segunda-feira, março 12, 2012
Old me
quinta-feira, março 01, 2012
Infinito & Eterno
Pior que há: O desejo de que nossas relações sejam assim.
Não falo só de amor. Falo também de amizades, lugares (ou parece tão absurdo ter uma relação com um lugar?). - Bem, sei que amizade e lugar se encaixam em amor, mas resolvi deixá-los separados, para não restar dúvidas sobre aquilo que escrevo
Por que é tão ruim e doloroso quando algo não dura por muito tempo? Por que precisamos estar amarrados?
Estou começando a pensar que as relações não são laços, são fluídos. Emitimos energia o tempo todo. A partir de nossas mudanças, essa energia também muda. E, de repente, não estamos mais em sintonia com aquilo que gostávamos. A relação não flui como antes. A troca de energias se torna diferente.
Talvez seja porque nossas relações estão baseadas em lembranças, não no momento.
Talvez aqueles que dizem que a falta de memória é algo bom estejam certos.
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Aula de Epistemologia e História da Psicologia, 24/11/2011.
domingo, fevereiro 12, 2012
You know I'm such a fool for you
Ter olhos atentos e boa memória já não bastam para mim. Posso dizer que adquiri a necessidade de acompanhar seu desenvolvimento - de menina para mulher, de mulher para menina. Quero estar ao seu lado quando as transformações acontecerem. Melhor dizendo, elas já estão acontecendo.
Nunca pensei que fosse desejar fotografar a mesma mulher por um tempo tão longo.
Espero que as fotografias expressem como ela é e como eu a vejo.
(Não só estas, mas as futuras também!)








Entortar levemente a boca no fim das frases, ao contar uma história.
sábado, fevereiro 11, 2012
Looking at myself in the mirror
There was a moment in my life that I could barely look at myseld in the mirror, because I was ashamed and felt really bad about myself. When I was younger, some people used to say bad things about me, and I used to feel really sad, but I kept letting them say whatever they wanted. If something like that happens nowadays, I will not react the same way, because now I love myself and I am proud of who I am.
Until last year, I think I was not able to love myself. Since a friend of mine told me I should not be ashamed or afraid of who I am and whatever I feel, my life changed. I remember going to the bathroom, closing the door and start talking to myself in front of a mirror since that day.
Day by day, I started to feel comfortable with myself again. Day by day, looking at myself in the mirror was getting easier.
Some people can hurt you with or without intention, but I learned that love can fix a broken heart.
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Engraçado pensar que um ano (ou melhor, menos que isso) pode fazer uma diferença absurda.
PS: O texto não ficou exatamente como eu queria, mas okay... O final ficou jogado, porque o tempo da aula acabou. rs
sexta-feira, fevereiro 10, 2012
I need you so much closer
Urgência de você!
Ainda assim, se fosse preciso, esperaria o tempo que fosse só para vê-la, tê-la em meus braços.
sexta-feira, janeiro 27, 2012
Selfish bitch
Não procuro para conversar, não faço esforço para ver.
Mas me sinto péssima por não procurar as pessoas das quais eu sinto falta.
Don't wanna be alone anymore
Não sinto a carne fraca diante de "tentações", pelo contrário. Quero mais é ficar longe.
Mas por que é tão doloroso permanecer assim?
(15 de dezembro de 2011 - Rascunho de um post interrompido por uma onda súbita de felicidade)
Purple love
De repente, a Sombra o levou. Sequestrou seu Amor!
Chorou, sofreu, pediu que à Sombra que devolvesse Amor.
A Sombra, impaciente, disse que, para ter seu Amor de volta, teria que lhe dar algo em troca.
Pensou, pensou e descobriu o que teria que fazer para ter o Amor de volta.
A Sombra queria algo muito precioso: Carinho.
Ao receber Carinho, a Sombra devolveu Amor e ainda escreveu uma carta.
