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quinta-feira, fevereiro 05, 2015

Noites inquietas e suas confissões

Cá estou eu, no início da madrugada. Deveria estar dormindo, já que amanhã tenho que trabalhar. Mas, como nas noites anteriores, não consigo pegar no sono (ou melhor, o sono vem e... nada de adormecer).
Começo a fazer suposições a respeito de minha saúde: será que estou usando muita tecnologia antes de dormir? É possível. Será que é porque meus dias estão muito parados/sem gasto de energia? Também é possível. Será que estou assim porque nos últimos dias consumi açúcar/carboidrato/cafeína pouco antes de dormir? Será meus pensamentos inquietos a respeito da vida? Será que é a claridade do meu quarto, já que estou sem cortina? Há tantas possibilidades. Pode ser tudo junto. Resolvi, então, tentar aliviar os pensamentos para ver se funciona.
Assisti ao documentário da Cássia Eller. Deu vontade de ser uma daquelas pessoas que encantam as pessoas. A Eller encantava ao cantar, Não sei bem como encantaria as pessoas. Talvez com minhas palavras. Isso soa extremamente presunçoso, é verdade. É o mal da minha geração. Fomos criados para nos sentirmos especiais. Bem, acho que no meu caso a coisa foi um pouco diferente. Minha mãe repassou bem um ensinamento que aprendeu com minha avó: "Ninguém é melhor do que ninguém.". Talvez (talvez) minha vontade seja ligada a um certo "complexo" recente meu. A sensação de ser invisível pelo meu tamanho. Isso soa forte demais ao colocar em palavras. Acho que a Ana de antigamente tirava isso de letra pelo jeito brigão. Estou amolecendo e sinto que estou um pouco mais vulnerável por conta disso. Quero dizer, eu não tenho problema em ser pequena. Minha mãe me criou dizendo que eu era capaz de fazer de tudo, nem que eu tivesse que alcançar o que quero com uma escada. Acho que o que me incomoda são as pessoas, as brincadeiras constantes, as situações do dia-a-dia que tornam em momentos desconfortáveis (tipo o nervoso que bate quando o botão de solicitar a parada do ônibus não funciona e tenho que pedir a alguém/pular/me pendurar para alcançar a corda).
Sei lá, me sinto um tanto ridícula escrevendo isso. Todos nós somos vulneráveis em sentidos diferentes. Nem sei porque estou falando disso.

~

domingo, dezembro 14, 2014

Angústia

Tamborilo os dedos numa superfície qualquer, agito os pés no ritmo de uma música.
Procuro respostas sem saber como fazer as perguntas certas.
Qual caminho devo seguir?
A incerteza gera angústia.
Ninguém para guiar, nenhuma luz para iluminar.

terça-feira, julho 15, 2014

Gente grande?

Apesar de postar muito pouco por aqui (cada vez menos), acho que meus posts recentes têm seu mérito. Quando comecei o blog, postava qualquer abobrinha que achasse interessante e/ou quando queria "bater o ponto". Com o tempo, o conteúdo foi ficando mais "maduro", ou seja, menos bobalhão, com questões minhas que estavam de alguma forma me sufocando. Não que eu não tenha mais questões assim, mas tenho com quem dividir, aprendi a lidar com o que não tem resposta e, infelizmente, confesso que desconto um pouco na comida. Eu sempre fui sincera aqui (por mais que muitas das minhas questões tenham ficado escondidas no Rainbow Daily ou para mim mesma), então seria hipócrita esconder essa situação agora.

(Enfim, esse parágrafo saiu um pouco no estilo pai-de-santo, como costumava brincar quando escrevia um post sem nem pensar direito. Deu para perceber que estou um pouco nostálgica?)

A nostalgia tem motivo. Nas férias, sempre resgato coisas pendentes, arrumo papéis, fico repensando o que posso melhorar no próximo semestre e... Fico de pernas pro ar. 
Parte de mim gosta de ficar de bobeira, é verdade. Mas outra parte odeia esse "não aconteceu nada hoje". Talvez o que mais me entristece é que eu não quebro esse ciclo de não fazer nada! Esse lance de se auto-sabotar é mesmo uma merda (perdoem o palavrão).

(  /\ Outro parágrafo pai-de-santo.)

O que eu vim mesmo escrever é sobre a ausência dos meus pais. É muito estranho não ter saído de casa, e sim ter os pais nessa situação. É o meu lar, não consigo me imaginar morando numa república ou algo do tipo. Mas essa mudança é pouco usual, falem sério. A casa não é minha, nem do meu irmão. Os donos da casa não estão aqui, e ainda por cima pagam as contas. Até que ponto posso deixar a casa como EU quero? Até que ponto posso receber visitas sem invadir o espaço dos meus pais (que não estão aqui) e do meu irmão (que está aqui)?
Minha mãe vem mais ou menos uma vez por mês, fica uma semana e depois vai embora. Meu pai só pode ficar durante o final de semana, por causa do trabalho.
Quando a família se reúne, fazem planos: comprar uma cama nova para mim, que estou com a minha quebrada. Mas, peraí, daqui a pouco não sou eu que saio de casa? Não é melhor deixar a cama pra lá?

