. hauhaahu
Mas não se preocupem. Estou bem feliz!
Não sei bem dizer o porquê.
Apesar de ter terminado a escola (o que é muito triste), as coisas estão melhores do que antes.
Estou retomando projetos, finalizando ciclos, começando novos (ou quase isso).

O principal projeto que retomei foi o de recomeçar a correr.
Comecei a treinar na terça-feira, acho. Está me fazendo um bem danado! Treinei de manhã nos dois primeiros dias. Quinta e sexta-feira corri no fim da tarde. Bem, eu prefiro correr de manhã, porque está mais fresquinho. E, se for para esperar o fresquinho da noite, estou ferrada, porque o Maraca é perigoso! hauhaua É um pouco difícil acordar, porque estou indo dormir muito tarde (explico o porquê abaixo), mas vale a pena o sacrifício. No começo, antes de começar a me arrumar, fico com uma preguiiiiiiiiiiiiiiiiça, mas depois passa. E, quando volto da corrida, a sensação é de... não sei explicar! Um tipo de êxtase, talvez.

Comecei a ler um livro ("Não conte a ninguém", dado pela minha querida May ;D), o que também está me fazendo bem. Ele é bem interessante. Não me sentia tão interessada por um livro desde... "Amanhecer" *desvia das pedradas*! E é por isso que tenho dormido tão tarde. Tá legal, também fico conversando no MSN (principalmente com a Cachaça hauhauahu), vejo Jô (o gordinho sexy da Cachaça) e "Two and a Half Men" (dublado, no SBT, mas tudo bem!).

Falando em televisão, vi um episódio de um seriado muito louco. Chama-se "Nip/Tuck" (e também passa no SBT! HAUHAUHAU Não ter TV a cabo é uma merda).
A mulher pediu para o médico tirar os seios dela porque ela tinha fortes chances de desenvolver câncer de mama. O cara aceitou, mas, durante a cirurgia, a amiga dele (uma médica ou enfermeira, não sei) ficou dizendo que ele não deveria fazer isso, porque ela era jovem e talz. A mulher ficou revoltada, obviamente. Acreditam que ela voltou no dia seguinte no consultório dele e que arrancou um dos seios com uma faca elétrica no meio da sala de espera dele??????!!!!! COMO ASSIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM??????????!!!!!!!!!
Sério, eu achei isso BIZARRO. Que porra de seriado era aquele?! "Tenha medo!", como diz um carinha que o Jô entrevistou ontem.

Ahm, estou de férias no Kumon desde terça. Férias no CCAA desde quinta (aliás, estou com medo do resultado das minhas provas! =P)

Está dando tudo tão certo. Dá medo até. u.u'

Bem, o post está ficando maior do que eu queria.
Falo sobre os outros projetos no próximo post, espero.
Preciso dormir, prova da UFF amanhã! @_@

Bjmordida

PS: Victor, se você ler isso aqui, faça o favor de mandar notícias! u.u

terça-feira, dezembro 07, 2010

Someone's knocking on my door

Amanhã irei fazer 18 anos.
Finalmente serei responsável por mim mesma (teoricamente).
Vou ser legalmente adulta.
Mas o que fazer quando não se quer crescer?
Passei anos esperando por este dia, mas hoje, um dia antes de ele chegar, já não quero que ele chegue.
Responsabilidades virão. Será que estou pronta para recebê-las?
Problemas se complicarão.
E eu que sempre achei que iria sair de casa assim, no dia seguinte!
Era minha vontade. Sair de casa logo. Cansei de brigar com o tempo, porque ele não passava e, consequentemente, atrapalhava a minha liberdade.
O desejo pela liberdade não mudou. Eu quero ser livre. Mas não da forma que eu queria antes.
Eu não quero quebrar laços, cortar relações. Muito menos com os meus pais.
Eu não quero ganhar rios de dinheiro. Simplesmente ter uma vida confortável me parece mais atraente.

Sempre quis ter 17 anos.
Seria a idade que eu não seria mais criança, mas não seria adulta.
Contaria os dias para fazer 18 anos.
18 anos - a idade que eu massacraria todo mundo. Dizer tudo aquilo que estava engasgado durante anos.
Hoje, finjo que não há nada engasgado. Tomo um copo d'água e tento respirar o ar que entra através da janela da minha sala de estar.
O medo, inexistente 4 anos atrás, passa a ser minha sombra.
Não quero ficar presa, mas também não quero ser livre. Porque talvez eu não esteja disposta a pagar o preço pela minha liberdade.

