sexta-feira, dezembro 09, 2011

19

Há tanto a dizer, há tanto a escrever, há tanto a sentir.
Volto depois.

sábado, dezembro 03, 2011

Not perfect, but still good

I don't want a perfect life.
I just want to live.
I said LIVE, not simply exist.
It is so easy to forget what really matters.
To tell the truth, I don't forget.
People want me to forget, and I just don't know why.
They think I am not happy. Or that I should not be happy.
Not right now.
They think I don't have anything.
But I do.
I don't need money, I don't need to drink, I don't need to hook up with every sexy girl I know.
I am okay with who I am. Why aren't they?
Do they know what really makes me happy?
Of course they don't.
They don't want to know me. They just want me to change.
I will not.
I have almost everything I need to have a wonderful (not perfect! I prefer this way!) life.
Do they know what really matters for me? Do they know what really matters for themselves?
I know I don't live my life the way I want to, but.... Do you know why?
Because of them.
Probably you have the same problem as me.

I don't know.
I am really tired of this shit.

quinta-feira, dezembro 01, 2011

“I’ll do anything to make you stay”

Olhou-a nos olhos. O olhar dela era profundo, intenso, claro, malicioso. Não resistiu à força do olhar: desviou seus olhos azuis dos castanhos. Sentiu medo sem saber por quê. Por que se sentia tão intimidada sempre que a outra estava por perto? Em sua ausência, sofria, conversava mentalmente com ela, sentia seus braços clamando por ela. Mas, quando seus sonhos se aproximavam da realidade, ficava paralisada, em pânico. Era como se ela fosse uma presa, e a outra, predadora. Não gostava de se sentir tão vulnerável.

Mas era pior estar sem ela. Direcionou seus olhos aos dela, que a olhavam ansiosos, curiosos. Hesitante, segurou uma de suas mãos. Sentiu-se infantil pelo contraste do contato: enquanto a outra tinha o toque suave e tranqüilo, ela tremia, gelava. Então, a outra deu aquele sorriso sem-graça, como se quisesse encorajá-la dizendo que estava tão envergonhada quanto ela. Derreteu-se. Retribuiu com um meio sorriso e corou. E nada mais importava a nenhuma das duas.

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Aula de História da Filosofia, 30/11/2011.

sábado, novembro 26, 2011

Zombie

It’s like I have been swimming in the ocean for years. I feel exhausted. So exhausted that I can barely know what is worse: The pain all over my body or starvation and thirst.

It’s like I am dead. My feelings are so strong and run so deep inside me that it causes me emptiness. I do not want to be here. I want to shout until I lose my voice and start bleeding inside. I just want to run away. I just want to nap in a girl’s arms, listening to her heart and smelling her neck; feeling the wind that comes from the ocean.

I want to feel safe again, and stop drawing in the ocean. I do not want a place to stay, but I do not want to be lost anymore.

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Aula de Sociologia, 24/11/2011.

domingo, novembro 06, 2011

Breaking out

Uma das coisas mais geniais que aprendi desde que entrei na faculdade foi que um psicólogo não AJUDA um paciente. Pelo menos não literalmente.
Muitas pessoas têm a visão de que um psicólogo vai sair dando conselhos, buscando o bem do paciente.
É, não é uma boa fazer isso. Por um motivo muito simples:
Nós NÃO sabemos o que é melhor para o paciente. *Aquela que já está se incluindo na parada, mesmo não sendo formada.*
Uma coisa é você indicar pontos que o paciente precisa/deveria trabalhar, e, ao trabalhar nesses pontos, ele pode vir a se sentir bem.
Mas dizer "Faça isso, faça aquilo"...

O ponto que quero chegar é:
Por que as pessoas têm a terrível mania de fazer isso?
Ok, não é que eu não aceite sugestões. O que me irrita é a maneira que as pessoas dizem as coisas.
"Você TEM que fazer X." - Não, eu não tenho! Você, por algum motivo muito idiota, acha que isso é o melhor para mim. Quando, na verdade, não passa de uma modinha estúpida. Ou você ACHA que seus valores são mais importantes que os meus.
"Ana, por que você não faz X, não Y?" - Muito melhor, não?