Acho que toda essa situação está me confundindo e me deixando inquieta.
Sou adulta, mas tenho muito que aprender. A responsabilidade pesa, faz com que me sinta muito velha e muito nova ao mesmo tempo. E me cansa, essa é a verdade.

Bem, uma coisa eu tenho certeza: mimo é bom demais. É muito bom ver a família e ficar passeando, sem as cobranças de morar junto. Como minha mãe disse ontem, é a maior rasgação de seda.
(Fora os mimos dos avós!)

Bjmordida

PS: A Bella me ajuda pra caramba. Depois não sabe porque a amo tanto!
PS2: Esse post seria falado numa mesa de bar, tenho certeza.

quarta-feira, novembro 13, 2013

Desconhecido

Pensamentos inquietantes.
Depois de sociodrama, a coisa piorou.
Ouvir P!nk também não ajuda.

Difícil conhecer a si mesmo.
Difícil conhecer os outros.
Mas o pior é não conhecer por não se permitir. Ou não permitirem.

Tenho vontade de ficar no meu canto, calada.
Mas, quando dá vontade de falar, "vomito".
Diferente do vômito real, não me sinto menos "enjoada".
Há coisas entaladas, mas que ficarão entaladas.

Bjmordida.




PS: Trocaria o refrão por "How do I feel this good without you?". Uma vez bobona apaixonada, sempre bobona apaixonada.

segunda-feira, março 12, 2012

Old me

Resgatando fotos e textos antigos, percebi o quanto eu era infeliz, pelo menos parcialmente.
Talvez infelicidade seja uma palavra forte demais.
Consigo me lembrar muito bem das angústias e inseguranças. Quero dizer, não que eu me lembre dos motivos de todas elas, mas eu me lembro muito bem da sensação. Era sufocante.
Às vezes ainda me sinto assim. Acho que é mais por ter ficado por tanto tempo assim e ter me acostumado com isso.
Eu me sentia sozinha. Não me sentia à vontade para ser 100% verdadeira e livre. Sempre me escondendo, com medo.
É estranho olhar para trás e ver que eu não fazia ideia do que estava acontecendo, o porquê de eu me sentir daquele jeito. Não era próxima dos parentes, não era próxima emocionalmente da maioria dos meus amigos... Onde eu estive esse tempo todo? Presa numa cela escura e fria? Ou eu era apenas egoísta demais para me misturar com as pessoas?
Medo de ser rejeitada. Medo de dar a cara à tapa.
Engraçado perceber que nem todas as pessoas mordem.
Bem, acho que eu era forte. Apesar de todos esses conflitos, inseguranças e angústias, acho que nunca fui ao fundo do poço. Sempre me segurando para não cair sem nem perceber que fazia isso.
O que me motivava? O que me deixava feliz?
Talvez seja por isso que eu tenha a impressão de que tudo foi bem mais ou menos.
Nem terrível, nem maravilhoso.
Aceitável, razoável. Dava para sobreviver.

Como as coisas mudaram? Como o razoável tornou-se inaceitável?
Acho que foi quando aprendi a ser mais sincera comigo mesma. E quando quis ser sincera com todos os outros (bem, ou pelo menos com todos aqueles que gosto).

Muitas pessoas me marcaram. Algumas de maneira positiva, outras de maneira negativa. Entretanto, todas elas tiveram sua importância. Positividade para suportar, negatividade para ter força.

Qualquer luta tem que ser lembrada e comemorada.
Então, acho que esse post se trata disso. Minha luta comigo mesma em busca de mim mesma, da minha aceitação, do meu amor próprio, da minha vontade de dividir, do meu perdão.

Talvez não tenha falado muito por aqui, mas é porque não tenho muito o que dizer. Quando tiver, como agora, venho dar sinal de vida aqui.

Bjmordida

domingo, novembro 06, 2011

Breaking out

Uma das coisas mais geniais que aprendi desde que entrei na faculdade foi que um psicólogo não AJUDA um paciente. Pelo menos não literalmente.
Muitas pessoas têm a visão de que um psicólogo vai sair dando conselhos, buscando o bem do paciente.
É, não é uma boa fazer isso. Por um motivo muito simples:
Nós NÃO sabemos o que é melhor para o paciente. *Aquela que já está se incluindo na parada, mesmo não sendo formada.*
Uma coisa é você indicar pontos que o paciente precisa/deveria trabalhar, e, ao trabalhar nesses pontos, ele pode vir a se sentir bem.
Mas dizer "Faça isso, faça aquilo"...

