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quinta-feira, fevereiro 05, 2015

A Morte

A Morte é o que mais me aflige na vida. Morro de medo em morrer. A morte alheia é extremamente comovente, pois me lembra que a vida é finita. Não é um assunto fácil, mas lidar com ela ficou um pouco mais compreensivel depois de estudar um pouco sobre isso na faculdade. Vou falar aleatoriamente de algumas coisas que ficaram comigo (ditas pelo professor e/ou pensadas por mim):

~ A vida só é vida por causa da morte. Se a vida fosse eterna, nossa forma de lidar com ela seria completamente diferente.

~ As pessoas hoje não têm mais espaço para falar sobre a morte, para vivenciar o luto de forma plena. Se alguém morre, as pessoas vão ao funeral/enterro e retomam suas vidas como se nada tivesse acontecido. Não há espaço para dizer adeus, para chorar sem que se incomodem. (A propósito, o luto "normal" dura até um ano. Depois disso, pode indicar alguma patologia)

~ Muitas pessoas veem a morte de forma muito idealista. A morte é a salvação? A morte traz alívio para quem está sofrendo fisicamente e/ou emocionalmente? Não há como saber.

~ A única certeza da vida é a morte.

~ A maioria dos doentes terminais não têm espaço para falar sobre a morte que está por vir, seja porque a família ou seja porque nem os profissionais conseguem lidar com tal situação (incluindo muitos psicólogos). A verdade é que não há nada que possa ser feito, mas muitos insistem em querer preencher a vida desses doentes com alegria e esperança.

~ A morte é tão difícil por ser a única coisa que não pode ser desvendada pelo homem (talvez por enquanto?).

Tenho experiências muito íntimas em relação a pessoas que tentaram suicídio. Só posso dizer que fico feliz que nenhuma tentativa tenha dado certo. Essas pessoas são muito especiais para mim.

Acho que entendo o que a morte envolve, como as pessoas lidam com ela (tendo medo e/ou tendo vontade de morrer). Meu medo dela não é menor, mas diria que tento usar esse medo para lidar melhor com o assunto, para procurar me tornar uma pessoa/profissional melhor.

~

domingo, maio 04, 2014

I am alive!

Hoje recuperei um e-mail que tinha dado problema, então havia diversos e-mails não lidos (sendo a maioria de propaganda de corrida). Também havia notificações de comentários no blog, o que me fez lembrar que fazia um tempinho desde a última vez que dei sinal de vida.

A rotina pesa. Trabalho, faculdade, vida de dona de casa, namorada, família... E a bonitona aqui resolve entrar num trabalho voluntário!
O nome do grupo é Centro de Valorização da Vida (CVV). Por enquanto, estou na segunda etapa do treinamento, que vai durar nove semanas (esta será a quinta). Não sei como vai ser quando eu passar a atender pessoas, mas posso dizer que o treinamento tem me ajudado a refletir sobre o modo que conversamos com as pessoas.
Bem, desde que entrei na faculdade, sou convidada a refletir sobre isso, mas de modo profissional. Nesse treinamento, a reflexão se estende à vida pessoal (não que a faculdade também não seja assim, mas é mais fácil de separar as coisas). Como psicóloga, já sei há séculos que não serei alguém que dá conselhos, mas a Ana adora dar uma de "mãe chata" e sair por aí tagarelando frases para inspirar. É, as coisas estão mudando, ou pelo menos estou tentando.
É até irônico, porque faz um bom tempo que eu adotei o pensamento de "Cada um sabe onde o calo aperta"/ "Cada um sabe o que é melhor para si", mas, para os mais queridos, sempre dava pitaco. Posso dizer que o curso deu um tapinha na minha cara. Afinal, quem sou eu para salvar o mundo? Isso não significa que eu não ligue. Mas é melhor assim. É melhor ser o apoio, não tentar ser o super herói. Ser super herói exige que você fique numa posição diferente, de destaque, e não é isso que busco.
Tá, eu acho que estou me confundindo. Minha intenção não é tirar o mérito do super herói, nem dizer que não quero prestígio. É só que é muito difícil aconselhar e ver que você não ajudou. Na dúvida, é melhor você ser um ombro amigo do que colocar uma decisão sua para o bem de alguém. 
(É, acho que consegui me esclarecer)

Bjmordida

sexta-feira, maio 31, 2013

O retorno do recalcado?

Às vezes, pensar muito tem suas desvantagens. Estudando psicanálise, talvez a coisa piore.