Um jeito de falar que eu acho GENIAL é quando a pessoa diz "Acho que você deveria fazer X", "Sei X é difícil, mas tente" ou "Do meu ponto de vista, X parece ser a melhor solução".

Não sei, mas eu acho muito menos autoritário. Aliás, é totalmente o contrário disso, não?

Não estou dizendo que as pessoas deveriam parar de dar opiniões. Mas a forma que essas pessoas dão suas opiniões é muito intimidadora.
(Olha quem fala, a louca autoritária do blog! Sim, mas aqui é meu blog, lê quem quer. *E, não, isso não é para ser um fora*
Mas quando você joga na cara de alguém que ela está errada de graça, aí é um problema.)
Será que alguém tem a menor noção do impacto que uma frase mal formulada pode ter?
Estou exagerando?
Falo isso por experiência própria, inclusive na conduta da minha antiga psicóloga.
(Ah, e também não estou entrando no valor semântico de "ter". "Você TEM que fazer isso" pode soar como algo positivo, também)

Não tente impor suas ideias, porque não cola. Pelo menos não comigo.
Mas, se você discutir direitinho, é bem capaz de eu até parecer contraditória na conversa, por discordar de você e depois concordar.
Não que você esteja certo(a) e eu tenha percebido que estou errada, mas a forma que você fala me deixa tão pensativa a ponto de abrir mão de minhas ideias.
Sei lá, como eu já disse várias vezes aqui, não acho que esse negócio de certo e errado existam mesmo.

Mas enfim.

Bjmordida

PS: Eu sei, estou escrevendo mal bagarai. Acredite, pessoalmente não é muito diferente.
E acreditem, não estou tão revoltada assim. Not anymore.

quinta-feira, novembro 03, 2011

A contradiction

Mad, sweet.
Por que tanta diferença?
Acho que agora consigo entender.

Quando ignoram (ou coisa pior) uma parte de mim que ficou tanto tempo oculta é... ARGH!
Não que esta seja minha maior parte. Mas, por ter ficado oculta, ela fica muito mais evidente agora.
Quando me dizem como agir...
Não! Não! Não! NÃO!
Eu continuo sendo a Ana!
Há uma GRANDE diferença entre dar conselhos e querer mudar alguém.
I'm not gonna change. Ou melhor, vou. Mas quando EU quiser. Quando for MINHA hora. E, mesmo assim, não será da maneira como alguns querem.

Quando sabem exatamente o que eu sou, como ajo. E me apoiam!
Não precisam me conhecer profundamente para descobrirem como sou.
E, mesmo que impliquem um pouco com algumas coisas minhas, ninguém renega esta parte. Ninguém diz que é ruim. Só dizem que tudo ficará bem. Que preciso ter coragem.
Incentivam, não julgam. Podem até me achar boba, mas entendem.

É engraçado como lidam com duas partes de maneira tão distinta.
(Sim, eu disse DUAS partes.)

Uma vez que levantei minha cabeça, não vou abaixá-la novamente. Para NINGUÉM.

Eu sempre gostei de ser transparente. Mas, a partir do momento que começaram a me cobrar algo que não devo, escolhi deixar de ser.
Sinto e não sinto falta disso.
Sinto falta pelos momentos de inspiração.
Não sinto, pois sei que continuo sendo transparente. Sem precisar dizer absolutamente nada!

Sei que o último post foi meio louco. Sei que este também é, mas...
Não consigo fazer melhor que isso.

Bjmordida.


PS: Tive um sonho tão bom. Queria não ter acordado.

segunda-feira, outubro 10, 2011

Now I know

A epifania que eu tanto queria finalmente aconteceu.

Obrigada, corpo e alma.


~


Se você não gosta de uma situação, é sempre bom buscar o motivo de seu desgoto.
É sempre bom buscar respostas. Mesmo que elas venham sem palavras.

