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domingo, maio 04, 2014

I am alive!

Hoje recuperei um e-mail que tinha dado problema, então havia diversos e-mails não lidos (sendo a maioria de propaganda de corrida). Também havia notificações de comentários no blog, o que me fez lembrar que fazia um tempinho desde a última vez que dei sinal de vida.

A rotina pesa. Trabalho, faculdade, vida de dona de casa, namorada, família... E a bonitona aqui resolve entrar num trabalho voluntário!
O nome do grupo é Centro de Valorização da Vida (CVV). Por enquanto, estou na segunda etapa do treinamento, que vai durar nove semanas (esta será a quinta). Não sei como vai ser quando eu passar a atender pessoas, mas posso dizer que o treinamento tem me ajudado a refletir sobre o modo que conversamos com as pessoas.
Bem, desde que entrei na faculdade, sou convidada a refletir sobre isso, mas de modo profissional. Nesse treinamento, a reflexão se estende à vida pessoal (não que a faculdade também não seja assim, mas é mais fácil de separar as coisas). Como psicóloga, já sei há séculos que não serei alguém que dá conselhos, mas a Ana adora dar uma de "mãe chata" e sair por aí tagarelando frases para inspirar. É, as coisas estão mudando, ou pelo menos estou tentando.
É até irônico, porque faz um bom tempo que eu adotei o pensamento de "Cada um sabe onde o calo aperta"/ "Cada um sabe o que é melhor para si", mas, para os mais queridos, sempre dava pitaco. Posso dizer que o curso deu um tapinha na minha cara. Afinal, quem sou eu para salvar o mundo? Isso não significa que eu não ligue. Mas é melhor assim. É melhor ser o apoio, não tentar ser o super herói. Ser super herói exige que você fique numa posição diferente, de destaque, e não é isso que busco.
Tá, eu acho que estou me confundindo. Minha intenção não é tirar o mérito do super herói, nem dizer que não quero prestígio. É só que é muito difícil aconselhar e ver que você não ajudou. Na dúvida, é melhor você ser um ombro amigo do que colocar uma decisão sua para o bem de alguém. 
(É, acho que consegui me esclarecer)

Bjmordida

terça-feira, janeiro 29, 2013

Pensamentos filosóficos causados por The Sims

É, a vida é difícil. Talvez não para mim (sou relativamente bem-resolvida ou minha vida é fácil?), mas, quando vejo minha namorada levando "porrada" direto, começo a pensar que o mundo é um tanto injusto. Ela chora, faço minhas voltas, consigo sorrisos. O futuro melhor é a nossa maior esperança.
Em algumas horas jogando The Sims, na qual você tenta deixar as personagens o mais "verdes" possíveis - felizes, bem alimentadas, cheirosas, saciadas, bem sucedidas e com todas as qualidades que qualquer pessoa gostaria de ter-, veio uma velha conhecida, a epifania: mas afinal, a vida não é assim mesmo?
Estamos sempre tentando atingir o máximo em tudo, como se a vida fosse uma grande busca pelo "verde".
Com algumas horas de jogo, desistimos de ter as personagens no nível máximo - dá muito trabalho, cansa.
No caso da vida, também cansamos. E morremos.
(Meu irmão interrompeu minha linha de pensamento. Damn.)
Anyways, ou continuamos na busca pelo verde até o "fim da linha" ou passamos a aceitar que o máximo não será alcançado nunca. "Slow down, you crazy child", vamos viver o momento, porque a balança do verde sempre se altera.

Bjmordida

terça-feira, março 27, 2012

Algumas verdades que deveriam ser contestadas


Ao mesmo tempo que algumas aulas podem te fazer pensar no porquê de você estar ali, tendo que aprender aquilo, outras podem ser realmente inspiradoras.

E posso dizer que são essas aulas que me fazem pensar que, sim, estou no lugar certo.

No período passado, fiz uma oficina chamada "A politização do sensível" (ou "A sensibilização do político") e posso dizer que, depois de algumas "aulas" (que, na verdade, estavam mais para discussões), passei a contestar comportamentos que são considerados normais.
Para falar a verdade, as pessoas mal percebem que se comportam daquela forma.