O ponto que quero chegar é:
Por que as pessoas têm a terrível mania de fazer isso?
Ok, não é que eu não aceite sugestões. O que me irrita é a maneira que as pessoas dizem as coisas.
"Você TEM que fazer X." - Não, eu não tenho! Você, por algum motivo muito idiota, acha que isso é o melhor para mim. Quando, na verdade, não passa de uma modinha estúpida. Ou você ACHA que seus valores são mais importantes que os meus.
"Ana, por que você não faz X, não Y?" - Muito melhor, não?

Um jeito de falar que eu acho GENIAL é quando a pessoa diz "Acho que você deveria fazer X", "Sei X é difícil, mas tente" ou "Do meu ponto de vista, X parece ser a melhor solução".

Não sei, mas eu acho muito menos autoritário. Aliás, é totalmente o contrário disso, não?

Não estou dizendo que as pessoas deveriam parar de dar opiniões. Mas a forma que essas pessoas dão suas opiniões é muito intimidadora.
(Olha quem fala, a louca autoritária do blog! Sim, mas aqui é meu blog, lê quem quer. *E, não, isso não é para ser um fora*
Mas quando você joga na cara de alguém que ela está errada de graça, aí é um problema.)
Será que alguém tem a menor noção do impacto que uma frase mal formulada pode ter?
Estou exagerando?
Falo isso por experiência própria, inclusive na conduta da minha antiga psicóloga.
(Ah, e também não estou entrando no valor semântico de "ter". "Você TEM que fazer isso" pode soar como algo positivo, também)

Não tente impor suas ideias, porque não cola. Pelo menos não comigo.
Mas, se você discutir direitinho, é bem capaz de eu até parecer contraditória na conversa, por discordar de você e depois concordar.
Não que você esteja certo(a) e eu tenha percebido que estou errada, mas a forma que você fala me deixa tão pensativa a ponto de abrir mão de minhas ideias.
Sei lá, como eu já disse várias vezes aqui, não acho que esse negócio de certo e errado existam mesmo.

Mas enfim.

Bjmordida

PS: Eu sei, estou escrevendo mal bagarai. Acredite, pessoalmente não é muito diferente.
E acreditem, não estou tão revoltada assim. Not anymore.

quarta-feira, agosto 24, 2011

Não me procure mais

Não quero assinar contrato(s) de fidelidade.
Não quero (não) ter que fazer algo porque (não) deveria, ou porque (não) é isso que as pessoas esperam de mim.
Quero ir e vir, sem compromisso. Ficar é uma escolha minha.
Se eu não me prendi, não são vocês que vão conseguir me segurar.
(Coloquei no plural só para não acharem que estou falando de uma pessoa específica. Talvez esteja. Talvez não.)

"I know it doesn't seem so fair,
But I'll send you a postcard when I get there."


Definitivamente, não quero falar de mim.
Por isso a ausência, o silêncio.
Não estou mal, estou normal.
Quero ficar quieta, na minha.
Quando quiser conversar, conversarei.
Só não venha puxar assunto, dizendo coisas idiotas, porque isso tem me irritado mais do que o normal.
Acrescente algo, mude o meu dia. Caso contrário, não fale comigo. MESMO.
Não banque o(a) bom(boa) amigo(a), não tente manter aparências.
Amizades de verdade sobrevivem a longos períodos de ausência, não?!
E, se eu te procurar, aja naturalmente.

Sabe aquela velha história do "Aqui se faz, aqui se paga."?
Aliás, a minha boa educação me impede de dizer muitas coisas.


Um dia, voltarei. Ou não.
Mas, se voltar, tenham a certeza de que o fiz por vontade própria.

Bjmordida.

PS: Acho que não fui muito clara nesse post, nem nesse, então... Resolvi ser clara neste.

segunda-feira, junho 20, 2011

Alguma coisa faz sentido? Talvez.

Estou com a estranha sensação de que nada faz (realmente) sentido.
Parece deprê. E é.
Porque, por mais que você busque certezas, não há muitas confirmações.
Bem, pelo menos não para quem usa a razão.
Quando tento usar a minha, isso me deprime profundamente.
Então ser sentimentalista realmente tem suas vantagens.
Prefiro ser assim. E realmente desejo que todos sejam assim também.
Faz mais sentido. É mais feliz.

Sabe, também não estou gostando de umas coisas.
Uma delas é quererem adivinhar o que estou pensando, sentindo.
Quando for a hora, eu direi. E apenas se EU quiser.
Eu sei, talvez eu esteja afastando demais as pessoas ao meu redor.
Isso é e não é proposital.
Só sei que aqueles que realmente prezam por mim são perfeitamente capazes de entender essa fase que estou passando. Apesar de não terem ideia de nada (ou de quase nada) do que está acontecendo, sei que eles estão torcendo para que tudo dê certo. Não importa o quê.
Agradeço àqueles que fazem isso por mim.
Não sei, só não quero ficar falando de mim. Pelo menos não antes de ter certeza de nada.