Bjmordida.

sexta-feira, setembro 30, 2011

:')

São essas coisas que me emocionam, me dão alegria de viver.
Essas pequenas:




Olhe ao seu redor. Perceba o que há de bom.
A maioria só vê o que há de ruim.
Faça o contrário. Ou pelo menos tente.

Bjmordida.

segunda-feira, setembro 05, 2011

Absolutamente N-A-D-A

Vim aqui postar sobre absolutamente nada. Isso mesmo. NADA!

Deixo aqui, sem palavras, tudo aquilo que estou sentindo.

Can u feel it?

Não é um post vazio. Pelo contrário. Está inundado de sentimentos.
Não quero mais palavras. Cansei delas.

Não há verdade, não há mentira. É tudo muito igual, tudo muito diferente.
Separar o arroz do feijão é fácil, quando estão crus.
E quando não estão? Você sabe o que é feijão, sabe o que é o arroz, mas não consegue separar um do outro.
E para que separar? Há sentido nisso? Os dois não "funcionam" muito bem juntos?

Não me compreendo neste momento. E nem quero.
Então eu agradeceria MUITO se as pessoas parassem de fazer isso por mim.
Deixa eu viver em paz! VIVER.
Pensar... Penso depois. Quando os sentimentos não gritarem tanto dentro de mim.

Estou selvagem. Primitiva. Pode rir, se quiser. Mas é a mais pura verdade. A única que conheço HOJE.
Vou sendo guiada por meus sentidos. Os cinco e mais alguns. Alguns que nem eu e nem a ciência conseguem definir. Também nem quero saber. O negócio é sentir, não saber. Ou melhor, sentir para saber.
A minha educação é a única coisa que me mantém racional. Mas posso abrir mão dela, se achar necessário.

Estou selvagem. Não tente me prender. Isso só faz com que eu fique ainda mais selvagem.
Vou, através dos sentidos, chegando aos lugares. Se você estiver no caminho, isso é apenas coincidência.
Já que não posso correr na floresta, deixe-me correr no meu cativeiro, que, por sinal, está cada vez maior.

Entendeu? Não? Sinto muito. Não sei explicar além disso. E nem quero.

BjMORDIDA. (Porque estou selvagem. Cuidado.)

(Post pai-de-santo)

quarta-feira, agosto 24, 2011

Não me procure mais

Não quero assinar contrato(s) de fidelidade.
Não quero (não) ter que fazer algo porque (não) deveria, ou porque (não) é isso que as pessoas esperam de mim.
Quero ir e vir, sem compromisso. Ficar é uma escolha minha.
Se eu não me prendi, não são vocês que vão conseguir me segurar.
(Coloquei no plural só para não acharem que estou falando de uma pessoa específica. Talvez esteja. Talvez não.)

"I know it doesn't seem so fair,
But I'll send you a postcard when I get there."


Definitivamente, não quero falar de mim.
Por isso a ausência, o silêncio.
Não estou mal, estou normal.
Quero ficar quieta, na minha.
Quando quiser conversar, conversarei.
Só não venha puxar assunto, dizendo coisas idiotas, porque isso tem me irritado mais do que o normal.
Acrescente algo, mude o meu dia. Caso contrário, não fale comigo. MESMO.
Não banque o(a) bom(boa) amigo(a), não tente manter aparências.
Amizades de verdade sobrevivem a longos períodos de ausência, não?!
E, se eu te procurar, aja naturalmente.

Sabe aquela velha história do "Aqui se faz, aqui se paga."?
Aliás, a minha boa educação me impede de dizer muitas coisas.


Um dia, voltarei. Ou não.
Mas, se voltar, tenham a certeza de que o fiz por vontade própria.

Bjmordida.

PS: Acho que não fui muito clara nesse post, nem nesse, então... Resolvi ser clara neste.

terça-feira, agosto 02, 2011

Tudo passa, tudo passará.

Fazia tempo que não escutava Metal Contra As Nuvens.
Milagrosamente, em alguma madrugada antes de dormir, estava ouvindo meu mp3. Tinha parado de fazer isso, com medo de perder o sono. Fiquei com vontade de ouvir esta música. Foi uma das melhores coisas que fiz há muito tempo.