Na carta, descobriu-se que Amor não via tudo vermelho como ela. Via azul.
A partir disso, tudo ficou roxo.
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É, não ficou bonito, mas eu tentei...
Bjmordida (:
(Juro que escreverei um post decente em breve)
sexta-feira, dezembro 09, 2011
sábado, dezembro 03, 2011
Not perfect, but still good
I said LIVE, not simply exist.
To tell the truth, I don't forget.
People want me to forget, and I just don't know why.
quinta-feira, dezembro 01, 2011
“I’ll do anything to make you stay”
Olhou-a nos olhos. O olhar dela era profundo, intenso, claro, malicioso. Não resistiu à força do olhar: desviou seus olhos azuis dos castanhos. Sentiu medo sem saber por quê. Por que se sentia tão intimidada sempre que a outra estava por perto? Em sua ausência, sofria, conversava mentalmente com ela, sentia seus braços clamando por ela. Mas, quando seus sonhos se aproximavam da realidade, ficava paralisada, em pânico. Era como se ela fosse uma presa, e a outra, predadora. Não gostava de se sentir tão vulnerável.
Mas era pior estar sem ela. Direcionou seus olhos aos dela, que a olhavam ansiosos, curiosos. Hesitante, segurou uma de suas mãos. Sentiu-se infantil pelo contraste do contato: enquanto a outra tinha o toque suave e tranqüilo, ela tremia, gelava. Então, a outra deu aquele sorriso sem-graça, como se quisesse encorajá-la dizendo que estava tão envergonhada quanto ela. Derreteu-se. Retribuiu com um meio sorriso e corou. E nada mais importava a nenhuma das duas.
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Aula de História da Filosofia, 30/11/2011.
sábado, novembro 26, 2011
Zombie
It’s like I have been swimming in the ocean for years. I feel exhausted. So exhausted that I can barely know what is worse: The pain all over my body or starvation and thirst.
It’s like I am dead. My feelings are so strong and run so deep inside me that it causes me emptiness. I do not want to be here. I want to shout until I lose my voice and start bleeding inside. I just want to run away. I just want to nap in a girl’s arms, listening to her heart and smelling her neck; feeling the wind that comes from the ocean.
I want to feel safe again, and stop drawing in the ocean. I do not want a place to stay, but I do not want to be lost anymore.
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Aula de Sociologia, 24/11/2011.
domingo, novembro 06, 2011
Breaking out
Muitas pessoas têm a visão de que um psicólogo vai sair dando conselhos, buscando o bem do paciente.
É, não é uma boa fazer isso. Por um motivo muito simples:
Nós NÃO sabemos o que é melhor para o paciente. *Aquela que já está se incluindo na parada, mesmo não sendo formada.*
Uma coisa é você indicar pontos que o paciente precisa/deveria trabalhar, e, ao trabalhar nesses pontos, ele pode vir a se sentir bem.
Mas dizer "Faça isso, faça aquilo"...
O ponto que quero chegar é:
Por que as pessoas têm a terrível mania de fazer isso?
Ok, não é que eu não aceite sugestões. O que me irrita é a maneira que as pessoas dizem as coisas.
"Você TEM que fazer X." - Não, eu não tenho! Você, por algum motivo muito idiota, acha que isso é o melhor para mim. Quando, na verdade, não passa de uma modinha estúpida. Ou você ACHA que seus valores são mais importantes que os meus.
"Ana, por que você não faz X, não Y?" - Muito melhor, não?
Um jeito de falar que eu acho GENIAL é quando a pessoa diz "Acho que você deveria fazer X", "Sei X é difícil, mas tente" ou "Do meu ponto de vista, X parece ser a melhor solução".
Não sei, mas eu acho muito menos autoritário. Aliás, é totalmente o contrário disso, não?
Não estou dizendo que as pessoas deveriam parar de dar opiniões. Mas a forma que essas pessoas dão suas opiniões é muito intimidadora.
