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sexta-feira, maio 31, 2013

O retorno do recalcado?

Às vezes, pensar muito tem suas desvantagens. Estudando psicanálise, talvez a coisa piore.

Tenho pensado muito em cortar o cabelo de maneira radical (o tal undercut), mas tenho medo. Medo que eu acho que sinto por não saber de onde vem essa vontade. Sempre que sinto uma mudança em mim, eu tenho pelo menos noção de onde ela vem. Mas a vontade do corte é por pura vontade.
Como ligo isso à psicanálise? Simples: nada é "por acaso". Se não tenho consciência do porquê, o que é que tem no meu inconsciente? O que o tal corte representa? Eu preciso saber o porquê? Às vezes penso que sim, às vezes penso que não...
Nos meus pensamentos, mudar é tão fácil. Principalmente quando a mudança dificilmente sairá dos planos. Quando a coisa pode se tornar real, fico com medo.
Afinal, é assim com todo mundo?
Nós deveríamos temer o que há no nosso inconsciente?

Tenho procurado sempre mudar para melhor. Mas o que isso significa? Será que realmente estou mudando?
Penso demais sobre a vida, mas isso acaba me decepcionando em alguns aspectos. Quando procuro mudar para melhor, fico um tanto decepcionada ao ver que as pessoas não me acompanham. Há o machismo, a homofobia, a ignorância, a sujeira, a impaciência... Ter que lidar com isso também requer mudanças, e uma espécie de treinamento. Acabo me perguntando se não estou cada vez mais me conformando com as coisas em busca de maior paz interior.
Quando você vê um problema, principalmente em alguém que você ama, e "abre o bico", a pessoa sempre fica um tanto... "inconformada" com sua visão.
Ao mesmo tempo, me pergunto qual é o meu direito de tentar mudar alguém. E, talvez, se eu tenho o dever de ao menos dar um pedaço do que penso para o outro. Mas o que me garante que o que EU penso é realmente bom para as pessoas?

Claudete, minha professora de Literatura do terceiro ano, uma vez disse:
"A mudança vem da inquietude."
Mas e a paz interior? Vem da "não-mudança"?

A faculdade tem me feito um bem danado neste período. Ou será que não? haha

Bjmordida y'all.

quarta-feira, março 13, 2013

Pensamentos

3 pensamentos do dia (de ontem):

1 - Todo mundo diz que família > namorado(a) e amigos, mas que tipo de família é essa que coloca o outro para baixo, não tenta compreender por inteiro? Só ouvem o que querem, o que convém... 

2 - Por que as pessoas acham que ser gay é tipo "Acordei. Hm, acho que vou ser gay hoje..."??? E, mesmo que fosse assim (uma escolha), isso não cabe apenas à pessoa e a quem ela se envolver? É você que vai beijar? É você que vai transar? Então pq tanta preocupação???!!!

3 - Apontar o dedo é feio.

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Bjmordida

sábado, fevereiro 02, 2013

Pensamento do dia


Se eu fosse (apenas) racional, não estaria preenchida de tantos sentimentos.
Penso que a busca pelo equilíbrio é o ideal. Não precisamos escolher um lado...
(Não foi um post crítico. Postei a imagem apenas para mostrar de onde o pensamento veio.)

Bjmordida
PS: Victor, gostei de ter comentado. hehe (:

terça-feira, janeiro 29, 2013

Pensamentos filosóficos causados por The Sims

É, a vida é difícil. Talvez não para mim (sou relativamente bem-resolvida ou minha vida é fácil?), mas, quando vejo minha namorada levando "porrada" direto, começo a pensar que o mundo é um tanto injusto. Ela chora, faço minhas voltas, consigo sorrisos. O futuro melhor é a nossa maior esperança.
Em algumas horas jogando The Sims, na qual você tenta deixar as personagens o mais "verdes" possíveis - felizes, bem alimentadas, cheirosas, saciadas, bem sucedidas e com todas as qualidades que qualquer pessoa gostaria de ter-, veio uma velha conhecida, a epifania: mas afinal, a vida não é assim mesmo?
Estamos sempre tentando atingir o máximo em tudo, como se a vida fosse uma grande busca pelo "verde".
Com algumas horas de jogo, desistimos de ter as personagens no nível máximo - dá muito trabalho, cansa.
No caso da vida, também cansamos. E morremos.
(Meu irmão interrompeu minha linha de pensamento. Damn.)
Anyways, ou continuamos na busca pelo verde até o "fim da linha" ou passamos a aceitar que o máximo não será alcançado nunca. "Slow down, you crazy child", vamos viver o momento, porque a balança do verde sempre se altera.

Bjmordida

terça-feira, janeiro 15, 2013

Memes

Bem, como não quero deixar o blog abandonado, resolvi fazer os memes que foram indicados pela Moni! K3
Seguem os memes:

Meme 1

Regras:
    • Completar todas as frases.
    • Repassar o meme para 5 pessoas e avisá-las sobre. (Não vou fazer isso haha) 
    • Ao repassar as frases, você pode optar por manter as mesmas ou inventar outras.

1) Sou muito viada. -q
2) Eu não suporto falta de respeito.
3) Eu nunca fiquei bêbada.
4) Eu já fui a uma sex shop.
5) Quando criança, sonhava em ser cantora.
6) Neste exato momento, estou falando com a namorada (♥) e vendo desenho.
7) Eu morro de medo de morrer.
8) Eu sempre gostei de ler.
9) Se eu pudesse, casaria com a Bella. ^^"
10) Fico feliz quando estou de férias. haha
11) Se eu pudesse voltar no tempo, teria gastado menos energia com coisas bobas e mais energia com coisas importantes
12) Adoro viajar com meu amor.
13) Quero que 2013 seja um ano feliz.
14) Eu preciso ser mais responsável.
15) Não gosto de intolerância.

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Meme 2

Regras:
- Responder as perguntas;
- Repassar para 10 blogs. (não farei =P)

1. Seu Nome/Apelido: 
Ana Luiza / Aninha, Nee.
2. Sua Idade: 
20 anos.
3. Se você fosse uma personagem de livro, quem você gostaria de ser?
Tem que ser de livro? =/ Hermione, eu acho.
4. Qual a melhor parte de se ter um blog? 
Reler posts e ver o quanto mudei.
5. 5 coisas que você não suporta: 
Ficar longe do meu amor, qualquer coisa extrema, ser ignorante por escolha, falta de respeito/consideração, pessoas que colocam seus ideais acima do amor pelo próximo.
6. 5 coisas que você ama:
Minha namorada, meus amigos, minha família, Psicologia e Inglês.
7. Você acha que seu blog é divo? 
Not really...
8. Deixe uma mensagem para seus leitores: 
Deixem de ser fantasmas, né. xP

Bjmordida

sexta-feira, maio 25, 2012

I don't get it

Às vezes acho que vago por aí sozinha. Não no sentido de estar solitária (ou, como diriam os memes, "Forever alone"), mas sim de não estar com os pensamentos sintonizados com ninguém.
Mesmo tendo pensamentos parecidos (a ponto de ter minhas frases ditas ou terminadas), às vezes acho que existem coisas que nem "a pessoa que amo" seria capaz de entender. Ela compreende, mas não entende exatamente.
Não que isso me incomode. Afinal, não somos a mesma pessoa, apesar de muitas semelhanças.
Mas, quando paro para pensar no que me diferencia das outras pessoas, vejo que tudo é fruto de alguma mágoa, algum tipo de trauma.
Será que, ao "corrigir" essas mágoas, eu estaria me aproximando das outras pessoas, mas, de alguma forma, deixando de ser eu mesma?
Sim, as pessoas mudam. Mas até que ponto a mudança seria "natural"? Aliás, existe um limite para elas?
As pessoas dizem "Fulano(a) mudou muito" e quase sempre isso soa como algo negativo.
Não sei, mais um post pai-de-santo, como nos velhos tempos.