Já no final da música, na parte mais bonita, Renato Russo canta "Tudo passa, tudo passará". Confesso que nunca concordei com essa frase, mas acho que era porque pensava nela da maneira errada. Sim, tudo passa. Tudo passará. A verdade me inundou no momento que entendi o sentido da frase. Pensava que isso tudo era absurdo, já que a minha "condição" não passa, nem passará. Mas aí é que está: A "condição" faz parte de mim. Se você arrancá-la de mim, ficará um buraco e todo o resto ficará deformado, na tentativa de preencher o vazio.
Características não são situações. O "tudo" é isso. Tudo. Tudo menos você.
A minha "condição" não passou, mas a situação sim. Não sinto mais aquele aperto no peito, aquele nó na garganta. Quero dizer, sinto sim, mas eu sei que tudo vai dar certo no final. Não importa o tempo que leve. Sabem por quê? Porque tudo passa. Tudo passará. E sempre vai ser assim. Tudo passa, mas o amor incondicional fica. Quando o elo existe de verdade, ele não se desfaz, não quebra. Senti meu coração mais leve. Sorri e chorei. Não chorei de tristeza, chorei de alegria. Alegria por poder respirar, alegria por viver, por ter uma vida boa. Bobo, não?

O amor é lindo, sabe?

Estou escrevendo este post como lembrete, para quando a dor for grande, quando eu não tiver esperança. Ana, tudo passa.

"Temos que sorrir muito e viver muito."

E, (in)felizmente, coisas boas também passam. Não falo de amizades, falo de rotina, de convívio e tudo mais. Hoje foi um tipo de soco no estômago. Muitas coisas estão por vir. E só estou no meio do caminho. Olho para trás. Alguns acham que estou olhando para um lado, mas estou olhando para o outro. Já não sinto mais saudades do colégio. Aliás, faz um bom tempo que não. Estou aqui, pronta para seguir meu caminho. Desconhecido. Imagino que ele seja percorrido na água, pois, ao mesmo tempo que ele pode me afogar, ele pode ser muito agradável. Espero que eu esteja leve o suficiente para boiar. Afundo na água, pensando que estou com um peso me puxando para baixo. Não tem nada me puxando. Vou sentir falta de percorrer um caminho "largo". E esse é o tal peso que me puxa. Eu adoro estar enrolada com tantas coisas para fazer, com tantos lugares para ir, tantas pessoas queridas por aí. Não sei como será a partir de agora, mas espero não me sentir sufocada. Porque, apesar de estar lotada de coisas para fazer em/para diversos lugares, isso me sufoca menos do que estar num lugar só, fazendo uma coisa só. Veremos.

Enfim, é isso aí.

Bjmordida.

PS: Desculpem não estar comentando nos seus blogs...

PS2: Se você não entendeu o post, leia de uma forma mais "leve", tentando enxergar de longe. Se, ainda assim, não entender, não me pergunte, porque não vou explicar.

quarta-feira, julho 13, 2011

Silêncio

Estou numa fase silenciosa. Não sei o que dizer. Não sei meeeesmo.
Tired of bullshit, you know.
"Bullshit" is like... Coisas inúteis.
Sabe aquele papo besta para passar o tempo?
Totalmente sem paciência. Sem palavras. Sem respostas.
O que eu deveria dizer?

Não sei, consigo ver o limite de muitas coisas.
O limite das pessoas me irrita.
E aí é que está o meu limite.
Não estou dizendo que as conheço perfeitamente, mas, ao meu ver, elas estão bem palpáveis. O limite está escrito em suas testas.
E eu sei o que me faz ver esse limite com clareza. Nevermind. My stuff, you know.
Nunca pensei que uma coisa pudesse fazer tanta diferença.
Talvez não diretamente. Talvez ninguém perceba. Só eu.