Por exemplo: Já perceberam como fazemos de tudo para não tocar em estranhos? Nem mesmo de leve?

"Cada um tem sua zona de conforto. Só algumas pessoas podem entrar nela sem que o 'proprietário' da zona se sinta desconfortável."
Já pararam para pensar no porquê diabos temos essa tal zona?
Qual é o problema de tocar nas pessoas?
E achamos que NÃO tocar é normal!

Gostaria de ter aproveitado mais a tal oficina...

___

Depois da minha primeira aula de Estágio Básico (no dia 14/03/2012), tenho pensado em algumas coisas que a professora (que, a propósito, se parece MUITO com a Camila Morgado) nos disse. (E fiz questão de anotar, é claro!)

Ela disse que vivemos numa cultura que tira toda a autonomia dos sujeitos.

"Diga-me o que comer.
Diga-me o que vestir.
Diga-me o que ser."


É chocante, mas é a mais pura verdade.

Além disso, ela falou sobre outras questões, mas que deixarei para um outro post.

Para concluir, deixo, então, uma tirinha da Mafalda que completa muito bem o que tenho pensado:


Bjmordida!

quinta-feira, março 01, 2012

Infinito & Eterno

Não há nada pior do que o desejo de ser infinito, eterno.
Pior que há: O desejo de que nossas relações sejam assim.

Não falo só de amor. Falo também de amizades, lugares (ou parece tão absurdo ter uma relação com um lugar?). - Bem, sei que amizade e lugar se encaixam em amor, mas resolvi deixá-los separados, para não restar dúvidas sobre aquilo que escrevo

Por que é tão ruim e doloroso quando algo não dura por muito tempo? Por que precisamos estar amarrados?
Estou começando a pensar que as relações não são laços, são fluídos. Emitimos energia o tempo todo. A partir de nossas mudanças, essa energia também muda. E, de repente, não estamos mais em sintonia com aquilo que gostávamos. A relação não flui como antes. A troca de energias se torna diferente.

Talvez seja porque nossas relações estão baseadas em lembranças, não no momento.
Talvez aqueles que dizem que a falta de memória é algo bom estejam certos.

_____________________________

Aula de Epistemologia e História da Psicologia, 24/11/2011.

domingo, novembro 06, 2011

Breaking out

Uma das coisas mais geniais que aprendi desde que entrei na faculdade foi que um psicólogo não AJUDA um paciente. Pelo menos não literalmente.
Muitas pessoas têm a visão de que um psicólogo vai sair dando conselhos, buscando o bem do paciente.
É, não é uma boa fazer isso. Por um motivo muito simples:
Nós NÃO sabemos o que é melhor para o paciente. *Aquela que já está se incluindo na parada, mesmo não sendo formada.*
Uma coisa é você indicar pontos que o paciente precisa/deveria trabalhar, e, ao trabalhar nesses pontos, ele pode vir a se sentir bem.
Mas dizer "Faça isso, faça aquilo"...

O ponto que quero chegar é:
Por que as pessoas têm a terrível mania de fazer isso?
Ok, não é que eu não aceite sugestões. O que me irrita é a maneira que as pessoas dizem as coisas.
"Você TEM que fazer X." - Não, eu não tenho! Você, por algum motivo muito idiota, acha que isso é o melhor para mim. Quando, na verdade, não passa de uma modinha estúpida. Ou você ACHA que seus valores são mais importantes que os meus.
"Ana, por que você não faz X, não Y?" - Muito melhor, não?

Um jeito de falar que eu acho GENIAL é quando a pessoa diz "Acho que você deveria fazer X", "Sei X é difícil, mas tente" ou "Do meu ponto de vista, X parece ser a melhor solução".

Não sei, mas eu acho muito menos autoritário. Aliás, é totalmente o contrário disso, não?