(Olha quem fala, a louca autoritária do blog! Sim, mas aqui é meu blog, lê quem quer. *E, não, isso não é para ser um fora*
Mas quando você joga na cara de alguém que ela está errada de graça, aí é um problema.)
Será que alguém tem a menor noção do impacto que uma frase mal formulada pode ter?
Estou exagerando?
(Ah, e também não estou entrando no valor semântico de "ter". "Você TEM que fazer isso" pode soar como algo positivo, também)
Mas, se você discutir direitinho, é bem capaz de eu até parecer contraditória na conversa, por discordar de você e depois concordar.
Mas enfim.
quinta-feira, novembro 03, 2011
A contradiction
Por que tanta diferença?
Acho que agora consigo entender.
Quando ignoram (ou coisa pior) uma parte de mim que ficou tanto tempo oculta é... ARGH!
Não que esta seja minha maior parte. Mas, por ter ficado oculta, ela fica muito mais evidente agora.
Quando me dizem como agir...
Não! Não! Não! NÃO!
Eu continuo sendo a Ana!
Há uma GRANDE diferença entre dar conselhos e querer mudar alguém.
I'm not gonna change. Ou melhor, vou. Mas quando EU quiser. Quando for MINHA hora. E, mesmo assim, não será da maneira como alguns querem.
Quando sabem exatamente o que eu sou, como ajo. E me apoiam!
Não precisam me conhecer profundamente para descobrirem como sou.
E, mesmo que impliquem um pouco com algumas coisas minhas, ninguém renega esta parte. Ninguém diz que é ruim. Só dizem que tudo ficará bem. Que preciso ter coragem.
Incentivam, não julgam. Podem até me achar boba, mas entendem.
É engraçado como lidam com duas partes de maneira tão distinta.
(Sim, eu disse DUAS partes.)
Uma vez que levantei minha cabeça, não vou abaixá-la novamente. Para NINGUÉM.
Eu sempre gostei de ser transparente. Mas, a partir do momento que começaram a me cobrar algo que não devo, escolhi deixar de ser.
Sinto e não sinto falta disso.
Sinto falta pelos momentos de inspiração.
Não sinto, pois sei que continuo sendo transparente. Sem precisar dizer absolutamente nada!
Sei que o último post foi meio louco. Sei que este também é, mas...
Não consigo fazer melhor que isso.
Bjmordida.
PS: Tive um sonho tão bom. Queria não ter acordado.
segunda-feira, outubro 10, 2011
Now I know
Obrigada, corpo e alma.
~
Se você não gosta de uma situação, é sempre bom buscar o motivo de seu desgoto.
É sempre bom buscar respostas. Mesmo que elas venham sem palavras.
Bjmordida.
sexta-feira, setembro 30, 2011
:')
Essas pequenas:
Olhe ao seu redor. Perceba o que há de bom.
A maioria só vê o que há de ruim.
Faça o contrário. Ou pelo menos tente.
Bjmordida.
segunda-feira, setembro 05, 2011
Absolutamente N-A-D-A
Deixo aqui, sem palavras, tudo aquilo que estou sentindo.
Can u feel it?
Não é um post vazio. Pelo contrário. Está inundado de sentimentos.
Não quero mais palavras. Cansei delas.
Não há verdade, não há mentira. É tudo muito igual, tudo muito diferente.
Separar o arroz do feijão é fácil, quando estão crus.
E quando não estão? Você sabe o que é feijão, sabe o que é o arroz, mas não consegue separar um do outro.
E para que separar? Há sentido nisso? Os dois não "funcionam" muito bem juntos?
Não me compreendo neste momento. E nem quero.
Então eu agradeceria MUITO se as pessoas parassem de fazer isso por mim.
Deixa eu viver em paz! VIVER.
Pensar... Penso depois. Quando os sentimentos não gritarem tanto dentro de mim.