O silêncio também está em minha cabeça.
Na maior parte do tempo, não penso em nada muito importante.
Nem pareço a garota prestes a explodir do ano passado.
Isso é ótimo.
E, não, não é como se eu estivesse controlando pensamentos. Eu só não estou pensando.
Não tenho o que pensar. Vou pensar no quê? Na faculdade que vou começar? Na minha mudança? Nas futuras aulas de direção da auto-escola? Na minha pseudo vida amorosa? Na viagem do Kumon? Ficar ansiosa à toa? Isso dá gastrite, já dizia minha vó.
(Okay, ela não dizia isso. Mas alguém dizia que eu sei.)
Prefiro ocupar minha mente com as coisas que tenho para fazer. Nos próximos compromissos. Curso de inglês, japonês, bateria, "trabalho"...
E assim vivo minha vida. Um dia de cada vez.
Acho ótimo.

Véi, não tente interpretar esse post. It doesn't make any sense. Sentir é a melhor forma de interpretá-lo. E tenho certeza que isso vai ficar mais evidente daqui para frente.
Só quis escrever um pouco, para ver se minha vontade de dar foras passa. lol
Só estou seguindo o fluxo, sentindo de tudo um pouco. E é isso aí. You all should do the same.

Bjmordida.

PS: Acho que só UMA pessoa vai entender o que quis dizer. Se essa pessoa comentar e eu perceber que ela realmente entendeu, vou avisá-la.

segunda-feira, junho 27, 2011

Random thoughts

Palavras complicadas te afastam das pessoas.

(Não interpretem isso tão ao pé da letra. Afinal, A Prof. Shibao é uma mulher admirável e perfeitamente calorosa/amorosa.)

Eu acho engraçado quem se acha melhor do que os outros por (principalmente por, possivelmente, ser mais inteligente).
Minha avó ensinou à minha mãe que ninguém é melhor do que ninguém. E minha mãe me repassou este aprendizado.
Eu fico pensando: "O que te faz melhor? Você veio ao mundo da mesma forma."

Estou começando a achar que a inteligência pode ser auto-destrutiva. Não para todos, é claro.

Não sei.

Bjmordida.

Tentando ocupar a minha mente para não pensar tanto em algumas coisas, que não se chamam coisas.

segunda-feira, junho 20, 2011

Alguma coisa faz sentido? Talvez.

Estou com a estranha sensação de que nada faz (realmente) sentido.
Parece deprê. E é.
Porque, por mais que você busque certezas, não há muitas confirmações.
Bem, pelo menos não para quem usa a razão.
Quando tento usar a minha, isso me deprime profundamente.
Então ser sentimentalista realmente tem suas vantagens.
Prefiro ser assim. E realmente desejo que todos sejam assim também.
Faz mais sentido. É mais feliz.

Sabe, também não estou gostando de umas coisas.
Uma delas é quererem adivinhar o que estou pensando, sentindo.
Quando for a hora, eu direi. E apenas se EU quiser.
Eu sei, talvez eu esteja afastando demais as pessoas ao meu redor.
Isso é e não é proposital.
Só sei que aqueles que realmente prezam por mim são perfeitamente capazes de entender essa fase que estou passando. Apesar de não terem ideia de nada (ou de quase nada) do que está acontecendo, sei que eles estão torcendo para que tudo dê certo. Não importa o quê.
Agradeço àqueles que fazem isso por mim.
Não sei, só não quero ficar falando de mim. Pelo menos não antes de ter certeza de nada.

Comentário aleatório: Se eu der a minha cara à tapa, o que será que receberei? Um beijo na bochecha ou um super tapão? Medinho de saber a resposta.

Esse post pode não fazer sentido, mas eu precisava escrever essas coisas estranhas.
E é isso aí.