Não estou dizendo que as pessoas deveriam parar de dar opiniões. Mas a forma que essas pessoas dão suas opiniões é muito intimidadora.
(Olha quem fala, a louca autoritária do blog! Sim, mas aqui é meu blog, lê quem quer. *E, não, isso não é para ser um fora*
Mas quando você joga na cara de alguém que ela está errada de graça, aí é um problema.)
Será que alguém tem a menor noção do impacto que uma frase mal formulada pode ter?
Estou exagerando?
Falo isso por experiência própria, inclusive na conduta da minha antiga psicóloga.
(Ah, e também não estou entrando no valor semântico de "ter". "Você TEM que fazer isso" pode soar como algo positivo, também)

Não tente impor suas ideias, porque não cola. Pelo menos não comigo.
Mas, se você discutir direitinho, é bem capaz de eu até parecer contraditória na conversa, por discordar de você e depois concordar.
Não que você esteja certo(a) e eu tenha percebido que estou errada, mas a forma que você fala me deixa tão pensativa a ponto de abrir mão de minhas ideias.
Sei lá, como eu já disse várias vezes aqui, não acho que esse negócio de certo e errado existam mesmo.

Mas enfim.

Bjmordida

PS: Eu sei, estou escrevendo mal bagarai. Acredite, pessoalmente não é muito diferente.
E acreditem, não estou tão revoltada assim. Not anymore.

domingo, abril 24, 2011

Oportunidades para mudar

É muito comum prometer e não cumprir. Mas é ainda mais comum quebrar uma promessa consigo mesmo(a).
Já pensou que as pessoas têm por volta de 5 chances de "mudar" em um ano?

- Aniversário;
- Ano Novo;
- Quarta-feira de Cinzas;
- Páscoa;
- Natal.

E quando é que elas "mudam"?!
Elas se sentem incomodadas com algumas/muitas coisas, mas o que elas fazem para mudar?
Esperam "O" dia (que, como já falei, há muitos "O" dia durante o ano), prometem e...? Cadê?
Querem mudar, mas falta vontade.

Então, sei lá, se você quiser mudar algo na sua vida, reuna forças e mude! Esse negócio de ter dia certo ("Segunda-feira eu começo!!") é só uma desculpa para não cumprir sua promessa. Comece quando você sentir que tem forças suficientes para isso. (:
E, caso o problema seja a preguiça, tome vergonha na cara! LOL

O mundo precisa de mudanças. E a melhor forma de começar é sendo a mudança!
(Por menor e mais boba que ela possa parecer)

Não era para ser um post de auto-ajuda, mas acho que ficou com essa cara, né? :S

Bem, obrigada pelos comentários! Confesso que estou bastante surpresa com o número deles, mesmo que os autores sejam repetidos de vez em quando (o que não é ruim!). XD
Então, pelo que percebi, vocês querem que eu responda os coments, é isso?
O post anterior já terá minhas respostas, ok?! ^^

Bjmordida! ;3

terça-feira, janeiro 18, 2011

Relatividade

Lembro como se fosse ontem de quando disse:
"Eu, que tenho a terrível mania de tentar entender/classificar tudo, estou quebrando meus próprios "valores". (Essa mania é irritante. Eu ODEIO classificações!)
Bem, preciso dizer o que está acontecendo?
Eu estou tentando olhar todas as situações de todos os ângulos possíveis e imagináveis (Sabe uma volta? 360º? Pois é...)!"
- Junho de 2010

Seis meses depois, reparei que mudei.
Não fico mais tentando classificar tudo... Acho que fiquei mais espontânea. E acho que esta mudança foi muito boa! Porque as pessoas não são como bonecos, elas são apenas pessoas. (Nossa, me senti A manipuladora agora! HAUHAU)

Bem, quanto a olhar todas as situações de todos os ângulos possíveis... Continuo fazendo isso. Não é como se fosse uma volta, 360º, pois nunca paro de onde parti. Talvez pare no ângulo 359.
(Se tiver algum erro, matemáticos, peço que tentem entender... HAUAHUA)

A questão é que, para mim, tudo passou a ser (meio) relativo. (vide formspring.)