Quando queria fazer 17 anos logo, sempre achei que eu seria mais determinada do que nunca.
Chega a ser engraçado (e até irônico) perceber que me tornei o oposto daquilo que eu sonhava aos 14 anos.
Até que ser mentalmente impulsiva tinha suas vantagens. Tomar decisões com certeza não era um problema.

17 anos - a idade que pensei que meus valores se tornariam cada vez mais concretos - foi a idade que mais mudei.
Arrisco dizer que se juntar todos os outros anos que vivi e comparar com o ano que tive 17 anos, possivelmente, dará para perceber que não mudei tanto assim antes.
Quando paro para pensar no começo do ano, quando tinha acabado de completar 17 anos, parece que não sou a mesma pessoa.
Não sei se isso é bom ou ruim. Por enquanto, é apenas estranho e inesperado.

18 anos, parem de bater à minha porta! Amanhã eu lhes atendo da melhor maneira que eu puder.
E fiquem por mais tempo, porque os 17 anos foram embora muito rápido!

sexta-feira, dezembro 03, 2010

Vazio

Não sei o que pensar.
Não sei o que sentir.
Só sei que existe um grande vazio.
Queria poder abraçar todos os meus amigos. Aquele braço sufocante...
Talvez eu até saiba o que pensar, o que sentir.
Apenas não quero tentar compreender, porque isso, com certeza, doeria.
Ainda bem que os dias estão quentes, o que me deixa com preguiça/moleza.
Isso ajuda a esquecer...

Enfim, vou postar dois desenhos que fiz no começo desta noite.
Segundo a tela deste laptop, as cores não estão iguais as dos desenhos, então...
Acho que não vão estar iguais na tela de vocês também. u.u'
Paciência, né? -.-'
Mas espero que gostem mesmo assim. (:

I don't know what to think Autumn, spring or summer?

Bjmordida!

sábado, novembro 27, 2010

Confusões, como sempre

Estou aqui, tentando, humildemente, escrever algo que preste.
Mas só o que vem à minha mente é: "Que MERDA!" (ou melhor ainda: "Que grande MERDA!").
Eu gostaria de ter controle de mim mesma, mas não tenho. E isso é uma grande merda!

Assim, eu não me importaria com o fato de que a minha "irmã" não parece estar dando a mínima bola para mim.
É egoísta dizer isso? Talvez.
Mas, então, sou muito egoísta, porque me importo com isso.
Dói não ter mais uma pessoa que ficou comigo por 3 anos.
Quando eu estava feliz, triste ou até mesmo com raiva (mesmo quando a raiva que eu sentia era dela!). Que estava ao meu lado mesmo quando EU a magoava.
Mas tudo bem, é a vida.
É, eu sei, pareço até possessiva. Mas não é isso!
Não, eu não quero que meus amigos fiquem me ligando toda hora, mandando recados, falando comigo no MSN.
Mas eu quero estar presente na vida deles de alguma forma.
É egoísta querer isso?
Ainda mais porque, de todas as pessoas, ela é a que eu menos esperava que fosse fazer isso.
Eu admito: Eu sou medrosa. Melhorei muito, mas, ainda assim...
Então já conversei sobre isso vááárias vezes com ela.
Odeio esse negócio de amigos se afastarem. Ela sabia que eu ficava com medo de isso acontecer com ela. E ela sempre me dizia que não se afastaria, porque eu era importante para ela.
Sinceramente, não me sinto mais importante.
Pelo contrário.

Também gostaria de dizer "Eu também" para uma certa pessoa.
Mas não estaria sendo sincera se o fizesse.
E me dói não sentir o mesmo.
Eu, como sempre, estrago tudo. -.-

Outra coisa: Eu não sou uma droga de boneco!
Se for tentar me manipular, pode esquecendo!
Se for para alguém me controlar, que seja EU mesma (e como eu queria poder fazer isso!)! u.u

Milhões de sentimentos, mas, ao mesmo tempo, estou tão apática...
Tentando me manter calma, talvez.