Comentário aleatório: Se eu der a minha cara à tapa, o que será que receberei? Um beijo na bochecha ou um super tapão? Medinho de saber a resposta.

Esse post pode não fazer sentido, mas eu precisava escrever essas coisas estranhas.
E é isso aí.

Bjmordida.

terça-feira, abril 19, 2011

Vergonha alheia - Idiotice minha?

Ultimamente, meus dias têm sido vazios, meus pensamentos são esquecidos, o meu ânimo existe, mas só até certo ponto.
É engraçado como isso está me fazendo ficar mais sentimental, mas para um lado ruim.
Consigo captar tudo aquilo que me irrita, me causa repulsa, me envergonha.
Os adultos são seres de outro planeta. Por mais que eu tente acompanhar a lógica deles, simplesmente não consigo.
E como morro de raiva quando sinto olhos de porcos imundos em mim, no meu corpo. Dá vontade de arrancar os olhos dos infelizes, vide Kill Bill. É tão... urgh!!! Hoje vi uma moça tocando bateria imaginária na rua. Sorri, mas olhei para o lado, com medo de ofendê-la. Eis que um infeliz passa do meu lado e pensa que estou sorrindo para ele. O que ele faz? Manda um beijo. Ai, que vontade de fazê-lo engolir os próprios lábios, para não dizer coisa pior.

Sim, não estou mais reprimindo qualquer raiva que eu sinta. Por muito tempo, tentei não senti-la. "Que sentimento mais auto-destrutivo e inútil!"
Querem saber? Foda-se.
Eu sou humana, sentir raiva é humano, então vou sentir o máximo de raiva que eu puder sentir, como qualquer outro sentimento (bom). Não falo de ódio, falo de raiva. Ou falo de ódio sem saber? Prefiro chamar de raiva, apenas.

Mas acho que tem algo que gera mais revolta em mim:
Ver que todos os jovens estão ficando assim. Isso me dá um nojo tão, tão grande!
Sério mesmo que a gente precisa ser como eles? Sério mesmo que vocês caíram no papinho furado deles? Nas merdas que passam na TV?! Eu achei que vocês fossem mais inteligentes, de verdade. Qual o problema? É mais cômodo? Para quê chip quando a lavagem cerebral já foi feita?!
"É divertido.", "Finalmente somos livres para fazermos o que bem entendermos.", "Você fala isso porque nunca provou.", "Você precisa ampliar o seu mundo!". Sinceramente? Vai tomar no cu para quem pensa assim.
E falo isso com toda a dicção possível. E com gosto.
Pode dizer que tenho uma Síndrome de Peter Pan distorcida que eu nem ligo.

Às vezes penso em fazer o dobro de merda que vocês fazem, só para ver se alguém se toca. Mas acho que seria inútil.

E quem não faz nada, mas diz “Ah, deixa eles!”, vai tomar no cu também. É sério que você não vai fazer NADA? É por isso que o mundo é uma merda. A sujeira está aí, bem debaixo dos seus narizes. E alguém quer limpar? Não. Varrem para debaixo do tapete. E eu fico muito, mas muuuuuuito feliz de pegar o tapete e sacudí-lo. Como é bom ver a sujeira voando!

Na verdade, eu que devo ser a idiota da história por não concordar com nada disso. A única que não entra no sistema, que idiota. Eu que devo ser a idiota por pensar que alguém é capaz de me entender, entender minha raiva. Sou ainda mais idiota por desejar que alguém me entenda. E que abrace a minha revolta como se fosse algo precioso.

E é por causa disso que estou distante das pessoas. Estou presente, mas distante. Pelo menos quando esse assunto surge. Bem, isso quando consigo me controlar, porque sempre mordo a minha língua para permanecer calada e não ser a desagradável, a estraga "prazeres".

É isso aí, essa é uma das coisas que mais ocupam minha mente que eu não consigo esquecer.

Bjmordida.

E se você sentiu um soco no estômago quando leu este post, posso dizer que essa foi a intenção.

E se não sentiu, minha missão não foi cumprida.

PS: Obrigada por todos os comentários! Aliás, vocês querem que eu responda seus comentários abaixo deles?

domingo, março 27, 2011

Mais uma mania patética

Faz muito tempo que eu tenho mania de querer me explicar, em todos os sentidos. Mas estou lutando contra ela. Para que eu vou procurar as pessoas para ME explicar?! Elas nem querem me entender mesmo. Não faz diferença.

Eu tenho muitas ideias para posts, mas não tenho vontade de postá-las.
São ideias inúteis, então... Nem vale a pena perder tempo.