Bjmordida.

sexta-feira, abril 06, 2012

Sometimes I just can't stand myself

Já sentiu como se estivesse queimando ao pisar na linha, no seu limite?
O limite está ali, muito bem marcado, mas você simplesmente não sabe o porquê de ele ficar onde fica. Não sabe como fazer para mudá-lo.
Incrível como seus limites fazem você se sentir tão pequeno.
Ainda mais num mundo que te faz pensar que se é grande.
"Eu. Eu. EU. Eu! Eu penso, eu faço, eu falo, eu como, eu SOU."
Parece algo grandioso, mas não é.
O "ser" é exatamente o que te faz pensar grande e o que faz o limite arder em sua pele.

Seria QUERER o suficiente para mudar seus limites?
Quando você nem ao menos sabe a origem dele? Ou então sua firmeza?

(I don't think so.)

Bjmordida.

terça-feira, março 27, 2012

Algumas verdades que deveriam ser contestadas


Ao mesmo tempo que algumas aulas podem te fazer pensar no porquê de você estar ali, tendo que aprender aquilo, outras podem ser realmente inspiradoras.

E posso dizer que são essas aulas que me fazem pensar que, sim, estou no lugar certo.

No período passado, fiz uma oficina chamada "A politização do sensível" (ou "A sensibilização do político") e posso dizer que, depois de algumas "aulas" (que, na verdade, estavam mais para discussões), passei a contestar comportamentos que são considerados normais.
Para falar a verdade, as pessoas mal percebem que se comportam daquela forma.

Por exemplo: Já perceberam como fazemos de tudo para não tocar em estranhos? Nem mesmo de leve?

"Cada um tem sua zona de conforto. Só algumas pessoas podem entrar nela sem que o 'proprietário' da zona se sinta desconfortável."
Já pararam para pensar no porquê diabos temos essa tal zona?
Qual é o problema de tocar nas pessoas?
E achamos que NÃO tocar é normal!

Gostaria de ter aproveitado mais a tal oficina...

___

Depois da minha primeira aula de Estágio Básico (no dia 14/03/2012), tenho pensado em algumas coisas que a professora (que, a propósito, se parece MUITO com a Camila Morgado) nos disse. (E fiz questão de anotar, é claro!)

Ela disse que vivemos numa cultura que tira toda a autonomia dos sujeitos.

"Diga-me o que comer.
Diga-me o que vestir.
Diga-me o que ser."


É chocante, mas é a mais pura verdade.

Além disso, ela falou sobre outras questões, mas que deixarei para um outro post.

Para concluir, deixo, então, uma tirinha da Mafalda que completa muito bem o que tenho pensado:


Bjmordida!

domingo, fevereiro 12, 2012

You know I'm such a fool for you

De repente, senti uma vontade enorme de fotografá-la, de ter o desafio de registrar todas as suas expressões corporais - expressões que revelam com delicadeza quem ela realmente é.
Ter olhos atentos e boa memória já não bastam para mim. Posso dizer que adquiri a necessidade de acompanhar seu desenvolvimento - de menina para mulher, de mulher para menina. Quero estar ao seu lado quando as transformações acontecerem. Melhor dizendo, elas já estão acontecendo.
Nunca pensei que fosse desejar fotografar a mesma mulher por um tempo tão longo.
Espero que as fotografias expressem como ela é e como eu a vejo.
(Não só estas, mas as futuras também!)
















