Bjmordida.

quinta-feira, junho 16, 2011

I'm on the Edge

Não tenho medo do precipício. Não tenho medo da queda. Não mais.
Cansei de racionalizar sentimentos. Não me parece saudável. Não me leva a nada.
Tenho meus medos, é verdade, mas não vou mais deixar que eles me impeçam de me jogar do precipício.
Quando você se apaixona, é como se você ficasse bem na ponta de um.
Já neguei sentimentos muitas e muitas vezes. Dei um passo para longe da queda.
Devo dizer que não adianta fugir. Então por que hesitar?
Se você não se jogar, o próprio sentimento vai te empurrar.
Não estou dizendo que vou fazer tudo aquilo que me der vontade. O que quero dizer é que não vou mais me negar a viver o sentimento. Por mais que eu me machuque depois da queda.
Mas a vida é assim, não é mesmo?
Vou me costurar (ou ser costurada) e me levantar, para, então, ir em direção à um novo abismo.
Afinal, cicatrizes não doem. Elas apenas existem para te lembrar de uma ferida que alí existiu. Mas a dor não mais existe.

Procurar por abismos também não é uma boa. Quando você menos esperar, estará à beira de um.

E cá estou eu na ponta de um novamente. Só resta saber se "I'm on the edge with you".

Bjmordida!

PS: Ironicamente, acabou de sair o clipe de "The Edge of Glory"... LOL

quinta-feira, junho 09, 2011

Pressentimentos&outrascoisas

Estou com dois pressentimentos: Um bom e um ruim.

Bem, espero que o pressentimento bom dê em algo bom. Sei que não vai ser tão fácil quanto eu imaginava, mas acho que tudo dará certo. Porque tudo faz muito sentido!
(Quer dizer, penso que será um pouco complicado, mas não tenho certeza. Terei em breve! ;S)

O ruim... Não sei se o que estou pensando vai, de fato, acontecer. Espero sinceramente que não.
Mas hoje tenho a impressão que vai acontecer depois da coisa boa, o que me dá mais tempo.

Não são coisas que eu consiga (ou possa) explicar. Só o tempo dirá.

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Sei que estou um tanto indisciplinada com o blog, mas não é intencional.
Não tenho pensado muito, para falar a verdade.
E não posso postar as coisas que penso, por não serem tão concretas.
Não que isso tivesse me impedido antes, mas desta vez é diferente.
Também não tenho muita vontade de postar sobre as coisas que tenho feito.

Isso tudo é bem engraçado, na verdade.
Todas as vezes que não sabia o que escrever, era porque estava sentindo um puta vazio.
Desta vez não. Estou cheia! Cheia de sentimentos. Mas simplesmente não sei expressá-los com palavras. Não faria sentido.
Antigamente, ficaria atordoada de não conseguir me expressar, principalmente para mim mesma. Mas hoje não! Estou adorando não encontrar palavras para definir tudo ao meu redor.
Talvez isso seja fruto da incerteza, mas não importa. Sentir já está bom demais.

(Complexo, complexo.)

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Estava relendo as minhas últimas postagens... É tão estranho! As coisas estão mudando de um jeito rápido e engraçado. lol
Ai, ai.

É, acho que isso é tudo.

Bjmordida!

PS: Portinha, você me viciou em Haven't Met You Yet, viu?

PS2: Aliás, minha gente, Haven't Met You Yet combina perfeitamente com esse post! :D

PS3: As algemas já se foram. Mais rápido do que eu esperava!

sábado, junho 04, 2011

Impaciência

Esperar.


Esperar.



Esperar pelo quê?



Esperar por um novo começo, um novo mundo.


Esperar.
Esperar.

Esperar. Esperar.


Esperar por tudo!


Enquanto isso, espero, impaciente.


Bjmordida

quinta-feira, maio 26, 2011

Algemas [2]

E, de repente, tudo que me importava, já não me importa mais.
Tudo que fazia sentido passou a não fazer sentido nenhum.
Não, eu não esqueci. Mas, de repente, surgiu mais alguém puxando as algemas.
De um jeito mais delicado. Nem se compara à força que as puxavam antes.
Não é como se as outras pessoas deixassem de puxar. Mas a gentileza em seus olhos me faz esquecer dos outros. E da dor provocada por eles.
Não que eu não sinta dor agora. Entretanto, sua voz doce que sussurra um "Vai ficar tudo bem.", me faz sorrir.
Por medo, tento permanecer com as algemas. Só até ter certeza. Certeza de muitas coisas.
Não sei como vai ser daqui para frente, é verdade. Melhor pular sem saber onde vou parar.
E, sinceramente, pouco me importa. Desde que fique longe daqui.