Bjmordida.

quarta-feira, março 23, 2011

Um pouco de amor e revolta

Metrô (Grampeador) "parte 2"
(Se você não leu a "parte 1", clique aqui.)

Se o interior de uma pessoa for "podre", isso faz com que qualquer sentimento "bom" que ela sinta seja menos digno do que o de uma pessoa "boa"?
O amor, por exemplo, é menor? Menos significante? Menos bonito? Ou até mesmo feio?

Se uma pessoa "feia" tenta proteger alguém que ama - seja a pessoa protegida/amada "bonita" ou não - isso não muda o fato de ela ser "feia"?

O casal do metrô debochou da senhora "ignorante". O sentimento que une esse casal é bonito? Feio? Pode ser chamado de amor "verdadeiro"?

Como a Prof. Claudete disse uma vez, cada um de nós tem uma forma de amar. Você só "precisa" encontrar alguém que ame da mesma forma que você. Isso faz com que os "bons" só fiquem com os "bons" e os "maus" fiquem apenas com os "maus". Quando os dois se "misturam", é difícil dar certo. Mas, pensando na biologia e na mistura de "raças"... A "mistura" não seria boa?

No fim das contas, as diferenças afastam as pessoas, na maioria das vezes. Porque quase ninguém sabe lidar com elas. É inevitável e isso tudo é compreensível (até onde a compreensão pode chegar?). É humano. O ser humano é complexo, mas ele simplesmente não consegue lidar com relações complexas. E é isso que faz com que o ser humano seja tão simples e tão previsível, na maior parte do tempo.

Talvez, isso seja questão de sobrevivência. Se nos misturássemos (falo sobre personalidade, não sobre raça!), o caos poderia ser maior do que já é. Ou não. Talvez, é disso que precisamos! Nos misturar!

O amor é um sentimento tão forte e tão inexplicável... E isso é um problema. Se fosse simples, poderíamos senti-lo por qualquer pessoa.
Sei lá, todas as formas de amar têm um erro: achar que todas as outras estão erradas.

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Ahm, estou pensando em muitas coisas ultimamente, mas hoje com certeza está "rendendo".
Ao mesmo tempo que quero compartilhar tudo com vocês, também quero me isolar. Isso soa um tanto egoísta. E, sinceramente, é isso que eu quero. Parece que, quanto mais explicações eu dou, mais me entendem errado. Dá vontade de falar: "Te vira, tenta me entender, vai!", porque é isso que quase todo mundo faz. Então por que não fazer também?
Eu gosto de tentar mostrar o meu lado mais profundo. Um lado que nem eu conheço direito. E fazer isso me ajuda a conhecê-lo.
Não fazer isso me sufoca. Sinto-me sozinha. Só que me expor só faz com que eu tenha a falsa sensação de ter companhia. Alguém realmente se importa?!
É como se cada um estivesse apontando o dedo. E isso tem me irritado muito ultimamente. Eu não sou uma atração de circo!
Afinal, o que você espera de mim?

Desculpe se você realmente se importa. Isso foi rude, eu sei.

Bjmordida.

PS: Ah, sempre esqueço de agradecer os comentários no post ""! Minha cabeça está clareando em relação ao assunto. ^^

domingo, março 20, 2011

Caos e sede de mudanças.

Eu nunca entendi o porquê de as pessoas quererem tanto "o novo".
Mudanças para quê?!
Eu sempre gostei da minha vida, da minha rotina, apesar de todos os problemas.
O novo me assustava.
Cá estou eu simplesmente implorando por ele.
E, por mais que eu tente mudar a minha vida, tudo parece intacto.
As coisas mudaram sim: A minha rotina, os meus amigos, a minha visão, alguns pensamentos, algumas atitudes...
Mas parece que isso simplesmente não é suficiente!
Quero uma mudança profunda!
Talvez só porque todos estão mudando. Menos eu. Ou eu penso que não.
Tudo mudou, mas não mudou. E é isso que me irrita, que me deixa... "Argh"!
A verdade é que eu não aguento mais sentir certas coisas!
Eu odeio me preocupar com algo que não vai mudar.
Eu odeio querer o melhor para as pessoas, mas elas mesmas não quererem isso. [!]

E eu odeio não conseguir te esquecer.
Eu odeio não querer falar sobre o assunto. Porque eu desejo que ele não exista. E, quando eu falo sobre isso, fica claro que ele existe.
É como se manter isso abstrato fizesse com que isso não existisse, só pelo fato de não ser concreto. Mas isso existe. E como existe!

Na verdade, eu só quero alguém para dar as mãos. Alguém para abraçar. Alguém para mimar. Alguém para me mimar. Alguém para olhar nos olhos e ver que o sentimento é mútuo. Não importa que sentimento seja, mas que seja mútuo.

Eu sinto falta dos meus amigos, eu sinto falta do amor. Não do amor-amor, mas de qualquer tipo de amor! "Te amo" não é bom dia, mas parece que as pessoas levaram isso a sério demais.