Tenho pensado muito em cortar o cabelo de maneira radical (o tal undercut), mas tenho medo. Medo que eu acho que sinto por não saber de onde vem essa vontade. Sempre que sinto uma mudança em mim, eu tenho pelo menos noção de onde ela vem. Mas a vontade do corte é por pura vontade.
Como ligo isso à psicanálise? Simples: nada é "por acaso". Se não tenho consciência do porquê, o que é que tem no meu inconsciente? O que o tal corte representa? Eu preciso saber o porquê? Às vezes penso que sim, às vezes penso que não...
Nos meus pensamentos, mudar é tão fácil. Principalmente quando a mudança dificilmente sairá dos planos. Quando a coisa pode se tornar real, fico com medo.
Afinal, é assim com todo mundo?
Nós deveríamos temer o que há no nosso inconsciente?

Tenho procurado sempre mudar para melhor. Mas o que isso significa? Será que realmente estou mudando?
Penso demais sobre a vida, mas isso acaba me decepcionando em alguns aspectos. Quando procuro mudar para melhor, fico um tanto decepcionada ao ver que as pessoas não me acompanham. Há o machismo, a homofobia, a ignorância, a sujeira, a impaciência... Ter que lidar com isso também requer mudanças, e uma espécie de treinamento. Acabo me perguntando se não estou cada vez mais me conformando com as coisas em busca de maior paz interior.
Quando você vê um problema, principalmente em alguém que você ama, e "abre o bico", a pessoa sempre fica um tanto... "inconformada" com sua visão.
Ao mesmo tempo, me pergunto qual é o meu direito de tentar mudar alguém. E, talvez, se eu tenho o dever de ao menos dar um pedaço do que penso para o outro. Mas o que me garante que o que EU penso é realmente bom para as pessoas?

Claudete, minha professora de Literatura do terceiro ano, uma vez disse:
"A mudança vem da inquietude."
Mas e a paz interior? Vem da "não-mudança"?

A faculdade tem me feito um bem danado neste período. Ou será que não? haha

Bjmordida y'all.

quarta-feira, março 13, 2013

Pensamentos

3 pensamentos do dia (de ontem):

1 - Todo mundo diz que família > namorado(a) e amigos, mas que tipo de família é essa que coloca o outro para baixo, não tenta compreender por inteiro? Só ouvem o que querem, o que convém... 

2 - Por que as pessoas acham que ser gay é tipo "Acordei. Hm, acho que vou ser gay hoje..."??? E, mesmo que fosse assim (uma escolha), isso não cabe apenas à pessoa e a quem ela se envolver? É você que vai beijar? É você que vai transar? Então pq tanta preocupação???!!!

3 - Apontar o dedo é feio.

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Bjmordida

sábado, fevereiro 02, 2013

Pensamento do dia


Se eu fosse (apenas) racional, não estaria preenchida de tantos sentimentos.
Penso que a busca pelo equilíbrio é o ideal. Não precisamos escolher um lado...
(Não foi um post crítico. Postei a imagem apenas para mostrar de onde o pensamento veio.)

Bjmordida
PS: Victor, gostei de ter comentado. hehe (:

terça-feira, janeiro 29, 2013

Pensamentos filosóficos causados por The Sims

É, a vida é difícil. Talvez não para mim (sou relativamente bem-resolvida ou minha vida é fácil?), mas, quando vejo minha namorada levando "porrada" direto, começo a pensar que o mundo é um tanto injusto. Ela chora, faço minhas voltas, consigo sorrisos. O futuro melhor é a nossa maior esperança.
Em algumas horas jogando The Sims, na qual você tenta deixar as personagens o mais "verdes" possíveis - felizes, bem alimentadas, cheirosas, saciadas, bem sucedidas e com todas as qualidades que qualquer pessoa gostaria de ter-, veio uma velha conhecida, a epifania: mas afinal, a vida não é assim mesmo?
Estamos sempre tentando atingir o máximo em tudo, como se a vida fosse uma grande busca pelo "verde".
Com algumas horas de jogo, desistimos de ter as personagens no nível máximo - dá muito trabalho, cansa.
No caso da vida, também cansamos. E morremos.
(Meu irmão interrompeu minha linha de pensamento. Damn.)
Anyways, ou continuamos na busca pelo verde até o "fim da linha" ou passamos a aceitar que o máximo não será alcançado nunca. "Slow down, you crazy child", vamos viver o momento, porque a balança do verde sempre se altera.

Bjmordida

segunda-feira, abril 02, 2012

It was supposed to be funny

Se tem uma coisa que me incomoda é seriedade.
Não que eu seja a favor de ser aquele tipo de pessoa que não se pode conversar seriamente, porque ela simplesmente não consegue parar de fazer piada e nem ao menos te escuta.
Mas ser sério, falar sério e levar as coisas a sério o tempo todo me cansa muito.
É detestável quando você diz algo engraçadinho e a pessoa te olha com cara de "Que idiota!". Não quero que fiquem rindo do que eu falo, até porque eu sei que muitas coisas nem são tão engraçadas, mas... Não me olhe como se eu fosse a pessoa mais retardada do mundo. Falsa sensatez me entedia e irrita. E há várias maneiras de reagir sem parecer rude. Nem que seja respondendo "Tum dum TSSSS".