Vou sempre ter as cicatrizes causadas pelas algemas (e pelas minhas tentativas frustradas de me livrar delas), mas assim é a vida.
Pelo menos elas combinam com as cicatrizes causadas por outras algemas.

São essas cicatrizes que me lembram das dores. Mesmo não estando mais presa, quando olho para elas, lembro de tudo que já aconteceu. Isso faz com que eu pense que ainda estou presa.
Mas não estou.

Acho melhor acompanhar os olhos gentis ao invés de perder meu tempo olhando para as cicatrizes.

Bjmordida.

PS: Vocês estão lendo as minhas respostas nos comentários?

sábado, maio 21, 2011

Soltando as algemas

Já consegui soltar uma das mãos. Esfrego o pulso para aliviar o aperto que antes existia.
Sei que ter apenas uma das mãos presas não me impede de fazer nada, mas incomoda. E esse incômodo me faz lembrar do que antes me prendia. Um pequeno lembrete, que ótimo.
Foi mais fácil que pensei, livrar uma das mãos. Quando colocam óleo/sabão e puxam um dos lados das algemas, só resta você encolher a mão, para que elas finalmente deslizem. Se eu não quisesse me soltar, não teria encolhido a mão.
Não acho que vá demorar soltar a outra mão. As algemas já estão ficando enferrujadas. Só terei que esperar um pouco mais, dar uma pancada e elas se quebrarão. A dor existirá, mas será momentânea.

Post pai-de-santo.
Bjmordida.

(Editando: 21/05/2011 - 23:05h)

Estão querendo tirar o outro lado das algemas, mas, por algum motivo muito idiota, não estou ajudando. Por algum motivo muito patético, estou esperando elas enferrujarem, para dar o golpe que me libertará.
Por que insistir tanto em continuar presa? A culpa não é diretamente minha. Quando se trata de sentimentos, não há controle. Uma pena.
Não que eu quisesse controlá-los. A espontaneidade me fascina. Demorei muito para encontrá-la, então não quero dizer adeus. Mas tudo seria tão mais fácil se eu não sentisse isso.
Mal consigo respirar. Desejando o dia em que terei coragem para me soltar.
Pensando melhor, seria menos doloroso se parassem de tentar me libertar.
Talvez seja melhor não dar o golpe final.
Talvez seja melhor esperar pela chave. E eu sei que ela está perto, só preciso procurar com atenção. Isso pode levar um tempo, mas ela vai aparecer.

Bjmordida.

sexta-feira, maio 13, 2011

"A"

Well, I'll write this one in English. No, I'm not trying to show my skills, I just thought about this in English (and I really don't want to translate it). If you have any doubt, ask me. And if you see any mistake, do not correct me. I'm having Writing classes for it. (: Thanks! (Sorry if it sounded rude.)


I know what is going to happen, I really do. I feel it.
I thought I was wrong, but this week I talked to myself a little bit more about it and now I'm sure.
(There are many ways to talk to myself. Including playing tarot.)

I know you are there, somewhere.
I look for you everywhere I go. Even knowing it's not time yet.
The truth is that I know where to find you. I feel it.
But it's not time yet.

I'm a little afraid of being wrong, but I try to keep my hope strong.

I look at the moon and I ask myself if you're looking at it too.
I'm waiting for the day I'll have you by my side to do it. (This is so gay, but it's true LOL)
I know that I don't dream about you because I've never seen your face. This is bad. =/
And I ask myself all the time how/when we are going to meet each other. How you look like. What color your hair is. How your smell is.
Well, I think I know your name, but I want to be sure.

Do you think about me too?

It'll be nice to meet you. I'm already in love. LOL

(I know it sounds crazy, but it's hard to explain this feeling)

Bjmordida.