Estou selvagem. Primitiva. Pode rir, se quiser. Mas é a mais pura verdade. A única que conheço HOJE.
Vou sendo guiada por meus sentidos. Os cinco e mais alguns. Alguns que nem eu e nem a ciência conseguem definir. Também nem quero saber. O negócio é sentir, não saber. Ou melhor, sentir para saber.
A minha educação é a única coisa que me mantém racional. Mas posso abrir mão dela, se achar necessário.
Estou selvagem. Não tente me prender. Isso só faz com que eu fique ainda mais selvagem.
Vou, através dos sentidos, chegando aos lugares. Se você estiver no caminho, isso é apenas coincidência.
Já que não posso correr na floresta, deixe-me correr no meu cativeiro, que, por sinal, está cada vez maior.
Entendeu? Não? Sinto muito. Não sei explicar além disso. E nem quero.
BjMORDIDA. (Porque estou selvagem. Cuidado.)
(Post pai-de-santo)
quarta-feira, agosto 24, 2011
Não me procure mais
Não quero (não) ter que fazer algo porque (não) deveria, ou porque (não) é isso que as pessoas esperam de mim.
Quero ir e vir, sem compromisso. Ficar é uma escolha minha.
Se eu não me prendi, não são vocês que vão conseguir me segurar.
(Coloquei no plural só para não acharem que estou falando de uma pessoa específica. Talvez esteja. Talvez não.)
"I know it doesn't seem so fair,
But I'll send you a postcard when I get there."
Definitivamente, não quero falar de mim.
Por isso a ausência, o silêncio.
Não estou mal, estou normal.
Quero ficar quieta, na minha.
Quando quiser conversar, conversarei.
Só não venha puxar assunto, dizendo coisas idiotas, porque isso tem me irritado mais do que o normal.
Acrescente algo, mude o meu dia. Caso contrário, não fale comigo. MESMO.
Não banque o(a) bom(boa) amigo(a), não tente manter aparências.
Amizades de verdade sobrevivem a longos períodos de ausência, não?!
E, se eu te procurar, aja naturalmente.
Aliás, a minha boa educação me impede de dizer muitas coisas.
Um dia, voltarei. Ou não.
Mas, se voltar, tenham a certeza de que o fiz por vontade própria.
Bjmordida.
PS: Acho que não fui muito clara nesse post, nem nesse, então... Resolvi ser clara neste.
terça-feira, agosto 02, 2011
Tudo passa, tudo passará.
Milagrosamente, em alguma madrugada antes de dormir, estava ouvindo meu mp3. Tinha parado de fazer isso, com medo de perder o sono. Fiquei com vontade de ouvir esta música. Foi uma das melhores coisas que fiz há muito tempo.
Já no final da música, na parte mais bonita, Renato Russo canta "Tudo passa, tudo passará". Confesso que nunca concordei com essa frase, mas acho que era porque pensava nela da maneira errada. Sim, tudo passa. Tudo passará. A verdade me inundou no momento que entendi o sentido da frase. Pensava que isso tudo era absurdo, já que a minha "condição" não passa, nem passará. Mas aí é que está: A "condição" faz parte de mim. Se você arrancá-la de mim, ficará um buraco e todo o resto ficará deformado, na tentativa de preencher o vazio.
Características não são situações. O "tudo" é isso. Tudo. Tudo menos você.
A minha "condição" não passou, mas a situação sim. Não sinto mais aquele aperto no peito, aquele nó na garganta. Quero dizer, sinto sim, mas eu sei que tudo vai dar certo no final. Não importa o tempo que leve. Sabem por quê? Porque tudo passa. Tudo passará. E sempre vai ser assim. Tudo passa, mas o amor incondicional fica. Quando o elo existe de verdade, ele não se desfaz, não quebra. Senti meu coração mais leve. Sorri e chorei. Não chorei de tristeza, chorei de alegria. Alegria por poder respirar, alegria por viver, por ter uma vida boa. Bobo, não?