Entortar levemente a boca no fim das frases, ao contar uma história.
Mexer o nariz quando toco a ponta do mesmo.
Olhar-me surpresa, mas rir quando digo alguma besteira.
Dizer qualquer coisa durante um abraço.
Massagear-me durante um abraço.
Segurar minha mão.
Seu jeito envergonhado de me dar chocolate.
O jeito natural que me chama de (meu) amor, como se tivesse passado a vida inteira me chamando assim.
Começar a cantar, parar ao perceber que estou prestando atenção e voltar ao ser encorajada para continuar.
Suspirar ao lembrar de uma comida que gosta.
Mandar-me beijos quando não podemos nos beijar.
Abraçar-me e beijar minha testa.
Ter sempre o olhar atento e interessado, ainda que o que eu diga não seja interessante.
O gesto que faz quando diz que algo não é importante (mostrar a palma da mão e depois abaixá-la).
Reclamar das pessoas da rua, com expressão séria que se suaviza quando falo para não se importar com elas.
Preocupar-se comigo e se esforçar para que eu não me preocupe com ela, sem mentir.
Olhar-me, suspirar e sorrir enquanto anda pela casa.
Ler timidamente seus textos para mim.
Seu coração acelerado.

(...)

Muitas dessas pequenas coisas não podem ser fotografadas. Posso dizer que são as minhas favoritas.
Se conseguir registrar pelo menos algumas dessas simplicidades, já estarei feliz.

(É, já era, amor, virou minha modelo. hauhauhau xP)

Bjmordida!

PS: Eu sei, tudo isso soa um pouco louco, mas é que nada parece ser suficiente para explicar o que estou sentindo, então estou fazendo um pouco de tudo. Uma pena que eu não saiba desenhar...

PS2: Não ficou tão bonito quanto eu gostaria... ): Espero não parecer doente, ao menos. lol

PS3: Se você não for a Bella e não namora, parabéns, você adquiriu diabetes!

sábado, fevereiro 11, 2012

Looking at myself in the mirror

When I look at myself in the mirror, I generally look for some body imperfections and try to figure out how I can fix them. I think trying to be prettier is a nice wat to show some love to myself. I do not want to be perfect, I just want to be comfortable with myself.
There was a moment in my life that I could barely look at myseld in the mirror, because I was ashamed and felt really bad about myself. When I was younger, some people used to say bad things about me, and I used to feel really sad, but I kept letting them say whatever they wanted. If something like that happens nowadays, I will not react the same way, because now I love myself and I am proud of who I am.
Until last year, I think I was not able to love myself. Since a friend of mine told me I should not be ashamed or afraid of who I am and whatever I feel, my life changed. I remember going to the bathroom, closing the door and start talking to myself in front of a mirror since that day.
Day by day, I started to feel comfortable with myself again. Day by day, looking at myself in the mirror was getting easier.
Some people can hurt you with or without intention, but I learned that love can fix a broken heart.

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Engraçado pensar que um ano (ou melhor, menos que isso) pode fazer uma diferença absurda.
Engraçado pensar que uma pessoa pode ter feito tanto por você dizendo apenas uma frase.
Engraçado pensar que você jamais esperava que essa pessoa, que você foi tão idiota e malvada, fosse te ver pedindo socorro quando ninguém mais viu isso e te ajudou, mudou sua vida.
Patee, você não tem ideia do bem que me fez ao conversar comigo naquela madrugada, ao dizer "Não tenha vergonha de nada que você seja capaz de sentir"!

Não sinto mais como se existisse um monstro dentro de mim. Apenas sinto que sou a Ana Luiza, uma garota de 19 anos, com desejos, expectativas e um pouco de revolta com o mundo, como a maioria das pessoas de minha idade.
(Fiz questão de me afastar de quem fazia com que eu me sentisse assim, e vou continuar fazendo isso.)
Ao me aceitar, descobri que existem pessoas maravilhosas por aí, inclusive meus pais e meu irmão. Não que eu duvidasse disso, apenas tive certeza.
Chorar de medo e vergonha? Não mais!

Bjmordida.