Enfim, indo direto ao ponto: Decidi guardar meu bom humor para quem gosta de apreciá-lo. Não estou dizendo que vou me tornar mal-educada, nem que isso seja um tipo de "Toma lá, dá cá.". Só não vou me esforçar para uma pessoa rir se ela quase sempre me lança um olhar de desprezo.
Pode continuar se achando superior que eu nem ligo. Como já disse uma vez, mamãe me ensinou que ninguém é melhor do que ninguém.
Eu sei, isso soa como se eu estivesse fechando uma porta (e eu disse que não faria mais isso), mas eu não consigo pensar numa forma melhor de lidar com isso sem me estressar.

Não sei, só estou cansada de pessoas que se acham superiores.
E eu sei que às vezes eu ajo como se fosse superior também, mas estou tentando me livrar disso. A humildade nunca me pareceu mais bonita. Parece fácil ser humilde, mas não é. Ainda mais porque nos ensinam a ter orgulho de nossas batalhas, de nós mesmos.
Vou continuar tentando.

Bjmordida.

terça-feira, março 27, 2012

Algumas verdades que deveriam ser contestadas


Ao mesmo tempo que algumas aulas podem te fazer pensar no porquê de você estar ali, tendo que aprender aquilo, outras podem ser realmente inspiradoras.

E posso dizer que são essas aulas que me fazem pensar que, sim, estou no lugar certo.

No período passado, fiz uma oficina chamada "A politização do sensível" (ou "A sensibilização do político") e posso dizer que, depois de algumas "aulas" (que, na verdade, estavam mais para discussões), passei a contestar comportamentos que são considerados normais.
Para falar a verdade, as pessoas mal percebem que se comportam daquela forma.

Por exemplo: Já perceberam como fazemos de tudo para não tocar em estranhos? Nem mesmo de leve?

"Cada um tem sua zona de conforto. Só algumas pessoas podem entrar nela sem que o 'proprietário' da zona se sinta desconfortável."
Já pararam para pensar no porquê diabos temos essa tal zona?
Qual é o problema de tocar nas pessoas?
E achamos que NÃO tocar é normal!

Gostaria de ter aproveitado mais a tal oficina...

___

Depois da minha primeira aula de Estágio Básico (no dia 14/03/2012), tenho pensado em algumas coisas que a professora (que, a propósito, se parece MUITO com a Camila Morgado) nos disse. (E fiz questão de anotar, é claro!)

Ela disse que vivemos numa cultura que tira toda a autonomia dos sujeitos.

"Diga-me o que comer.
Diga-me o que vestir.
Diga-me o que ser."


É chocante, mas é a mais pura verdade.

Além disso, ela falou sobre outras questões, mas que deixarei para um outro post.

Para concluir, deixo, então, uma tirinha da Mafalda que completa muito bem o que tenho pensado:


Bjmordida!

segunda-feira, março 26, 2012

If you don't have anything to say, please, shut up

Estou meio cansada de futilidades.
Não estou com vontade de conversar apenas para preencher o silêncio ou cumprir qualquer protocolo.
Não quero conversar sobre coisas que não acrescentam nada à minha vida.
Sem paciência para piadas e comentários que depreciam algo ou alguém.
Respeito é bom e todo mundo gosta.

É incrível como as pessoas podem ser tão interessantes e absurdamente mesquinhas.
Ao mesmo tempo que me fascinam, também me deixam desesperançosa.

Será que é mesmo possível um mundo melhor?

Se tem uma coisa que fico extremamente agradecida ao meu pai é por ele ter me ensinado algo ao longo da minha infância e adolescência:

"Se você não tem nada de bom para dizer, não diga nada."

Bjmordida.

quinta-feira, março 01, 2012

Infinito & Eterno

Não há nada pior do que o desejo de ser infinito, eterno.
Pior que há: O desejo de que nossas relações sejam assim.

Não falo só de amor. Falo também de amizades, lugares (ou parece tão absurdo ter uma relação com um lugar?). - Bem, sei que amizade e lugar se encaixam em amor, mas resolvi deixá-los separados, para não restar dúvidas sobre aquilo que escrevo

Por que é tão ruim e doloroso quando algo não dura por muito tempo? Por que precisamos estar amarrados?
Estou começando a pensar que as relações não são laços, são fluídos. Emitimos energia o tempo todo. A partir de nossas mudanças, essa energia também muda. E, de repente, não estamos mais em sintonia com aquilo que gostávamos. A relação não flui como antes. A troca de energias se torna diferente.

Talvez seja porque nossas relações estão baseadas em lembranças, não no momento.
Talvez aqueles que dizem que a falta de memória é algo bom estejam certos.