O amor é lindo, sabe?
Estou escrevendo este post como lembrete, para quando a dor for grande, quando eu não tiver esperança. Ana, tudo passa.
"Temos que sorrir muito e viver muito."
E, (in)felizmente, coisas boas também passam. Não falo de amizades, falo de rotina, de convívio e tudo mais. Hoje foi um tipo de soco no estômago. Muitas coisas estão por vir. E só estou no meio do caminho. Olho para trás. Alguns acham que estou olhando para um lado, mas estou olhando para o outro. Já não sinto mais saudades do colégio. Aliás, faz um bom tempo que não. Estou aqui, pronta para seguir meu caminho. Desconhecido. Imagino que ele seja percorrido na água, pois, ao mesmo tempo que ele pode me afogar, ele pode ser muito agradável. Espero que eu esteja leve o suficiente para boiar. Afundo na água, pensando que estou com um peso me puxando para baixo. Não tem nada me puxando. Vou sentir falta de percorrer um caminho "largo". E esse é o tal peso que me puxa. Eu adoro estar enrolada com tantas coisas para fazer, com tantos lugares para ir, tantas pessoas queridas por aí. Não sei como será a partir de agora, mas espero não me sentir sufocada. Porque, apesar de estar lotada de coisas para fazer em/para diversos lugares, isso me sufoca menos do que estar num lugar só, fazendo uma coisa só. Veremos.
Enfim, é isso aí.
Bjmordida.
PS: Desculpem não estar comentando nos seus blogs...
PS2: Se você não entendeu o post, leia de uma forma mais "leve", tentando enxergar de longe. Se, ainda assim, não entender, não me pergunte, porque não vou explicar.
quarta-feira, julho 13, 2011
Silêncio
Tired of bullshit, you know.
"Bullshit" is like... Coisas inúteis.
Sabe aquele papo besta para passar o tempo?
Totalmente sem paciência. Sem palavras. Sem respostas.
O que eu deveria dizer?
Não sei, consigo ver o limite de muitas coisas.
O limite das pessoas me irrita.
E aí é que está o meu limite.
Não estou dizendo que as conheço perfeitamente, mas, ao meu ver, elas estão bem palpáveis. O limite está escrito em suas testas.
E eu sei o que me faz ver esse limite com clareza. Nevermind. My stuff, you know.
Nunca pensei que uma coisa pudesse fazer tanta diferença.
Talvez não diretamente. Talvez ninguém perceba. Só eu.
O silêncio também está em minha cabeça.
Na maior parte do tempo, não penso em nada muito importante.
Nem pareço a garota prestes a explodir do ano passado.
Isso é ótimo.
E, não, não é como se eu estivesse controlando pensamentos. Eu só não estou pensando.
Não tenho o que pensar. Vou pensar no quê? Na faculdade que vou começar? Na minha mudança? Nas futuras aulas de direção da auto-escola? Na minha pseudo vida amorosa? Na viagem do Kumon? Ficar ansiosa à toa? Isso dá gastrite, já dizia minha vó.
(Okay, ela não dizia isso. Mas alguém dizia que eu sei.)
Prefiro ocupar minha mente com as coisas que tenho para fazer. Nos próximos compromissos. Curso de inglês, japonês, bateria, "trabalho"...
E assim vivo minha vida. Um dia de cada vez.
Acho ótimo.
Véi, não tente interpretar esse post. It doesn't make any sense. Sentir é a melhor forma de interpretá-lo. E tenho certeza que isso vai ficar mais evidente daqui para frente.
Só estou seguindo o fluxo, sentindo de tudo um pouco. E é isso aí. You all should do the same.
Bjmordida.
PS: Acho que só UMA pessoa vai entender o que quis dizer. Se essa pessoa comentar e eu perceber que ela realmente entendeu, vou avisá-la.