PS: O texto não ficou exatamente como eu queria, mas okay... O final ficou jogado, porque o tempo da aula acabou. rs
E, bem, eu não falava literalmente com o espelho, só ficava me encarando e pensando num diálogo comigo mesma. Se querem saber, ainda faço isso. rs

quinta-feira, dezembro 01, 2011

“I’ll do anything to make you stay”

Olhou-a nos olhos. O olhar dela era profundo, intenso, claro, malicioso. Não resistiu à força do olhar: desviou seus olhos azuis dos castanhos. Sentiu medo sem saber por quê. Por que se sentia tão intimidada sempre que a outra estava por perto? Em sua ausência, sofria, conversava mentalmente com ela, sentia seus braços clamando por ela. Mas, quando seus sonhos se aproximavam da realidade, ficava paralisada, em pânico. Era como se ela fosse uma presa, e a outra, predadora. Não gostava de se sentir tão vulnerável.

Mas era pior estar sem ela. Direcionou seus olhos aos dela, que a olhavam ansiosos, curiosos. Hesitante, segurou uma de suas mãos. Sentiu-se infantil pelo contraste do contato: enquanto a outra tinha o toque suave e tranqüilo, ela tremia, gelava. Então, a outra deu aquele sorriso sem-graça, como se quisesse encorajá-la dizendo que estava tão envergonhada quanto ela. Derreteu-se. Retribuiu com um meio sorriso e corou. E nada mais importava a nenhuma das duas.

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Aula de História da Filosofia, 30/11/2011.

domingo, novembro 06, 2011

Breaking out

Uma das coisas mais geniais que aprendi desde que entrei na faculdade foi que um psicólogo não AJUDA um paciente. Pelo menos não literalmente.
Muitas pessoas têm a visão de que um psicólogo vai sair dando conselhos, buscando o bem do paciente.
É, não é uma boa fazer isso. Por um motivo muito simples:
Nós NÃO sabemos o que é melhor para o paciente. *Aquela que já está se incluindo na parada, mesmo não sendo formada.*
Uma coisa é você indicar pontos que o paciente precisa/deveria trabalhar, e, ao trabalhar nesses pontos, ele pode vir a se sentir bem.
Mas dizer "Faça isso, faça aquilo"...

O ponto que quero chegar é:
Por que as pessoas têm a terrível mania de fazer isso?
Ok, não é que eu não aceite sugestões. O que me irrita é a maneira que as pessoas dizem as coisas.
"Você TEM que fazer X." - Não, eu não tenho! Você, por algum motivo muito idiota, acha que isso é o melhor para mim. Quando, na verdade, não passa de uma modinha estúpida. Ou você ACHA que seus valores são mais importantes que os meus.
"Ana, por que você não faz X, não Y?" - Muito melhor, não?

Um jeito de falar que eu acho GENIAL é quando a pessoa diz "Acho que você deveria fazer X", "Sei X é difícil, mas tente" ou "Do meu ponto de vista, X parece ser a melhor solução".

Não sei, mas eu acho muito menos autoritário. Aliás, é totalmente o contrário disso, não?

Não estou dizendo que as pessoas deveriam parar de dar opiniões. Mas a forma que essas pessoas dão suas opiniões é muito intimidadora.
(Olha quem fala, a louca autoritária do blog! Sim, mas aqui é meu blog, lê quem quer. *E, não, isso não é para ser um fora*
Mas quando você joga na cara de alguém que ela está errada de graça, aí é um problema.)
Será que alguém tem a menor noção do impacto que uma frase mal formulada pode ter?
Estou exagerando?
Falo isso por experiência própria, inclusive na conduta da minha antiga psicóloga.
(Ah, e também não estou entrando no valor semântico de "ter". "Você TEM que fazer isso" pode soar como algo positivo, também)

Não tente impor suas ideias, porque não cola. Pelo menos não comigo.
Mas, se você discutir direitinho, é bem capaz de eu até parecer contraditória na conversa, por discordar de você e depois concordar.
Não que você esteja certo(a) e eu tenha percebido que estou errada, mas a forma que você fala me deixa tão pensativa a ponto de abrir mão de minhas ideias.
Sei lá, como eu já disse várias vezes aqui, não acho que esse negócio de certo e errado existam mesmo.