Por mais que eu tente organizar a minha vida, não adianta...

Ah, chega de babaquice. Eu deveria parar de ser fracota e escrever tudo que me surge aqui. Mas eu sei que eu não vou deixar de fazer isso, porque é uma das únicas formas de conversar comigo mesma (e com "alguém") sem me perder completamente. Uma das únicas formas de encarar os fatos.

Enfim, chega.

Bjmordida

sábado, fevereiro 19, 2011

Prisão

Existem sentimentos que se tornam verdadeiras prisões, assim como desejos.
(Desejos são uma espécie de sentimento, não?)

Sinceramente, sou do tipo de pessoa que tenta reprimir a maioria de seus sentimentos e de seus desejos. O mais idiota disso tudo é que não adianta de nada, e eu nem sei por quê faço isso.
Racionalidade demais? Talvez.
A verdade é que tenho me controlado bastante, mas estou cansada! É inútil fingir que algo não existe, quando, na verdade, essa coisa não para de te "socar" internamente. Quando essa coisa se revela em seu olhar todas as vezes que você se olha em um espelho.

Eu quero que minhas aulas comecem logo, para que eu possa recomeçar, mas, ao mesmo tempo, quero me dedicar a projetos em andamento.
A faculdade será, acima de tudo, uma fuga. Uma fuga de mim mesma, provavelmente.
Mas será que vai funcionar? Alguns sentimentos simplesmente não param de crescer. Não adianta deixar de alimentá-los, porque também morrerei de fome.

Por mais que eu finja que está tudo bem, no fundo, isso tudo mexe muito comigo.
Não que eu esteja mal, mas me sinto um tanto sufocada. O pior de tudo é que eu gosto dessa sensação (em relação a um sentimento em especial).
Qual é o problema comigo?!
Talvez eu esteja me drogando demais, sério. >D
(Realmente, esse sentimento é uma verdadeira droga!)

Eu também gostaria de não me importar com tudo isso. Gostaria de não me afetar tanto com algumas coisas que escuto, com algumas coisas que observo.

Eu gostaria de falar tudo aquilo que sinto vontade, sem medo de ser julgada! Sem medo de nada!
É péssimo quando te dão um tapa na cara e você simplesmente não pode se defender! E as pessoas adoram dar tapas... Que tal um cafuné, para variar?!

Não sei se alguém vai entender o que quis dizer...
Talvez seja melhor cortar as asas da minha imaginação...

Bjmordida.

quinta-feira, janeiro 27, 2011

Eu, eu mesma e minha covardia.

Depois de MUITO tempo, sinto vontade de sair daqui novamente.
Pegar minhas coisas e simplesmente IR EMBORA.
Mas, desta vez, há algo diferente nessa minha vontade.
Minha vontade é de deixar TUDO para trás. Absolutamente tudo.
Não me prender ao desejo de estar perto das pessoas que eu gosto, das pessoas que eu amo, da vontade de amar alguém e ser correspondida, cuidar de uma criança, aprender coisas novas (e acessíveis)...
Queria sair daqui AGORA.
Fazer uma lista do que realmente tenho vontade de fazer e ir riscando.
Quem quiser que me acompanhe, não vou puxar ninguém, nem esperar por ninguém.

Mas será que isso me faria feliz?
Bem, talvez esteja na hora de eu ter coragem e ir buscar minhas verdades.
Talvez não traga felicidade, mas com certeza alívio.

E, quando a saudade doesse tanto a ponto de me deixar sem ações, eu voltaria.
As coisas com certeza não seriam as mesmas, mas talvez esse seja o preço a pagar.
Não sei se seria uma troca justa, mas isso não importa, pelo menos não agora.

O que me prende aqui é a minha covardia.
Eu continuo sendo fraca, devo ser muito idiota mesmo.
Às vezes, ser impulsivo(a) tem suas vantagens.
Gostaria de pensar menos, agir mais.
Devo ser realmente muito idiota.

Queria buscar o meu melhor.
Acharia o meu pior, mas tentaria mudá-lo, esquecê-lo, enfraquecê-lo, apagá-lo, sei lá.

Tudo dói: As saudades (do que tenho, mas já não tenho mais), a falta de coragem, o medo...

Gostaria de levantar daqui, sair decidida, bater a porta.
Sei que não vou fazer isso.

Se ficar, enlouqueço.
Se sair, ... Não faço ideia.
Se eu tivesse coragem, torceria para não morrer aos poucos, pelo contrário.

Afinal, quem é você?! Uma idiota covarde, no mínimo. Não consigo descobrir o resto. Só vejo um pedacinho. Talvez para me dar mais coragem. Ou o contrário.

Arriscar e morrer ou não arriscar para não morrer?

Eu nem sei mais o que estou dizendo.

quinta-feira, janeiro 20, 2011

Que merda.