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Aula de Epistemologia e História da Psicologia, 24/11/2011.

domingo, novembro 06, 2011

Breaking out

Uma das coisas mais geniais que aprendi desde que entrei na faculdade foi que um psicólogo não AJUDA um paciente. Pelo menos não literalmente.
Muitas pessoas têm a visão de que um psicólogo vai sair dando conselhos, buscando o bem do paciente.
É, não é uma boa fazer isso. Por um motivo muito simples:
Nós NÃO sabemos o que é melhor para o paciente. *Aquela que já está se incluindo na parada, mesmo não sendo formada.*
Uma coisa é você indicar pontos que o paciente precisa/deveria trabalhar, e, ao trabalhar nesses pontos, ele pode vir a se sentir bem.
Mas dizer "Faça isso, faça aquilo"...

O ponto que quero chegar é:
Por que as pessoas têm a terrível mania de fazer isso?
Ok, não é que eu não aceite sugestões. O que me irrita é a maneira que as pessoas dizem as coisas.
"Você TEM que fazer X." - Não, eu não tenho! Você, por algum motivo muito idiota, acha que isso é o melhor para mim. Quando, na verdade, não passa de uma modinha estúpida. Ou você ACHA que seus valores são mais importantes que os meus.
"Ana, por que você não faz X, não Y?" - Muito melhor, não?

Um jeito de falar que eu acho GENIAL é quando a pessoa diz "Acho que você deveria fazer X", "Sei X é difícil, mas tente" ou "Do meu ponto de vista, X parece ser a melhor solução".

Não sei, mas eu acho muito menos autoritário. Aliás, é totalmente o contrário disso, não?

Não estou dizendo que as pessoas deveriam parar de dar opiniões. Mas a forma que essas pessoas dão suas opiniões é muito intimidadora.
(Olha quem fala, a louca autoritária do blog! Sim, mas aqui é meu blog, lê quem quer. *E, não, isso não é para ser um fora*
Mas quando você joga na cara de alguém que ela está errada de graça, aí é um problema.)
Será que alguém tem a menor noção do impacto que uma frase mal formulada pode ter?
Estou exagerando?
Falo isso por experiência própria, inclusive na conduta da minha antiga psicóloga.
(Ah, e também não estou entrando no valor semântico de "ter". "Você TEM que fazer isso" pode soar como algo positivo, também)

Não tente impor suas ideias, porque não cola. Pelo menos não comigo.
Mas, se você discutir direitinho, é bem capaz de eu até parecer contraditória na conversa, por discordar de você e depois concordar.
Não que você esteja certo(a) e eu tenha percebido que estou errada, mas a forma que você fala me deixa tão pensativa a ponto de abrir mão de minhas ideias.
Sei lá, como eu já disse várias vezes aqui, não acho que esse negócio de certo e errado existam mesmo.

Mas enfim.

Bjmordida

PS: Eu sei, estou escrevendo mal bagarai. Acredite, pessoalmente não é muito diferente.
E acreditem, não estou tão revoltada assim. Not anymore.

sexta-feira, setembro 30, 2011

:')

São essas coisas que me emocionam, me dão alegria de viver.
Essas pequenas:




Olhe ao seu redor. Perceba o que há de bom.
A maioria só vê o que há de ruim.
Faça o contrário. Ou pelo menos tente.

Bjmordida.

quinta-feira, junho 16, 2011

I'm on the Edge

Não tenho medo do precipício. Não tenho medo da queda. Não mais.
Cansei de racionalizar sentimentos. Não me parece saudável. Não me leva a nada.
Tenho meus medos, é verdade, mas não vou mais deixar que eles me impeçam de me jogar do precipício.
Quando você se apaixona, é como se você ficasse bem na ponta de um.
Já neguei sentimentos muitas e muitas vezes. Dei um passo para longe da queda.
Devo dizer que não adianta fugir. Então por que hesitar?
Se você não se jogar, o próprio sentimento vai te empurrar.
Não estou dizendo que vou fazer tudo aquilo que me der vontade. O que quero dizer é que não vou mais me negar a viver o sentimento. Por mais que eu me machuque depois da queda.
Mas a vida é assim, não é mesmo?
Vou me costurar (ou ser costurada) e me levantar, para, então, ir em direção à um novo abismo.
Afinal, cicatrizes não doem. Elas apenas existem para te lembrar de uma ferida que alí existiu. Mas a dor não mais existe.

Procurar por abismos também não é uma boa. Quando você menos esperar, estará à beira de um.

E cá estou eu na ponta de um novamente. Só resta saber se "I'm on the edge with you".

Bjmordida!

PS: Ironicamente, acabou de sair o clipe de "The Edge of Glory"... LOL

domingo, maio 08, 2011

Black

Estou deixando meu lado cisne negro se revelar. Não tomar conta de mim, como no filme, mas simplesmente existir sem que eu o reprima.