Quando me perguntam algo, penso em pelo menos duas respostas.
Isso é meio estranho, mas prefiro assim.
Afinal, ninguém é dono da verdade.
Todos nós temos nossas opiniões, mas por que agir como se elas fossem a única verdade?
Para mim, a vida tem várias respostas para uma mesma pergunta. E todas estão certas, de alguma forma estranha. Porque ninguém pensa do mesmo jeito. O ponto de partida que a pessoa toma para chegar até uma resposta não é o mesmo de outra pessoa.
Cada pessoa enxerga o mundo do seu jeito, que é ÚNICO.
Como querer que todos enxerguem a mesma coisa?
Isso é, com certeza, MUITO incoerente.

Eu também tenho minhas opiniões, mas nunca descarto o ponto de vista dos outros (ou pelo menos tento não fazer isso).
Algumas opiniões parecem bem imaturas para mim, mas quem sou eu para dizer que a pessoa está errada? Ela está apenas vendo do seu modo.
Todos os pensamentos seguem uma lógica...

Sinceramente, espero que as pessoas possam enxergar mais de uma "verdade" também.
É meio confuso (talvez até meio angustiante) não ter um ponto de vista definido, mas acho que vale a pena.

Bjmordida!

PS: Sei que as palavras ficaram repetidas, mas espero que vocês captem a minha ideia. (:

quarta-feira, outubro 13, 2010

Ah! O amor!

Depois de terminar um relacionamento de mais de dois anos, confesso que, por um (longo) momento, desacreditei no amor. Ainda mais porque, para mim, este sentimento sempre está associado a "causas quase-impossíveis/impossíveis".
Relacionamentos fúteis eram grandes desestimulantes (vocês podem perceber isso aqui).

Mas hoje eu percebi que desacreditar no amor é tão... Tolo!
Sempre pensei que esse sentimento é forte o suficiente para durar, basta as duas pessoas quererem que ele dure. Que ele é um grande estímulo, uma grande onda de coragem se você deixar que seja. Para vivê-lo, basta se entregar. E, francamente, acho que não teria problema em fazer isso. Eu não consigo trair meus sentimentos. E até prefiro que não...

De qualquer forma, acho que, no fundo, eu tenho medo.
Medo de fazer loucuras, abrir mão de coisas importantes para mim em vão.
Tenho medo de que a pessoa amada (e que me ame, claro) não faça o mesmo por mim (e, digamos que... É bem possível que isso aconteça um dia).
Eu sei, se você for pensar assim, nunca vai ter coragem de fazer nada.
Mas é errado ter esse instinto de auto-preservação? De ter cuidado com seu próprio coração?
Apesar de querer, loucamente "ligar o 'FODA-SE'" um dia (interprete como "se entregar de corpo e alma sem se preocupar com o que vai acontecer"), não acho errado sentir medo.
E, apesar de ODIÁ-LO, eu agradeço por ele existir.


É isso aí! ;D

Bjmordida

PS: Esse post foi... Totalmente "pai-de-santo", então não liguem se ele não estiver tão coerente.

quinta-feira, junho 24, 2010

ALOK!!!

Olá, caro leitor(a)! :D

Essa semana voou, heim?!
Tá, tudo bem que tivemos menos dias "úteis", mas, mesmo assim, voou!
E... Sabe no que eu reparei quando eu estava indo para o Kumon?
Eu tenho pensado demais! E em TAAAAAAAAAAANTA coisa! @-@
Bem, não que sejam pensamentos ruins, mas... Estou ficando confusa com meus próprios pensamentos. HAUAHUAHAHU! >D
Isso faz com que eu sinta um pouco de medo.
Medo de acabar virando uma pessoa contraditória, entende?
Isso tudo porque eu estou ficando louca. É, mais do que o normal! @-@
Eu, que tenho a terrível mania de tentar entender/classificar tudo, estou quebrando meus próprios "valores". (Essa mania é irritante. Eu ODEIO classificações!)
Bem, preciso dizer o que está acontecendo?
Eu estou tentando olhar todas as situações de todos os ângulos possíveis e imagináveis (Sabe uma volta? 360º? Pois é...)!
Por isso o meu medinho de acabar me tornando uma pessoa contraditória... (E acabar sem entender a mim mesma! XD)
(A minha primeira opinião contraditória é sobre o colégio. Ao mesmo tempo que estou LOUCA para sair dele, eu NÃO quero sair! Mas acho que isso é normal, não? XD)

Enfim...