Mas enfim.

Bjmordida

PS: Eu sei, estou escrevendo mal bagarai. Acredite, pessoalmente não é muito diferente.
E acreditem, não estou tão revoltada assim. Not anymore.

segunda-feira, junho 20, 2011

Alguma coisa faz sentido? Talvez.

Estou com a estranha sensação de que nada faz (realmente) sentido.
Parece deprê. E é.
Porque, por mais que você busque certezas, não há muitas confirmações.
Bem, pelo menos não para quem usa a razão.
Quando tento usar a minha, isso me deprime profundamente.
Então ser sentimentalista realmente tem suas vantagens.
Prefiro ser assim. E realmente desejo que todos sejam assim também.
Faz mais sentido. É mais feliz.

Sabe, também não estou gostando de umas coisas.
Uma delas é quererem adivinhar o que estou pensando, sentindo.
Quando for a hora, eu direi. E apenas se EU quiser.
Eu sei, talvez eu esteja afastando demais as pessoas ao meu redor.
Isso é e não é proposital.
Só sei que aqueles que realmente prezam por mim são perfeitamente capazes de entender essa fase que estou passando. Apesar de não terem ideia de nada (ou de quase nada) do que está acontecendo, sei que eles estão torcendo para que tudo dê certo. Não importa o quê.
Agradeço àqueles que fazem isso por mim.
Não sei, só não quero ficar falando de mim. Pelo menos não antes de ter certeza de nada.

Comentário aleatório: Se eu der a minha cara à tapa, o que será que receberei? Um beijo na bochecha ou um super tapão? Medinho de saber a resposta.

Esse post pode não fazer sentido, mas eu precisava escrever essas coisas estranhas.
E é isso aí.

Bjmordida.

quinta-feira, junho 09, 2011

Pressentimentos&outrascoisas

Estou com dois pressentimentos: Um bom e um ruim.

Bem, espero que o pressentimento bom dê em algo bom. Sei que não vai ser tão fácil quanto eu imaginava, mas acho que tudo dará certo. Porque tudo faz muito sentido!
(Quer dizer, penso que será um pouco complicado, mas não tenho certeza. Terei em breve! ;S)

O ruim... Não sei se o que estou pensando vai, de fato, acontecer. Espero sinceramente que não.
Mas hoje tenho a impressão que vai acontecer depois da coisa boa, o que me dá mais tempo.

Não são coisas que eu consiga (ou possa) explicar. Só o tempo dirá.

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Sei que estou um tanto indisciplinada com o blog, mas não é intencional.
Não tenho pensado muito, para falar a verdade.
E não posso postar as coisas que penso, por não serem tão concretas.
Não que isso tivesse me impedido antes, mas desta vez é diferente.
Também não tenho muita vontade de postar sobre as coisas que tenho feito.

Isso tudo é bem engraçado, na verdade.
Todas as vezes que não sabia o que escrever, era porque estava sentindo um puta vazio.
Desta vez não. Estou cheia! Cheia de sentimentos. Mas simplesmente não sei expressá-los com palavras. Não faria sentido.
Antigamente, ficaria atordoada de não conseguir me expressar, principalmente para mim mesma. Mas hoje não! Estou adorando não encontrar palavras para definir tudo ao meu redor.
Talvez isso seja fruto da incerteza, mas não importa. Sentir já está bom demais.

(Complexo, complexo.)

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Estava relendo as minhas últimas postagens... É tão estranho! As coisas estão mudando de um jeito rápido e engraçado. lol
Ai, ai.

É, acho que isso é tudo.

Bjmordida!

PS: Portinha, você me viciou em Haven't Met You Yet, viu?

PS2: Aliás, minha gente, Haven't Met You Yet combina perfeitamente com esse post! :D

PS3: As algemas já se foram. Mais rápido do que eu esperava!