Estou gostando disso.

A verdade é que cansei de fingir que só existe um cisne – o branco -, porque isso é ilusão. Ninguém é perfeito. Ninguém é inteiramente bom.
Sentir raiva é absolutamente normal. E, sim, desejar matar alguém está começando a me parecer normal também.
Para mim, não chega a tanto. Torturar talvez. Porque, se alguém machucasse alguém que eu amo, I would fucking kill hurt him/her.
Parece um ato vingativo, cheio de ódio, mas o que você faria?
Parece algo surreal para nós, que temos uma vida tão decente.
Mas e se algo mudasse? Desse errado? Você manteria o seu cisne branco no comando? Deixaria seu cisne negro amarrado?
Não estou incentivando a violência. Não apoio o que fizeram com o Osama. Enfim...

A verdade é que, mesmo sem pensar no assunto, tenho a certeza de que meu cisne branco é quem manda. Meu cisne negro é mais alimentado por medo, angústia e covardia do que por raiva, ódio, revolta e sede de sangue. É óbvio que me revolto com certas coisas no mundo, mas também me revolto muito comigo mesma.
Como disse a Lady Gaga, esse lado negro é o nosso Judas. Mas nós precisamos perdoá-lo e amá-lo para, então, encontrarmos o equilíbrio. Yin & Yang.

Bem, o equilíbrio existe em mim. Acredito que é por causa da minha vida, de uma forma geral. Posso não ter tudo, ser a mais bonita ou a mais inteligente, mas a minha é boa. MUITO boa. E, mesmo com todas as dificuldades, ela nunca foi ruim, sofrida. Claro que existem momentos bem complicados, mas nada muito sério. Então, sempre que estou desequilibrada, não demoro muito a voltar a ser tranqüila. É o meu normal, faz parte de mim, da minha vida. Só preciso soltar meu cisne negro e perdoar meu Judas.

Bjmordida.

(Editando - 09/05/2011 - 00:38h)

Parei para pensar melhor no meu cisne negro. É engraçado como a sombra dele fica aparente para algumas pessoas, mas sombras deformam. Mas, infelizmente, essa sombra esconde o brilho do olhar do cisne branco. Estou trabalhando nisso.

domingo, abril 24, 2011

Oportunidades para mudar

É muito comum prometer e não cumprir. Mas é ainda mais comum quebrar uma promessa consigo mesmo(a).
Já pensou que as pessoas têm por volta de 5 chances de "mudar" em um ano?

- Aniversário;
- Ano Novo;
- Quarta-feira de Cinzas;
- Páscoa;
- Natal.

E quando é que elas "mudam"?!
Elas se sentem incomodadas com algumas/muitas coisas, mas o que elas fazem para mudar?
Esperam "O" dia (que, como já falei, há muitos "O" dia durante o ano), prometem e...? Cadê?
Querem mudar, mas falta vontade.

Então, sei lá, se você quiser mudar algo na sua vida, reuna forças e mude! Esse negócio de ter dia certo ("Segunda-feira eu começo!!") é só uma desculpa para não cumprir sua promessa. Comece quando você sentir que tem forças suficientes para isso. (:
E, caso o problema seja a preguiça, tome vergonha na cara! LOL

O mundo precisa de mudanças. E a melhor forma de começar é sendo a mudança!
(Por menor e mais boba que ela possa parecer)

Não era para ser um post de auto-ajuda, mas acho que ficou com essa cara, né? :S

Bem, obrigada pelos comentários! Confesso que estou bastante surpresa com o número deles, mesmo que os autores sejam repetidos de vez em quando (o que não é ruim!). XD
Então, pelo que percebi, vocês querem que eu responda os coments, é isso?
O post anterior já terá minhas respostas, ok?! ^^

Bjmordida! ;3

quarta-feira, março 23, 2011

Um pouco de amor e revolta

Metrô (Grampeador) "parte 2"
(Se você não leu a "parte 1", clique aqui.)

Se o interior de uma pessoa for "podre", isso faz com que qualquer sentimento "bom" que ela sinta seja menos digno do que o de uma pessoa "boa"?
O amor, por exemplo, é menor? Menos significante? Menos bonito? Ou até mesmo feio?

Se uma pessoa "feia" tenta proteger alguém que ama - seja a pessoa protegida/amada "bonita" ou não - isso não muda o fato de ela ser "feia"?

O casal do metrô debochou da senhora "ignorante". O sentimento que une esse casal é bonito? Feio? Pode ser chamado de amor "verdadeiro"?

Como a Prof. Claudete disse uma vez, cada um de nós tem uma forma de amar. Você só "precisa" encontrar alguém que ame da mesma forma que você. Isso faz com que os "bons" só fiquem com os "bons" e os "maus" fiquem apenas com os "maus". Quando os dois se "misturam", é difícil dar certo. Mas, pensando na biologia e na mistura de "raças"... A "mistura" não seria boa?