É, talvez esse post não faça nenhum sentido, mas... :P

Bjmordida! ;D

PS: Espontaneidade é bom! Aprendi isso este ano! ;D

PS2: Nem vou comentar sobre o que está acontecendo aqui no RJ. Vergonhoso!

segunda-feira, novembro 22, 2010

Novo visual

Cansei do Arima-kun e da Miyazawa-san!
O que acharam do novo visual? ;D
Pouca, mas MUITA cor, não? -Q

Bjmordida

domingo, novembro 21, 2010

Cada pedaço seu

Cada pedaço seu está em minhas lembranças.
Cada pedaço seu está em algum lugar.
Cada pedaço seu está em algum momento.
Cada pedaço seu está em algum pensamento.
Cada pedaço seu está em alguma palavra.
Cada pedaço seu está em algum gesto.
Cada pedaço,
Cada pedaço seu.

O que você não sabe é que cada pedaço seu está em mim.
Cada pedaço seu.

Cada pedaço seu está em todas as lembranças.
Cada pedaço seu está em todos os lugares.
Cada pedaço seu está em todos os momentos.
Cada pedaço seu está em todos os pensamentos.
Cada pedaço seu está em todas as palavras.
Cada pedaço seu está em todos os os gestos.

Cada pedaço seu.
Cada pedaço seu.
Cada pedaço seu.
Cada pedaço seu está em mim.
Cada pedaço seu está em meu coração.

(23/03/2009 - 17:20h)
____________________________________________________

A repetição foi proposital...
Na hora que estava escrevendo, fiquei na dúvida em mudar para "todos os seus pedaços" na terceira "estrofe", mas acabei optando por continuar com "cada pedaço seu".
Nem deu para perceber que eu estava com saudades de alguém, né? HAUHAUHAUAHU
E.. Eu sei, o final ficou MUITO gay!

Enfim... Mais um texto antigo!

Bjmordida

Que fim é esse?!

Eu, sinceramente, não queria que fosse assim.
Cada um em um canto, cada um em um grupinho...
Cadê a união?
Cadê a união?!
Talvez seja impressão minha, mas estamos cada vez mais distantes.
Só não queria que fosse assim.

Mas quem sou eu para reclamar?
Se eu falo algo, dizem que sou reclamona, que sou não-sei-o-quê.

Eu realmente espero que as pessoas caiam em si, porque não sou eu que vou fazer "reclamações".

Bjmordida.

quarta-feira, novembro 17, 2010

Coleção de Elogios - by Mii Davel

"Ela gostava de colecionar elogios. Não se sabia se o fazia por mania mesmo ou por precaução. Quem sabe talvez fosse a pouca vivência quem colocara na cabeça daquela menina, tolinha, que as declarações precisavam estar sempre ali, prontas para serem usadas a seu belprazer.
De qualquer forma, ela saía derramando sobre os familiares, vizinhos e coleguinhas o seu arsenal de comparações decoradas: os olhos da mãe eram cândidos como água pura. O vestido da tia Filó era tão vistoso e colorido tal qual a primavera...

E quem via a menina assim, uma doçura rasgando-se em elogios preconcebidos, parava o que estava fazendo e chegava mais perto para ouvir melhor e talvez até ganhar um elogio também.

Acontece que um dia, a menina já crescida, conheceu um menino que a deixava muito nervosa: era impossível encontrar uma comparação que servisse perfeitamente para ele.
Ela sabia que o menino era tão lindo quanto a luz da lua. Mas era mais do que isso. Ela sabia que ele era 'tão belo que deveria virar poesia', certamente. Mas não era só isso. Ela sabia que sentir saudades do menino era 'tão escruciante quanto não ter um dente da frente.' Mas nunca, nunca mais uma comparação serviu perfeitamente.
Foi esse o dia em que a menina decidiu jogar fora a sua coleção e aprendeu a usar as palavras sozinha."


Eu simplesmente adorei, Mii!
Fez com que eu me lembrasse da Yukino, a personagem principal de Karekano, mas ok! XD
Eu acho que fazia a "mesma" coisa... :X

Bjmordida!

segunda-feira, novembro 15, 2010

Felicidade = Repulsa

Alguma vez já aconteceu de você ver uma situação, dizer que nunca quer que ela aconteça com você, mas sabe que, no fundo, ela vai? E que, quando você estiver nela, será feliz? Uma espécie de felicidade repulsiva.