Lembra do que eu escrevi no post sobre a Copa do Mundo?
Não?

"PS: Próximo post vai ser sobre... Uma dica: "Alok"!"


Então...! Esse vai ser o nosso assunto de hoje! "ALOK!"
Ok, vou falar de uma forma mais clara: Hoje vou falar sobre a homossexualidade.

Bem, não vou falar muito a respeito disso... Só vou fazer uma pequena crítica:

Tem pessoas que ODEIAM os gays. Dizem que são pecadores, que vão contra o "normal" (Que, no caso, é nascer, se desenvolver, se reproduzir, envelhecer e morrer).
Mas, sinceramente, será que eles são mesmo pecadores aos olhos de Deus?
Eu não acredito em Deus - Ao menos que você me prove que Ele exista.
Porém, vamos supor que ele realmente exista:
Será que não há um motivo divino para que os homossexuais existam?
"Ráá, para ir para o inferno." Que maravilha, vamos eliminar esse argumento.
Eu estava aqui pensando no último sábado...
Por que não podemos pensar que é para o próprio bem deles? Que foi Deus quem escolheu isso para eles?
Vamos "pegar" um gay (uii :x) como exemplo:
Suponha que esse gay fosse hétero.
Já parou para pensar que ele pode adquirir algum tipo de... Trauma (Não consigo pensar em uma palavra melhor) sendo hétero?
Se ele fosse hétero, talvez ele quisesse muito ser pai.
Puts, sua esposa é estéreo! Ou, quem sabe, ele mesmo... Infelizmente, creio que ter um filho adotivo não seja igual a ter um de sangue para algumas pessoas.
Ou então... Caramba, ele foi traído!
Sei lá, de repente, ser gay é bom para a pessoa.
Apesar dos riscos de trauma ao se assumir, talvez eles sejam menores do que seriam se ele fosse hétero.
Quem sabe Deus não está sendo "gentil"?
Pense nisso.

Apesar de eu não acreditar em Deus, tive vontade de abordar sobre assunto usando Deus como referencial (?). Achei que seria um bom ponto de vista para quem acredita Nele.
Para mim, com Deus, sem Deus, não importa: Nunca devemos julgar ninguém antecipadamente. Ainda mais por escolhas que não "te dizem respeito".
Eu heim.
Como se gay escolhesse ser gay.
Hétero não escolhe ser hétero.
Por que os héteros acham que os gays escolhem sua opção sexual? O.o

Eu odeio qualquer tipo de preconceito.

Bjmordida para quem leu.

sábado, junho 12, 2010

Feito em 08/08/2009.

É preciso saber viver

Sempre andei na rua sem prestar atenção no que acontecia ao meu redor, apenas pensava no lugar para onde estava indo.
Ou nem isso. Muitas vezes fui a lugares como se eu fosse uma espécie de “morta-viva”, tão grande era à força dos meus pensamentos sobre a minha vida.
Entretanto, um dia me peguei em um de meus devaneios reparando nas pessoas e julgando-as como “feias”, “bonitas”, “necessitadas de uma mudança no jeito de se vestir”, “necessitadas de um novo corte de cabelo”, “gordas”, “magras”, “possivelmente ricas”, “possivelmente pobres” e etc. Foi aí que comecei a me perguntar que tipo de ligação eu tinha com essas pessoas. Que padrão eu deveria estabelecer para achar a possível ligação entre nós? Ou seria impossível haver uma ligação? Seria tão difícil encontrar nem que fosse uma coisa em comum?
Percebi que havia sim uma ligação: Todos nós vivemos. Uns podem viver em melhores condições, outros em piores. Mas todos nós vivemos.
Será? Será mesmo que nós vivemos?
Todos os dias fazemos coisas que não queremos, vamos a lugares que não queremos, falamos com quem não queremos... Seria isso viver?
Ou pior: Na maioria das vezes, fazemos algo mecanicamente, sem nem pensarmos no que estamos fazemos. Como se todos nós fossemos robôs programados. Seria isso viver?
Infelizmente, tenho que admitir que essas situações fazem parte da vida. Mas a grande questão é não deixar com que essas situações sejam as únicas em nossas vidas. Será que somos tão ocupados a ponto de não termos tempo para apreciarmos um simples pôr-do-sol? Ou então um bebê sorrindo no colo de sua mãe, que estão no mesmo elevador que nós.
Não podemos esquecer-nos da nossa principal ligação: A de viver. Mas viver de verdade, não apenas vegetar.