No fim das contas, as diferenças afastam as pessoas, na maioria das vezes. Porque quase ninguém sabe lidar com elas. É inevitável e isso tudo é compreensível (até onde a compreensão pode chegar?). É humano. O ser humano é complexo, mas ele simplesmente não consegue lidar com relações complexas. E é isso que faz com que o ser humano seja tão simples e tão previsível, na maior parte do tempo.

Talvez, isso seja questão de sobrevivência. Se nos misturássemos (falo sobre personalidade, não sobre raça!), o caos poderia ser maior do que já é. Ou não. Talvez, é disso que precisamos! Nos misturar!

O amor é um sentimento tão forte e tão inexplicável... E isso é um problema. Se fosse simples, poderíamos senti-lo por qualquer pessoa.
Sei lá, todas as formas de amar têm um erro: achar que todas as outras estão erradas.

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Ahm, estou pensando em muitas coisas ultimamente, mas hoje com certeza está "rendendo".
Ao mesmo tempo que quero compartilhar tudo com vocês, também quero me isolar. Isso soa um tanto egoísta. E, sinceramente, é isso que eu quero. Parece que, quanto mais explicações eu dou, mais me entendem errado. Dá vontade de falar: "Te vira, tenta me entender, vai!", porque é isso que quase todo mundo faz. Então por que não fazer também?
Eu gosto de tentar mostrar o meu lado mais profundo. Um lado que nem eu conheço direito. E fazer isso me ajuda a conhecê-lo.
Não fazer isso me sufoca. Sinto-me sozinha. Só que me expor só faz com que eu tenha a falsa sensação de ter companhia. Alguém realmente se importa?!
É como se cada um estivesse apontando o dedo. E isso tem me irritado muito ultimamente. Eu não sou uma atração de circo!
Afinal, o que você espera de mim?

Desculpe se você realmente se importa. Isso foi rude, eu sei.

Bjmordida.

PS: Ah, sempre esqueço de agradecer os comentários no post "Fé"! Minha cabeça está clareando em relação ao assunto. ^^

quarta-feira, fevereiro 23, 2011

Fé

Desde o final do ano passado, tenho tentado resgatar a minha fé em Deus.
Nunca fui muuuuito religiosa, para falar a verdade. O auge da minha fé foi no começo de 2004, quando entrei no CMRJ (queria MUITO entrar!).
Não posso dizer que não tenho bons exemplos na família, porque meus avós paternos são bem... "certinhos". E minha avó materna então... Ela era bem religiosa. Na única vez que ela foi nos visitar em Cuiabá, ela fez questão de ir nas missas de lá, aos domingos. Eu a acompanhava, curiosa (tinha só 7 anos). Fora as diversas promessas que ela fazia (não acredito que a promessa seja uma forma de provar a fé, mas tudo que a envolve sim).
Apesar de os meus pais não frequentarem nenhuma igreja (ou grupo, sei lá), eles têm muita fé. Teve uma época que fazíamos orações em casa todos os domingos e blá... Meu irmão que sempre foi meio revoltado em relação a isso, por isso paramos de rezar juntos.
Fui criada para ser católica, mas, com o tempo, isso foi mudando. Ainda mais quando meu pai começou a ficar com o "pézinho" no espiritismo. Acabei me tornando uma mistura dos dois.

A minha revolta começou em 2005, quando estava assistindo a uma missa com o mesmo padre que fez a minha primeira comunhão.
(Nunca fui muito com a cara dele, para falar a verdade.)
Lembro que prestei atenção naquelas leituras (leitura da carta de fulano...), antes da homilia, como nunca havia feito antes. Prestei atenção na homilia, o "auge" da missa (sem querer parecer irônica).
Cara, como aquilo era contraditório! A(s) carta(s) dizia(m) uma coisa e o padre 'tava falando outra?! Fiquei realmente revoltada.
Depois disso, não voltei mais.
Sabe quando você vê que uma pessoa está sendo falsa e começa a desconfiar de tudo aquilo que ela diz/disse? Acho que foi mais ou menos isso que aconteceu.

Não sei em que ponto comecei a desacreditar TOTALMENTE na religião, na fé, em Deus e etc, mas isso aconteceu. Virei atéia.
Acho que, em parte, foi porque a minha vida 'tava uma droga. Foi como se, sei lá, eu tivesse cansado de bancar a boazinha e só me ferrar com isso.
(E era assim mesmo. Eu BANCAVA a boazinha, mas isso é assunto para outro dia).
Quer dizer, isso foi no começo - o negócio da vida estar uma droga. Depois, foi por outra coisa, que não dá para explicar aqui. :S
Sem contar os "podres" que eu via dentro daquele "mundinho". Isso tudo fez com que eu ficasse realmente enojada. E quanto aos furos religiosos? Isso também ajudou...