Mais uma vez, meus pensamentos me confundem. Obrigada, cérebro paradoxal! u.u

É, eu sei, este post não faz sentido, mas, acredite, é melhor que não faça. Senão você vai ler um monte de idiotices que, no momento, não estou a fim de escrever.
É mais como um post-memorial(?), para que eu apenas lembre desses meus pensamentos contraditórios, não para trazê-los à tona e, com isso, sofrer.
Alguém entendeu? Se entendeu, me explica, porque nem eu entendi! >D

Bjmordida!

PS: Estou ouvindo o CD da t.A.T.u. Isso é, no mínimo, engraçado!

quarta-feira, novembro 10, 2010

Meu caval[h]eiRo

"Meu cavaleiro desviou-se do caminho.
Não era sua intenção: uma abelha picou seu cavalo branco.
O cavalo, pobre coitado, não aguentou a dor: saiu correndo, desesperado, com meu cavaleiro em suas costas.
Eu chorei em minha janela a falta do meu cavaleiro, sem saber o porquê de seu sumiço: de longe, não vi a abelha - a causadora do mal-entendido.
Dias se passaram.
Quando menos esperei, meu caval[h]eiro bateu em minha porta.
Veio sem seu cavalo. Estava coberto de poeira do deserto.
Ele, com suas vestes desalinhadas, me explicou o motivo de ter sumido.
Ajoelhou-se cuidadosamente diante de mim e me pediu perdão.
Disse a ele que não precisava se desculpar, pois não tinha sido sua culpa.
(E, mesmo que tivesse, ele deveria estar arrependido. Veio andando de muito longe só para me ver!)
Ele, então, segurou minha mão e me chamou para um passeio.
Como nos velhos tempos, quando ainda éramos pequenos."


Quem adivinhar quem é o caval[h]eiro ganha um bombom! :D

Bjmordidaaaaa! ;D

terça-feira, novembro 09, 2010

Maldição

Como eu poderia ter certeza de qualquer outra coisa quando eu mesma nego a minha principal certeza (além da morte)?
Fugir e tentar mudar algo impossível de ser mudado só faz com que eu faça o mesmo com outras dúvidas.
Só que, diferente das minhas outras dúvidas, isso já não é mais dúvida - mesmo eu querendo que seja.
Argh! Eu odeio ter que admitir isso, mas nada mudará. Eu queria que sim, mas não vai.
Parece praga, só pode.
Mas eu sei que vou continuar fugindo disso. Porque eu tenho medo. Medo de me "jogar" e nunca mais conseguir voltar - mesmo que eu saiba que eu já fui.
Essa pseudo-dúvida me queima. A verdade está gritando, mas tapo os ouvidos.
Eu não quero mais fugir, mas não quero seguir em frente.
Por que não posso simplesmente sentar na areia e admirar o mar?

Decepção ambulante, esse é meu nome.

segunda-feira, novembro 08, 2010

Glass Wall

"I can see you,
But I can't touch you.
You're behind this glass wall.
Why can't I break this wall?
This glass wall is made of your fears.
Only you can break it.
Why do you have these fears?
I can't touch you because of them!
Why can't I do anything?! What should I do?!
I can see you behind this glass wall,
But I can't touch you, neither your heart."

(2008)

______O______

Minha mãe comprou uma cama nova para nosso quarto (meu e do meu irmão, infelizmente).
Por causa disso, tive que tirar tudo que estava dentro do meu baú - basicamente, só tinha minha caixa de lembranças.
Na caixa, achei textos antigos que eu havia escrito. O "Glass Wall" é um deles! =P
Achei textos que pensei que tinha jogado fora... Mas o que realmente me pergunto é onde foi parar a minha pasta de poemas! @_@
Os poemas desaparecidos foram escritos em 2005. Até que consegui achar um deles no meio desses textos... Ele é bem... Estranho. Eu me sentia um pouco (?!) sozinha na época, então... Acho que isso explica! Muito trágico para uma menina de 12 anos! >D
Bem, falando nos textos, tem pelo menos um texto para cada ano desde que entrei no colégio! XD
É engraçado relê-los, eu era muito revoltada. Ou amargurada, não sei dizer bem.
Aos poucos, vou colocando alguns deles aqui. São muito ruins, mas... Acho que seria legal compartilhá-los com quem visita meu blog! =D
Afinal, eles são... Tipo o oposto do que sou agora, acho. Ou não! hahaha! XD