Durante uma briga, você acaba descobrindo como as pessoas realmente te veem:
Sou manipuladora, fico me fazendo de vítima e sou incapaz de me colocar no lugar das outras pessoas. Psicóloga? Com certeza escolhi a profissão errada.

Só fico me perguntando por que diabos o meu esforço em fazer as coisas da melhor maneira possível não é considerado.
Passei os últimos meses tentando não me esconder, sendo carinhosa... Por mais que eu saiba que isso só vai ser pior depois, para as duas partes.
E realmente vai ser.
Porque se eu não tivesse me esforçado tanto, eu não estaria ferida depois de uma briga tão menor.
Imagino que ficarei mutilada no futuro.

Não fiz esforço nenhum para amá-los.
Eu já os amava, só tinha medo desse amor.
Medo de me ferir.
Meu esforço foi para enfrentar meu medo.
Hoje desejo que não tivesse feito isso.
Fiz e não me arrependo. (bem contraditório)

Não sei se vou aguentar ver aquela expressão de nojo mais uma vez.

Que merda.

domingo, janeiro 16, 2011

Desânimo

Sabe quando você está viajando com a família no carro, cochila e acorda sem nem ter ideia de onde esteja? Neste caso, você se sente perdido, mas não se amedronta com isso, pois tem sua família por perto.

Sinto como se tivesse dormido, mas, ao acordar, me deparei com a solidão.

Antigamente, as férias faziam mais sentido. Mas e agora? Para onde é que eu volto? Não existe lugar para voltar, só um lugar para ir. Que, por sinal, ainda nem sei que lugar é esse.

O fato de estar sozinha realmente me sufoca. Eu sei, não há nada que acabe com as amizades assim, de repente. Mas pensar que não vou ver meus amigos todos os dias... Argh! Talvez ter passado tanto tempo em apenas um lugar tenha causado esse mal. Eu, sinceramente, não sei ficar sozinha.

Talvez uma despedida definitiva doesse menos. Porque eu poderia dizer: "Cara, que vontade de te abraçar!", "Que saudades!".
Não que eu não possa dizer isso, mas é estranho. Pareço uma criança chorona (talvez eu seja!).

Que vontade de abraçar! Não aquele abraço de "oi" ou "tchau", mas um abraço de verdade. Não consigo nem lembrar da última vez que abracei alguém decentemente.
E, quando penso em fazer isso, fico sem graça.

Tô ficando pirada.

Bjmordida!

sábado, janeiro 08, 2011

Viajando nos remedinhos

Mais uma vez, feliz ano novo, meu povo! :D

Bem, eu queria postar desde o dia 1º, mas não sabia sobre o que falaria.
Falar sobre meus desejos para 2011? Não, só de pensar sobre assunto, fico... Confusa. Sufocada. Dá um aperto no peito. O futuro nunca esteve, sei lá, tão... Em evidência.
Outras coisas me sufocam, é verdade. Mas, pela primeira vez em muito tempo, tenho a esperança de que tudo dê certo. Uma esperançazinha num verde beeeem clarinho, mas ela existe.
Bem, nos dois casos, só resta esperar. E reunir forças para lutar.
Não fazia isso há muito tempo, então a inércia de permanecer fraca me consome.
Mas eu VOU ser forte. Posso levar muita porrada, mas um dia eu vou ser.
Pensava que o pessimismo me afastava de qualquer tipo de sofrimento, mas hoje vejo que não. Decepções doem. Sim, doem. Podem doer MUITO. Mas pensar que tudo pode dar errado é angustiante demais. E, sinceramente, cansei de sentir essa angustia.
Não estou dizendo que já não a sinto mais, apenas digo que cansei de senti-la.
Acho que isso é o primeiro passo para mudar.
Sempre tive medo de mudar. Aos poucos, o medo está indo embora.

Eu realmente não sei de onde está vindo tudo isso! HAUAHUAHU
Eu ia postar sobre outro assunto! E, quando disse que não queria falar sobre os meus desejos, é porque eu queria mudar de assunto... =P
Caraca, eu tô é ficando doida de vez! HAUHAUAHU

2011, não prometo nada. Que venha as porradas, as alegrias, a força, a esperança... Ah, que venha o que vier!

(Na boa, tô viajando legal nos remedinhos. Preciso dizer que esse post foi totalmente Pai-de-santo?)

Bjmordida!

Seja forte, Ana Luiza, não importa o que aconteça!

PS: Para os próximos posts... (sem previsão LOL)

Relatividade;
Companheirismo, preocupações.

PS2: Super ansiosa para amanhã! Não quero desistir tão facilmente, como sempre faço.