Se vocês lerem os primeiros post deste humilde blog, perceberão a minha revolta (a Moni deve lembrar disso...).
Enfim... Com o tempo, descobri outra opção: ser agnóstica. Era mais flexível e eu não teria que decidir se acreditaria em Deus ou não. Acreditaria se alguém/ciência conseguisse provar a existência Dele. Mas não afirmaria que Ele não existe. Era melhor assim.

Se me perguntarem por que decidi tentar resgatar a minha fé, não saberei responder, sinceramente. Mas, de todas as perguntas, sei a resposta de uma:
Foi por medo de ser punida, caso Ele realmente exista? Não. Não acredito que seria punida por isso.
Mas aí é que 'tá a pedra no meu caminho: o que faria com que eu fosse punida?
O que é pecado?
Será mesmo que Deus, amando a todos como dizem que Ele faz, punirá todos aqueles que pecaram?
Será que os pecados que dizem que são pecados são realmente pecados para Deus?
Vejo muuuitas contradições nisso tudo.
Quando eu era religiosa, eu era mais "suja" do que agora, que não sou. Não sou perfeita, estou longe disso, mas será mesmo que eu seria punida por algo que nem tenho controle (ou algo do tipo)?

Ahm, estou pensando tanto sobre isso... Uma parte de mim quer acreditar, a outra (e a mais forte) quer que eu não me meta nisso. Auto-defesa, acredito eu. Porque, se eu for voltar a frequentar igrejas, é certo que vou ouvir muitas coisas que não vou gostar/concordar.
A não ser que eu acredite por conta própria e diga "foda-se" para a igreja (o que é mais provável).

Tem tantas coisas erradas no mundo, tantas pessoas hipócritas... É fácil fazer um monte de merda durante a semana e depois pedir perdão no domingo. Ok, vocês vão dizer: Deus vai saber se a pessoa está sendo sincera. Mas e quanto a auto-enganação (neologismo? oi?)? Sim, é possível fazer isso!

Bem, meus pensamentos estão confusos a lot, então não sei se vocês vão conseguir entender o que quis dizer...
(A tendência é ter posts assim cada vez mais... Verdadeiros furacões na cabeça! hahaha!)

Mudando um pouco de assunto... Alguém sabe se dá para fazer uma seção do blog privada? Tipo, que só pessoas selecionadas/com uma senha possam ler? Queria dividir um pedacinho maior da Nee com vocês, mas não quero fechar o blog... Alguma sugestão de como resolver isso? XD

Vou ficando por aqui...
Obrigada por lerem mais um post doido! (:
(noffa, que emotiva! HAUAHUAUA)

Nee e suas doooooorgas!

Bjmordida! :D

PS: Mandem energias inspiratórias (oi?!?!) para mim! hahaha

sexta-feira, fevereiro 18, 2011

Carpe diem

Segundo o Wikipédia, "Carpe Diem é uma frase em latim de um poema de Horácio, e é popularmente traduzida para colha o dia ou aproveite o momento. É também utilizado como uma expressão para solicitar que se evite gastar o tempo com coisas inúteis ou como uma justificativa para o prazer imediato, sem medo do futuro."

Bem, muitos de vocês já devem saber disso, não é?

A grande questão é que o Carpe diem é relativo! (Esse troço de relatividade de novo, Nee...?!)
O que é viver intensamente para mim pode não ser o mesmo para você...

Algumas pessoas pensam que viver intensamente é encher a cara, passar a noite na balada pegando qualquer coisa que se mexe, acordar tarde...
Outras, que viver intensamente é passar hooooras e hooooras na internet, zerar um jogo de video game...

Para mim, o Carpe diem está nas coisas mais simples: Pegar chuva com os amigos; ficar na cama com os pais, conversando com eles antes de dormir, até ser expulso(a); discutir sobre a vida; ouvir desabafos; correr; ir para a praia; olhar para o céu e imaginar figuras nas nuvens; cuidar de si, mas sem psicose; ler livros; ouvir música; adquirir conhecimento; dormir e sonhar; beijar alguém que você goste; ser espontâneo; amar; rir; abraçar; fazer/receber carinho...
Não precisamos beber, não precisamos nos drogar, não precisamos brigar, não precisamos trocar beijos (para não dizer outra coisa...) só por prazer...!

Sinceramente, não consigo entender o que há de errado com o mundo.
(E isso tem me revoltado bastante ultimamente)
Ou será que eu é que estou errada?