quarta-feira, dezembro 02, 2009

About "that" thing again

Hello! 8D

Vim postar rapidamente sobre o assunto do post retrasado.
É, aquele que causou polêmica!! Êêêê! \o/

Só uma coisa para as pessoas que disseram que traição é traição e não tem perdão:

Galere, às vezes temos que abrir mão de nossos conceitos para dar um passo em direção ao outro!
Pense bem. Se você conhece muito bem o(a) seu(sua) namorado(a) e sabe que numa situação "normal" ele(a) não te trairia, pq você não iria perdoá-lo(a)? O que custa tentar entender o pq da pessoa ter feito isso? A gente não tem o direito de julgar os outros sem saber os motivos deles! O amor vai muito além dele mesmo; é preciso entender (ou pelo menos tentar entender) a cabeça da pessoa que a gente gosta, entender os medos, os gostos, os traumas, as emoções. O pq dela ser quieta, agressiva, extrovertida ou até mesmo pervertida >D (ou seja, entender o jeito da pessoa agir/ser). Tudo tem um motivo, e, para mim, é egoísmo de nossa parte julgar os outros sem tentar entender seus motivos.
Traição machuca? É, machuca. Mas, se soubermos o pq da traição ter acontecido, fica bem mais fácil a gente superar a dor e perdoar (ou não) a pessoa.
É óbvio que a confiança fica abalada, mas se você souber que foi uma atitude "incomum" da pessoa e que ela já estava abalada com alguma coisa, ela pode voltar a ser como era antes da traição. Claro que isso pode levar um tempo, mas, se a pessoa se arrepender quando estiver em seu "estado normal", pq não acreditar, já que você sabe que foi um ato do "estado anormal"?
Sei lá, acho que só quem tenta ver a situação sem o lado sentimental interferindo pode entender o que quero dizer. Ou quem já passou por isso.

Por hoje é só, guys! ;D
Estou sem assunto... HAUhuahuah XD

Bjmordida :*

sábado, novembro 28, 2009

Lady Gaga, Rihanna & Assunto Secreto ;D

Hello!! 8D

Eu disse que viria postar, não disse? ;D

Ok, para falar a verdade, estou aqui na tentativa de não pensar onde certo alguém está. >D
Sempre fico aflita quando essa pessoa "some", e eu odeio me sentir aflita. i-i
Sinto-me impotente, mas... Só me resta esperar.

Como eu disse ontem, o post vai ser sobre a Lady Gaga, Rihanna e um assunto secreto.
Para falar a verdade, estou tão aflita que não consigo pensar direito para desenvolver o tal assunto! >D

Enfim, falemos de Lady Gaga por um momento.