Sorry se tiver algum erro muito bizarro em "Glass Wall", mas... Ele retratou um momento bem angustiante que vivi. Não é bem angustia, é uma incerteza que dói, entendem? o.o

Bem, esse post ficou maior do que o esperado!
Uma forma de fugir da bizarrice do ENEM?
É, talvez! Só de pensar nisso... Sinto vergonha do Brasil... -.-'

Bjmordida!

sexta-feira, novembro 05, 2010

Zum zaravalho! - Insight de hoje

Passei 6 anos gritando, falando, sussurrando, sussurando/falando, falando e gritando a mesma saudação colegial (sim, nesta ordem).
Desde o começo, ela não fez nenhum sentido para mim. Absolutamente nenhum.
Aprendi cada palavra (e a ordem delas) por sua sonoridade, mas nunca compreendi o significado delas. Não até hoje.
Só no 7º ano, na "última" formatura, foi revelado o segredo:
Não é para fazer sentido. Você grita por orgulho, por amor ao colégio (ou não).
E só isso basta.
Sentido?! Para quê ter sentido quando seu tom de voz ao fazê-la expressa o seu amor, ódio ou desprezo pelo colégio?

Passei 6 anos cantando a mesma canção, que, aos poucos, ganhava sentido.
Já cantei por cantar, deixei de cantar e cantei orgulhosa (é, esta MESMA canção).
Mas apenas hoje, quase no final do meu Ensino Médio, entendi uma pequena parte que sempre achei boba, sem sentido: "Mas um dia o pranto há de nossos olhos inundar... Ao chorarmos a saudade do COLÉGIO MILITAR."
E não é que os ex-alunos têm razão?!

O pulo na piscina foi uma forma de amenizar a dor deste fim.
Uma forma de terminar uma etapa e começar uma nova.
E, de agora em diante, muitas mudanças ocorrerão.
Este pulo tão simples fez com que eu deixasse de sentir medo (talvez não por completo, mas já é uma melhora).
Parece que, quando você finalmente passa a dar valor às coisas e passa a aproveitá-las melhor, é preciso tirar essas coisas de você.
Bem, é a vida.
Felizmente, tenho a certeza de que não seguirei meu caminho sozinha.
Tenho os meus amigos. E eles têm a mim.
Ao menos que eu esteja enganada (o que duvido MUITO). Ou que tudo não tenha passado de um sonho.

Bjmordida!

Zum zaravalho! /sempreacheiissobrega

PS: Sempre gostei de observar os alunos do 3ªº pulando na piscina. Sempre quis fazer o mesmo, só não sabia por quê. É, acho que hoje eu entendi.

6 anos que passaram voando. Mas tudo valeu a pena. Tudo.
Eu sei, o colégio não é perfeito, mas isso é normal. Nenhum colégio é...

segunda-feira, novembro 01, 2010

Promessas

Promessas me atraem.
Não por aquilo que se é prometido. Não pela doçura das palavras ditas.
Mas, simplesmente, pela promessa em si.
Pela esperança que a pessoa que promete tem de que aquilo que se é prometido dure para sempre.
De que seus sentimentos não mudem. De que ela permaneça a mesma.
É esta esperança que torna uma promessa tão pura.
É esta esperança que valida à promessa.
Caso contrário, serão apenas palavras jogadas ao vento.
É preciso acreditar na durabilidade do compromisso assumido para que ele realmente exista.

Por mais que quebremos promessas, não nos tornamos pessoas menos dignas ao fazer isso.
As circunstâncias mudam. Nós mudamos. Tudo muda o tempo todo.
Quebrar promessas é humano.

Só não consigo entender por que prometemos aquilo que não podemos cumprir.
Aquilo relacionado a algo que nem mesmo nós acreditamos em sua veracidade. Ou nem mesmo na veracidade de nossos sentimentos, nossas intenções.
Ou então...
Para quê prometer algo que dê a possibilidade de tornar concreto aquilo que só queremos como sonho?

Promessas são promessas.
Mentiras são mentiras.
Ilusão é ilusão.
Realidade é realidade.

Mudanças são promessas quebradas.


Eu estava com esse texto na cabeça desde sábado de noite, mas só fui escrevê-lo às 2h da madruga de hoje! auhauahauah
Não ficou tão bom quanto eu gostaria, talvez eu edite depois, mas... Vai assim mesmo!


Bjmordida!

PS: Não, promessas não me atraem! XD