E então?
O que é o Carpe diem para você?! :D

Bjmordida! :D

"É a verdade que assombra, o descaso que condena."

terça-feira, janeiro 18, 2011

Relatividade

Lembro como se fosse ontem de quando disse:
"Eu, que tenho a terrível mania de tentar entender/classificar tudo, estou quebrando meus próprios "valores". (Essa mania é irritante. Eu ODEIO classificações!)
Bem, preciso dizer o que está acontecendo?
Eu estou tentando olhar todas as situações de todos os ângulos possíveis e imagináveis (Sabe uma volta? 360º? Pois é...)!"
- Junho de 2010

Seis meses depois, reparei que mudei.
Não fico mais tentando classificar tudo... Acho que fiquei mais espontânea. E acho que esta mudança foi muito boa! Porque as pessoas não são como bonecos, elas são apenas pessoas. (Nossa, me senti A manipuladora agora! HAUHAU)

Bem, quanto a olhar todas as situações de todos os ângulos possíveis... Continuo fazendo isso. Não é como se fosse uma volta, 360º, pois nunca paro de onde parti. Talvez pare no ângulo 359.
(Se tiver algum erro, matemáticos, peço que tentem entender... HAUAHUA)

A questão é que, para mim, tudo passou a ser (meio) relativo. (vide formspring.)

Quando me perguntam algo, penso em pelo menos duas respostas.
Isso é meio estranho, mas prefiro assim.
Afinal, ninguém é dono da verdade.
Todos nós temos nossas opiniões, mas por que agir como se elas fossem a única verdade?
Para mim, a vida tem várias respostas para uma mesma pergunta. E todas estão certas, de alguma forma estranha. Porque ninguém pensa do mesmo jeito. O ponto de partida que a pessoa toma para chegar até uma resposta não é o mesmo de outra pessoa.
Cada pessoa enxerga o mundo do seu jeito, que é ÚNICO.
Como querer que todos enxerguem a mesma coisa?
Isso é, com certeza, MUITO incoerente.

Eu também tenho minhas opiniões, mas nunca descarto o ponto de vista dos outros (ou pelo menos tento não fazer isso).
Algumas opiniões parecem bem imaturas para mim, mas quem sou eu para dizer que a pessoa está errada? Ela está apenas vendo do seu modo.
Todos os pensamentos seguem uma lógica...

Sinceramente, espero que as pessoas possam enxergar mais de uma "verdade" também.
É meio confuso (talvez até meio angustiante) não ter um ponto de vista definido, mas acho que vale a pena.

Bjmordida!

PS: Sei que as palavras ficaram repetidas, mas espero que vocês captem a minha ideia. (:

sexta-feira, novembro 05, 2010

Zum zaravalho! - Insight de hoje

Passei 6 anos gritando, falando, sussurrando, sussurando/falando, falando e gritando a mesma saudação colegial (sim, nesta ordem).
Desde o começo, ela não fez nenhum sentido para mim. Absolutamente nenhum.
Aprendi cada palavra (e a ordem delas) por sua sonoridade, mas nunca compreendi o significado delas. Não até hoje.
Só no 7º ano, na "última" formatura, foi revelado o segredo:
Não é para fazer sentido. Você grita por orgulho, por amor ao colégio (ou não).
E só isso basta.
Sentido?! Para quê ter sentido quando seu tom de voz ao fazê-la expressa o seu amor, ódio ou desprezo pelo colégio?

Passei 6 anos cantando a mesma canção, que, aos poucos, ganhava sentido.
Já cantei por cantar, deixei de cantar e cantei orgulhosa (é, esta MESMA canção).
Mas apenas hoje, quase no final do meu Ensino Médio, entendi uma pequena parte que sempre achei boba, sem sentido: "Mas um dia o pranto há de nossos olhos inundar... Ao chorarmos a saudade do COLÉGIO MILITAR."
E não é que os ex-alunos têm razão?!

O pulo na piscina foi uma forma de amenizar a dor deste fim.
Uma forma de terminar uma etapa e começar uma nova.
E, de agora em diante, muitas mudanças ocorrerão.
Este pulo tão simples fez com que eu deixasse de sentir medo (talvez não por completo, mas já é uma melhora).
Parece que, quando você finalmente passa a dar valor às coisas e passa a aproveitá-las melhor, é preciso tirar essas coisas de você.
Bem, é a vida.
Felizmente, tenho a certeza de que não seguirei meu caminho sozinha.
Tenho os meus amigos. E eles têm a mim.
Ao menos que eu esteja enganada (o que duvido MUITO). Ou que tudo não tenha passado de um sonho.

Bjmordida!

Zum zaravalho! /sempreacheiissobrega

PS: Sempre gostei de observar os alunos do 3ªº pulando na piscina. Sempre quis fazer o mesmo, só não sabia por quê. É, acho que hoje eu entendi.

6 anos que passaram voando. Mas tudo valeu a pena. Tudo.
Eu sei, o colégio não é perfeito, mas isso é normal. Nenhum colégio é...