PS3: No começo do post, disse que não queria falar sobre meus desejos para 2011, porque estava com medo de pensar sobre isso. Ah, eu sei lá, tive um insight meio maluco enquanto escrevia esse post, então estou começando a me contradizer. LOL
Engraçado, comecei a escrever o post chorando (:X), agora tô rindo loucamente. Tô começando a ficar com medo de mim mesma. HAUHUHAUAHUAHU

segunda-feira, dezembro 20, 2010

It's too late to apologize

(O título do post é uma hipérbole. E não serve apenas para o que que vou escrever abaixo. Serve para outra coisa também, mas cansei de falar sobre esse outro assunto.)

Cara, eu 'tava "aqui" esses dias todos e só HOJE resolvem fazer algo a respeito.
Isso realmente me irrita.
É como se, sei lá, meus sentimentos não tivessem a mínima importância!
Eu entendo, sei que te magoo o tempo todo, mas, cara...! Você acha que eu gosto disso?
Eu só não consigo entender qual é a dificuldade de sermos amigos.
Tá, isso é um pouco egoísta da minha parte - querer que você ignore o mal que eu te faço -, mas o fato de te magoar não significa que eu também não fique magoada.
E só porque sinto culpa não quer dizer que você possa fazer o que quiser.
Eu mereço respeito. Você não pode simplesmente agir como quer e depois querer que eu não me chateie com isso, que tenha uma conversa amigável na hora que VOCÊ quer e ficar tudo bem.
Você também está sendo egoísta. Porque eu também tenho sentimentos. E tenho a certeza de que, se pudesse controlá-los, eu não estaria fazendo esse post.
A culpa é minha até certo ponto. Até certo ponto!

Ok, quem leu esta merda isso aqui está de parabéns.
Só mais um desabafo para minha coleção.

Bjmordida.

sábado, novembro 27, 2010

Confusões, como sempre

Estou aqui, tentando, humildemente, escrever algo que preste.
Mas só o que vem à minha mente é: "Que MERDA!" (ou melhor ainda: "Que grande MERDA!").
Eu gostaria de ter controle de mim mesma, mas não tenho. E isso é uma grande merda!

Assim, eu não me importaria com o fato de que a minha "irmã" não parece estar dando a mínima bola para mim.
É egoísta dizer isso? Talvez.
Mas, então, sou muito egoísta, porque me importo com isso.
Dói não ter mais uma pessoa que ficou comigo por 3 anos.
Quando eu estava feliz, triste ou até mesmo com raiva (mesmo quando a raiva que eu sentia era dela!). Que estava ao meu lado mesmo quando EU a magoava.
Mas tudo bem, é a vida.
É, eu sei, pareço até possessiva. Mas não é isso!
Não, eu não quero que meus amigos fiquem me ligando toda hora, mandando recados, falando comigo no MSN.
Mas eu quero estar presente na vida deles de alguma forma.
É egoísta querer isso?
Ainda mais porque, de todas as pessoas, ela é a que eu menos esperava que fosse fazer isso.
Eu admito: Eu sou medrosa. Melhorei muito, mas, ainda assim...
Então já conversei sobre isso vááárias vezes com ela.
Odeio esse negócio de amigos se afastarem. Ela sabia que eu ficava com medo de isso acontecer com ela. E ela sempre me dizia que não se afastaria, porque eu era importante para ela.
Sinceramente, não me sinto mais importante.
Pelo contrário.

Também gostaria de dizer "Eu também" para uma certa pessoa.
Mas não estaria sendo sincera se o fizesse.
E me dói não sentir o mesmo.
Eu, como sempre, estrago tudo. -.-

Outra coisa: Eu não sou uma droga de boneco!
Se for tentar me manipular, pode esquecendo!
Se for para alguém me controlar, que seja EU mesma (e como eu queria poder fazer isso!)! u.u

Milhões de sentimentos, mas, ao mesmo tempo, estou tão apática...
Tentando me manter calma, talvez.

É, talvez esse post não faça nenhum sentido, mas... :P

Bjmordida! ;D

PS: Espontaneidade é bom! Aprendi isso este ano! ;D

PS2: Nem vou comentar sobre o que está acontecendo aqui no RJ. Vergonhoso!

terça-feira, setembro 28, 2010

O impossível é mesmo impossível (?).

Cansei de só me dizerem que nada é impossível.
(Dá para provarem que estão dizendo a verdade?!)
Tem coisas que são impossíveis SIM!
Segurar o vento, por exemplo.
Você pode abrir suas mãos e fechá-las rapidamente, mas ele sempre escapará pelas frestas, por entre seus dedos.
"É só você querer e lutar que você consegue!"
Será?
Não concordo. E tenho meus motivos para isso.

Se alguém conseguir me provar que o impossível é possível, talvez eu mude de ideia.
Mas os últimos meses que se passaram só me provaram o contrário.

Sei lá, só queria poder escolher meu próprio caminho.
É ruim querer isso?

Enfim, deu um espírito revolts aqui.

Bjmordida.