Sei lá, eu gosto dela pq as músicas dela são agitadas, e, como vocês podem ler em algum post perdido pelo mês de Outubro (acho), é das músicas agitadas que eu tenho me "amarrado", digamos assim.
As músicas dela são tão agitadas e diferentes que elas fazem eu ter ausência de pensamentos, sério. ._.'
Eu fico tão concentrada em batucar no ritmo da música que eu nem penso. -q
Quer dizer, é óbvio que às vezes eu penso, mas eu sempre fico tão empolgada com a música que eu não sinto nada de ruim, principalmente preocupação.
Agora, se eu for parar para ouvir músicas lindas como as do Coldplay, eu vou enlouquecer.
Eu amo Coldplay, mas eu penso demais enquanto escuto as músicas deles. Consequentemente, eu me preocupo a lot com os meus problemas.
Cá entre nós, odeio pensar em problema. (deve ser por isso que odeio Matemática e Física)
Além do mais, a Lady Gaga é talentosa. Sem contar que ela fez/faz o que ninguém teria coragem de fazer: Se vestir loucamente, dizer coisas loucas, mas ao mesmo tempo não estando nem aí para o que os outros vão pensar dela. Eu acho que isso a faz ser única. O que me faz pensar que, se alguém tentar imitá-la, boa coisa não vai sair (como a Wanessa Camargo em seu novo clip, por exemplo).

Comentário aleatório: Na boa, Telephone é muito melhor que Video Phone.

Sobre a Rihanna...

Semana passada eu vi o novo clip dela, Russian Roulette, e o achei muito bom.
É dark demais, mas é ótimo. Só que, sei lá, eu fico triste quando eu vejo/escuto essa música, pq tenho quase certeza que ela é dark pelo que aconteceu entre a Rihanna e o Chris Brown.
Fala sério, ele foi um idiota por ter batido nela. Deve ser horrível apanhar de alguém que diz que te ama... E pensar que eu achava que eles eram bonitinhos juntos...

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O assunto secreto é: Traição.
Bem, muitas pessoas pensam que traição não tem perdão (eu também achava isso), mas, para mim, não é bem assim que as coisas funcionam.
Claro que quem trai por trair (interprete como "a pessoa que trai apenas para satisfazer seus desejos e ambições sexuais") não merece ser perdoado(a), mas nem todo mundo trai por esse motivo.
Taí o ponto que eu queria chegar, a "exceção".
Tem gente que trai por estar sofrendo com alguma coisa. Quer dizer, cada pessoa age de um jeito diante a uma determinada situação. Algumas pessoas choram, outras ficam irritadas demais e outras traem. É, pois é. Sei que não faz muito sentido para quem pensa que quando se ama alguém, você nunca vai pensar em traí-la, muito menos vai querer fazer isso, mas, às vezes essas pessoas ficam tão "loucas" com seus problemas que acabam cometendo esse "deslize". E tente descobrir: Será que esse(s) problema(s) está(ão) relacionado(s) com a pessoa amada, e que, por acaso, ele(s) não pode(m) ser resolvido(s) por nenhuma das duas pessoas?
Soube de uma fofoca no mês passado sobre um garoto ter traído a namorada numa festa do colégio (as pessoas do 2º ano da Infantaria devem saber que história estou falando). Nem sei se essa história é verdadeira, pois não converso com nenhum dos dois, mas, de qualquer modo, vamos supor que essa história seja verdadeira.
A namorada desse menino vai embora no fim do ano e eles parecem se gostar muito. Dependendo de como ele encara a situação, ele pode ter ficado "louco" e ter traído a namorada que ele tanto gosta. Mas esse "deslize" não quer dizer que ele não a ame mais ou a ame menos, e sim que ele está tão mal com o fato dela ir embora que acabou fazendo essa besteira no intuito de se desvincular do sentimento que ele sente por ela para não sofrer com a partida dela.
Também soube que esse menino começou a andar com uns meninos que só falam besteira e vivem bêbados. Pq será? Para ele não pensar nela.
Enquanto algumas pessoas ficam muito tristes e admitem isso para elas mesmas, outras "escondem" a tristeza em atitudes infantis ou em mentiras.
Cabe a pessoa traída saber identificar o pq da pessoa ter feito isso, perdoá-la ou não.
É óbvio que machuca ser traído(a), mas será que vale a pena estragar um bom relacionamento por causa de um acesso de loucura?
Psicologia brilha, rapá! HAUAHUAHUA XD

Enfim, post baka! e.e''
Mas espero que gostem! ^.~

Bjmordida!